<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069</id><updated>2011-09-27T08:01:47.638-07:00</updated><category term='as tecnologias da inteligência'/><category term='tecnologias da inteligencia'/><category term='manuel castells'/><category term='hipertexto'/><category term='comunicação'/><category term='vídeos'/><category term='pierre lévy'/><title type='text'>Projetos dos Alunos 2008.1</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7363032363236139639</id><published>2008-04-27T11:54:00.000-07:00</published><updated>2008-04-27T12:00:12.237-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Prólogo: A Rede e o Ser (Manuel Castells)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto produzido pela aluna Marcela Falcão, do curso de Comunicação Social 2008.1 para a matéria Oficina de informática e telemática, Prof. Otávio Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           O ritmo constante de evolução das sociedades chega a um momento de extrema importância, a revolução tecnológica, fato esse que vem remodelando a estrutura social agora baseada em tecnologias da informação. Podemos citar como exemplo, o projeto do MINITEL francês, um dispositivo que visava conduzir o país a ser uma sociedade da informação alcançando grande sucesso popular, mas como passar dos anos acabou sendo dividido internamente entre um serviço informacional, um sistema de serviços em rede e uma entrada subsidiária para a vasta navegação na Internet.&lt;br /&gt;           A relação entre economia, Estado e sociedade torna-se cada dia mais interdependente em escala global. Segundo Castells, fatos como o fim da Guerra Fria e o subseqüente colapso do socialismo soviético e fim do movimento comunista, o processo de reestruturação por que passa o capitalismo caracterizado principalmente por uma maior flexibilidade de gerenciamento, a liberação de novas forças produtivas paralelo  à consolidação de “buracos negros de miséria humana” no mundo, caracterizam uma nova era social onde os sistemas de comunicação tornam-se universais promovendo, em tese, uma integração global personalizando identidades e culturas.&lt;br /&gt;           Observa-se também, uma redefinição de conceitos como família, sexualidade, etc. A política vive uma crise de legitimidade e desconfiança, o caráter passa a ser questionável e a busca por uma identidade coletiva e individual torna-se fonte básica de significado social, porém é desse fato que decorre o fundamentalismo religioso que vem conturbando a ordem mundial, entre outros fatores. A pós-modernidade marca o fim da razão no sentido da impotência do homem ante o seu destino e da sua individualização comportamental. Entretanto, o autor coloca: “Acredito no poder libertador da identidade sem aceitar a necessidade de sua individualização ou de sua captura pelo fundamentalismo”.&lt;br /&gt;            Historicamente, é perceptível a intervenção das novas tecnologias na sociedade, nos movimentos dos anos 60, na corrida nuclear marcante durante a Guerra Fria, nos sistemas comunicacionais que interligam o mundo, embora não determinem sua evolução histórica e transformação social. Potências econômicas mundiais como a China, a Europa, os Tigres Asiáticos anseiam por um mercado consumidor cada dia mais voraz e ligado ás mídias que passa a assumir assim o papel de atores sociais levando informação e redimensionando o consumo, retornando ao fato anteriormente citado da construção de identidades coletivas.&lt;br /&gt;            A perspectiva teórica que relaciona produção, experiência e poder visa fundamentar a teoria da informacionalismo que define como capitalista a sociedade atual. A produção destina-se a um público que acumulando suas experiências identitárias passa a ter poder representado pelo Estado e pelo ato de interferir no andamento social como um todo. A tecnologia não determina a sociedade e sim incorpora-a. Contudo, a sociedade também não determina as conquistas tecnológicas: utiliza-as.&lt;br /&gt;              Podemos concluir então que a tecnologia é a sociedade e que essa mesma sociedade não pode mais ser representada ou continuar evoluindo sem as ferramentas tecnológicas que traduzem o que de fato diz o estudioso Manuel Castells: “Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre a Rede e o Ser”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7363032363236139639?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7363032363236139639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7363032363236139639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7363032363236139639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7363032363236139639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser-manuel-castells.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4711316659332477308</id><published>2008-04-17T06:47:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T06:48:22.017-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;Prólogo: A rede e o ser&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;Aluno: Dimitri Vasconcelos Santos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No texto Castells fala sobre alguns acontecimentos que transformaram a vida social humana no final do século XX, como por exemplo, o desenvolvimento das tecnologias centradas nas tecnologias da informação, o enfraquecimento do estatismo soviético e do movimento comunista no mundo, o processo de reestruturação do capitalismo caracterizado por uma maior flexibilidade de gerenciamento e descentralização das empresas o que contribui para que diversas economias no mundo passassem a se integrar de uma forma global.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As mudanças no campo social também foram drásticas, como o enfraquecimento do patriarcalismo em varias sociedades, a presença cada vez maior das mulheres na força do trabalho fez com que se criasse uma relação de disputa entre os sexos, em vez de um esforço conjunto no desenvolvimento cultural. Os movimentos culturais tendem a ser fragmentados com objetivos muito específicos e centralizados, o fundamentalismo religioso se tornou a maior força de segurança nacional e de movimento coletivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O autor fala também sobre como a intervenção do estado pode estagnar o desenvolvimento de uma sociedade ou pode impulsionar uma rápida modernização tecnológica capaz de trazer muitos benefícios para a população.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um exemplo de como a intervenção de Estado nas tecnologias pode dar bom resultados foi a iniciativa de do governo francês em relação ao aparelho chamado Minitel, o governo ofereceu um terminal para cada cidadão gratuitamente. O Minitel oferecia vários serviços como lista telefônica, previsão de tempo, informações, reseva de transporte, compra de entradas para eventos culturais e de entretenimento, entre outras funções que foram sendo incorporadas de acordo com as o desenvolvimento da sociedade, este aparelho era utilizado como uma meio de comunicação, onde as pessoas se comunicavam através de um sistema de videotexto semelhantes as atuais salas de bate-papo sendo esse, junto o a intervenção do Estado, um dos importantes de sua rápida&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;disseminação e aceitação pelo povo francês.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O autor diferencia modos de desenvolvimento e modos de produção, fala que os modos de produção são os procedimentos mediantes os quais os trabalhadores atuam sobre a matéria para gerar o produto, determinando nível e a qualidade do excedente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A nova estrutura social está associada ao surgimento de um novo modo de desenvolvimento, o informacionalismo, historicamente moldado pela reestruturação do modo capitalista de produção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De acordo com as reformas estruturais que vem ocorrendo no sistema capitalista desde os anos 80, podemos classificar esse novo sistema de capitalismo informacional. A comunicação mediada por computadores gera uma gama enorme de comunidades virtuais. Mas a tendência social e política característica da década de 90 é construção da ação social e das políticas em torno de identidades primárias.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4711316659332477308?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4711316659332477308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4711316659332477308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4711316659332477308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4711316659332477308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser-aluno-dimitri.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7187875703621515419</id><published>2008-04-16T13:25:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T14:09:46.050-07:00</updated><title type='text'>Analogia dos textos:Prólogo e Cap.V -Érika Passos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A tecnologia que modifica o cenário social da humanidade,afasta a política dos cidadãos e amedronta o &lt;em&gt;Poder&lt;/em&gt;.O progresso tecnológico influi diretamente na autonomia e liberdada individual,isso significa atribuir poder a qualquer indivíduo sem ter controle sobre as conexões de redes retirando do Estado o poder das determinações sociais,uma vez que a modernização tecnológica é capaz de mudar o destino da economia,do poder militar e edo bem-estar de uma sociedade em poucos anos.O Estado é considerado o fator crucial na explicação no atraso tecnológica chinês nos tempos modernos,segundo o historiador Mokyr.Pois a China era a civilazação mais avançada em tecnologia no mundo.Isso talvez explique o motivo peo qual o Minitel,sistema francês induzido pelo estado,não ultapasse as fronteiras nacionais.O Minitel em meados dos anos 90,atingiu um auge supreendente na sociedade francesa,devido ao comprometimento do governo que teve participação na estimulação do uso do Minitel.Esse sistema foi bem recebido depois de um deterninado período por ser um meio de expressão pessoal.Llogo depois passou a ser um veículo dos sohos sexuais com a introdução de bate-papo centradas me conversas sobre sexo(les messageries roses).Mas a sofisticação francesa considerou o Minitel um limitação da capacidade de comunicação horizontal,ou comunicação em rede.O sistema francês então aderii a internet,que é m sistema tarifário anárquico de serviços incontroláveis de iniciativa norte-americana.O desiteresse dos franceses pelo Minitel devido seu caráter rudimentar de tecnologia,afirma o fati de que a sociedade pode sufocar o desenvolvimento tecnológico do Estado.Retrocedendo,reforçando a idéia de que o Poder do Estado rege as leis da sociais,podemos nos basear no pensamento de Mokyr afirmando que o fator determinante do conservadorismo tecnológico,na China(e na França em relação ao Minitel)era o temor dos governantes pelos impactos potencialmente destrutivos da transformação tecnológica sobre a estabilidade social.No entanto,depois de muito exaltar o pder que o estado exerca sobre a inovação tecnológica,não se pode deixar de comentar que nem toda intervenção estatal é um peso contra o progresso tecnológico.A exemplo disso destaca-se a rápida mudança no Japão,onde ocorreram grandes avanços,e até na França que aderiu a internet.Logo,evidencia-se que o estado pode ser um fator decisivo no progresso geral do desenvolvimento da tecologia,mas se trabalhado em conjunto e harmonia com a sociedade há possibilidade das evoluções tecnológicas serem responsáveis pelas mudanças históricas sem imposição contrária. (CASTELLS,Manuel.A Sociedade em Rede) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7187875703621515419?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7187875703621515419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7187875703621515419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7187875703621515419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7187875703621515419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/analogia-dos-textosprlogo-e-capv-rika.html' title='Analogia dos textos:Prólogo e Cap.V -Érika Passos'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3155243602131715449</id><published>2008-04-16T13:06:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T13:07:57.096-07:00</updated><title type='text'>Univarsidade Estadual de Santa Cruz</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3155243602131715449?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3155243602131715449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3155243602131715449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3155243602131715449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3155243602131715449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/univarsidade-estadual-de-santa-cruz.html' title='Univarsidade Estadual de Santa Cruz'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-1938916511308666533</id><published>2008-04-16T08:06:00.001-07:00</published><updated>2008-04-16T08:08:58.175-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt; Marcela Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fichamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prólogo: A rede e o ser&lt;br /&gt;(Minitel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Castells discute a tentativa de compreensão relativa à tecnologia numa perspectiva política.Como uma sociedade pode ser comandada pelo estado e como o conhecimento é totalmente relevante quando se trata de hierarquia.Uma prova disso são todos os meios eficazes restituídos de regras produzidas pelo estado que impõe restrições limitando substancialmente a capacidade de autonomia e processamento de informações.&lt;br /&gt;Quando um indivíduo é inserido em um determinado empreendimento existe imediatamente uma restrição sobre as informações que lhe são concedidas com a intenção de que haja uma total manipulação do mesmo, esse feito acaba por se tornar uma forma eficiente de domínio de conhecimentos já que uma assimilação demasiada de informações poderia prejudicar o sistema à partir disso “Conhecimento significa poder”.&lt;br /&gt;Na tentativa de desenvolver o pensamento de domínio, o estado francês instaurou a utilização do MINITEL que já na década de 90 deixava evidente suas limitações.Um sistema francês que até o ano de 1994 nunca pôde ultrapassar suas fronteiras nacionais devido à existência de restrições regulamentares se tornando um sistema extremamente limitado em suas capacidades autônomas sendo assim um terminal burro de informações.&lt;br /&gt;Na tentativa de se obter um meio de burlar a realidade submissa em que se encontrava a sociedade, um grupo num esquema ousado arquitetado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos a (DARPA) com a inicial intenção de impedir a destruição do sistema norte-americano de comunicações pelos soviéticos, deu origem a outro tipo de rede informatizada que posteriormente se tornaria a espinha dorsal da comunicação global.O resultado desse feito foi a criação de redes que (como era a intenção), não pode ser controlada a partir de nenhum centro, tendo em sua composição milhares de redes de computadores autônomos que contornam todas as barreiras eletrônicas.A criação desse sistema permitiu uma reconfiguração no que se refere ao indivíduo e suas restrições,e mais do que isso ,permitiu uma introdução do ser na sociedade informacional dificultando uma  manipulação do mesmo por permitir seu desenvolvimento crítico sobre as informações (que agora se tornaram altamente acessíveis).&lt;br /&gt;Com o tempo esse modo de obter informação apenas ganhou um maior fluxo tornando–se ainda menos manipulável e de tamanha proporção que se tornou uma ameaça a determinadas relações de poder.Citando Castells o poder tem medo da Internet, pois ela nada mais é do que uma máquina mortífera decodificadora de informações e de fácil acesso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-1938916511308666533?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/1938916511308666533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=1938916511308666533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1938916511308666533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1938916511308666533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_16.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2522201730833764269</id><published>2008-04-15T15:18:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T15:20:43.378-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Fichamento do 1º capítulo do livro “Tecnologias da inteligência” - Pierre Lévy&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Marcela Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;“Não se pode mais conceber a pesquisa cientifica sem uma aparelhagem complexa que redistribui as antigas divisões entre experiências e teoria”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O autor se refere ao avanço contínuo do mundo globalizado, mesmo em suas contradições, permite a percepção de que nada de mais precioso existe senão as inovações tecnológicas e inteligentes. É lógica a necessidade de se fazer descobertas e com elas gerir facilidades para formação de um ciclo científico inovador.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;“Ora tentarei mostrar nesse livro que não há informática em geral, nem essência congelada do computador, mais sim um campo de novas tecnologias intelectuais, aberto, conflituoso, e parcialmente indeterminado”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Defendendo sua tese Pierre mostra ao longo desse trabalho que é possível encarar a informática como um campo cheio de possibilidades e mudanças freqüentes, e não um objeto como o computador, aparentemente limitado e acabado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A TÉCNICA PARTICIPA ATIVAMENTE DE ORDEM CULTURAL, SIMBÓLICA, ONTOLÓGICA OU AXOLÓGICA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;“A técnica é apenas a dimensão de estratégias que passam por atores não humanos. (Ex: Vento, carvão, elétrons etc...)”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 37.5pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Domínio transcendental: &lt;/b&gt;Através de que a experiência é possível, que estrutura a percepção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 37.5pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Domínio empírico:&lt;/b&gt; O que é percebido, que constitui a experiência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 72pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Transcendental histórico: &lt;/b&gt;Que estrutura a experiência dos membros de uma determinada coletividade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“&lt;/b&gt;O cúmulo da cegueira é atingido quando as antigas técnicas são declaradas culturais e impregnadas de valores, enquanto as novas são denunciadas como bárbaras e contrárias à vida...”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Há uma necessidade de quebra de valores culturais retrógrados na percepção do autor já que novas teorias são sempre fundamentadas em antigas.E me atrevo a ir além em dizer que novas teorias são formas de aprimoramento das primeiras.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Deve-se conceber o pensamento de que uma nova idéia é com certeza a possibilidade de um aperfeiçoamento, começando assim uma quebra de paradigmas onde há o pensamento de que não há progresso se não há inovação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 94pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;I &lt;/b&gt;-&lt;b style=""&gt;A METÁFORA DO HIPERTEXTO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;1-&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Imagens do sentido&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Produzir um contexto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Seria a transmissão de informação a primeira função da comunicação&lt;/b&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;Segundo o autor, não se ganha uma nova informação, porém, conseguimos uma confirmação do estado de uma relação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O jogo da comunicação consiste em através de mensagens, precisar, ajustar, transformar o contexto compartilhado pelos parceiros”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;Há uma infinita utilização de linguagens com finalidade de haver uma interação entre indivíduos que dividem um contexto. A mensagem é imprescindível para que possa existir uma transmissão de idéias ou apenas uma compreensão da mesma.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O sentido emerge e se constrói no contexto...” “... A cada instante, um novo desenvolvimento pode modificar o sentido que havíamos dado a uma proposição (Ex: Quando ela foi emitida...”).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;A inteligência humana renovada com a técnica apropria-se de percepções cada vez mais minuciosas.Tal qual sempre existem novos sentidos dentro de um mesmo contexto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;CLARÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Tomando os termos &lt;i style=""&gt;leitor &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;texto&lt;/i&gt; no sentido mais amplo possível, diremos que o objetivo de todo texto é o de provocar em seu leitor um certo estado de excitação da grande rede heterogênea de sua memória...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O autor acredita que existem vários mecanismos de associação que vai decodificando em nossa mente interpretações sobre o que escutamos ou lemos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;SEIS CARACTERES DO HIPERTEXTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;O hipertexto é uma metáfora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;1º -PRINCÍPIO DA METAMORFOSE&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “A rede hipertextual está em constante construção e renegociação” “... A estabilidade é em si mesma fruto de um trabalho&lt;/b&gt;”.&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Fortalecendo o que já foi dito; tudo tende a mudar à medida de seus aperfeiçoamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;2º -PRINCÍPIO DA HETEROGENEIDADE&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “Os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;3º - PRICÍPIO DA MULTIPLICIDADE E DE ENCAIXE DAS ESCALAS&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “O hipertexto se organiza em um modo ‘fractal’ ou seja, qualquer nó ou conexão, quando analisado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede, ao longo da escala dos graus de precisão”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Nesse trecho o autor faz uma definição clara do que é o hipertexto.Ele existe como uma parte de um todo mesmo que não seja visto em primeira estância.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O ‘todo’ está perfeitamente ligado ao fragmento lido. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;4º- PRINCÍPIO DA EXTERIORIDADE&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “A rede não possui unidade orgânica, nem motor interno.” “Sua modificação(aumento ou diminuição) depende de um exterior indeterminado(Ex:adição de novos elementos, conexões com outras redes etc... ‘captadores’)”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A rede hipertextual é inorgânica e funciona dependentemente de um agente por meio de um manuseio externo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;5º- PRINCÍPIO DA TOPOLOGIA&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “Nos hipertextos, tudo funciona por proximidade, por vizinhança. Neles, o curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de ligação e separação...” “... A rede não está no espaço, ela é o espaço”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Há no hipertexto ramificações com pontos de informação lógica e expansiva de um determinado assunto, dando um caráter de coesão ao mesmo, de modo que haja um entendimento amplo do que está sendo apresentado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;6°- PRICÍPIO DA MOBILIDADE DOS CENTROS&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;- “A rede possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas perpetuamente móveis...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Parágrafo que demonstra a visão de uma rede hipertextual visível a qual tudo é mutável exceto sua anatomia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;II - O HIPERTEXTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;MEMEX&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;A idéia do hipertexto foi enunciada pela primeira vez por &lt;i style=""&gt;Vannevar Bush 1945, &lt;/i&gt;em um célebre artigo&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;intitulado&lt;i style=""&gt; “As we may think”.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;“O Memex&lt;/i&gt; serviria para mecanizar a classificação e a seleção por associação. ‘Uns imensos reservatórios multimídia de documentos, abrangendo ao mesmo tempo imagens sons e textos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O &lt;i style=""&gt;memex: (&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Memory Extension) é uma máquina feita para auxiliar a memória e guardar conhecimentos. &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Bush propunha o funcionamento do Memex de acordo com o pensamento humano, segundo ele não de forma linear, e sim, através de associações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“A segunda condição a ser preenchida seria a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;miniaturização desta massa de documentos...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;XANADU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Uma espécie de biblioteca de Alexandria dos nossos dias.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Xanadu seria uma espécie de materialização do diálogo incessante e múltiplo que a humanidade mantém consigo mesma e com o seu passado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Nessa época ainda não se sabia como programar bancos de dados acima dessa ordem de grandeza”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Em segundo lugar todo esse trabalho (digitalização, formação, etc...) sairia muito cara”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Em terceiro nessa época não haviam tantos recursos voltados para essa contextualização, pois no domínio da multimídia interativa, quase tudo, estava ainda para ser inventado.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;CÍCERO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Projeto de um sistema educacional dirigido pelo professor &lt;u&gt;Bernard Frisher &lt;/u&gt;da Universidade da Califórnia em Los Angeles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;A terminologia para a denominação de tais sistemas ainda não foi definida ”. “O termo utilizado no livro é hipertexto – deixando claro que ele não exclui de forma alguma a dimensão audiovisual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;TECNICAMENTE UM HIPERTEXTO...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;É um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. Os itens de informação não são ligados linearmente, como em uma corda com nós, mas cada um deles, ou a maioria, estende suas conexões em estrela, de modo reticular. Navegar em um texto significa, portanto desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível. Por que cada nó por sua vez, conter uma rede inteira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;“Um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados de aquisição de informações e de comunicação&lt;/b&gt;”. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Existem várias definições de hipertexto, porém ele pode ser mais simplesmente explicado como um texto que se acha insuficiente a ponto de não conseguir explicar todo assunto e por isso insere outras informações Por interfaces (rodapés, imagens etc...), ou até mesmo informações de um determinado autor.Por exemplo: (seria muito interessante que se leia o texto (ou livro de...)).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;ALGUMAS INTERFACES DA ESCRITA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;“Notas de pé de página, página de título, cabeçalhos, numeração regular, sumários, notas, referencias cruzadas. &lt;/i&gt;Todos esses dispositivos lógicos, classificatórios e espaciais sustentaram-se uns aos outros no interior de uma estrutura sistemática”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Possibilitou um exame rápido do conteúdo dentre outras funções.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;À imprensa:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Aldo Manucio: &lt;/i&gt;Inventou o&lt;i style=""&gt; (In octavo)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Editor veneziano inventou também o estreitamento caractere &lt;i style=""&gt;Itálico &lt;/i&gt;e decidiu livrar os textos do aparelho crítico e dos comentários que os acompanhavam há séculos...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Foi assim que o livro tornou-se mais maleável, e disponível para a apropriação pessoal já que agora se poderia produzir em grande quantidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O autor chama a atenção para a perfeição da interface do jornal “&lt;b style=""&gt;...O jornal encontra-se todo em ‘open field’, já quase inteiramente desdobrado...” “Enquanto a interface informática, nos coloca diante de um pacote terrivelmente redobrado, com pouquíssima superfície que seja diretamente&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;acessível em um mesmo instante...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Aqui se nota uma considerável percepção, a de que as facilidades da informática acabam se tornando um verdadeiro baú com cadeado de infinitas combinações e de difícil manuseio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;O SUPORTE INFORMÁTICO DO HIPERTEXTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Realizando o sonho de Vannevar Bush, mas através de técnicas diferentes daquelas imaginadas em 1945. Os suportes de registro ótico como o CD-ROM oferece uma enorme capacidade de armazenamento em um volume bastante pequeno”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Existiu um grande desenvolvimento em torno do suporte Informático é analisado nesse livro.Grandes modificações ocorreram depois de1945, de tal forma que os registros não mais precisariam ser guardados apenas no computador (esse o qual não possuía memória tão extensa como a que se tem hoje ) eles poderiam ser registrados em um dispositivo denominado CD-RM (&lt;i style=""&gt;compact disc Record)&lt;/i&gt;Que é um Sistema de leitura de CD em computadores, para jogos e diversos tipos de software.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Hoje não mais se precisa de uma série de decodificações para inserir nenhum tipo de informação no computador, basta um leve manuseio de forma adequada e essa informação ficará gravada em um pequeno CD.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;NAVEGAR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;“A velocidade torna o hipertexto específico”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height: 150%;"&gt;A Internet tem vários ambientes.Um dos mais conhecidos deles é chamado &lt;b&gt;Web&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;WWW&lt;/b&gt;, que significa World Wide Web, ou, traduzindo, teia mundial. O conceito de web ou teia representa exatamente o que a Internet é: uma grande teia de cabos e comunicações via satélite ligando servidores e micro-computadores de todo o mundo entre si através do padrão de comunicação da Internet.Que é o que permite a rapidez e precisão no que você deseja procurar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height: 150%;"&gt;No caso do hipertexto a Web vai permitir que sua pesquisa seja enriquecida com outros sites que podem te levar ao aprofundamento de um conteúdo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;MAPAS IMPERATIVOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“A memória humana é estruturada de tal forma que nós compreendemos e retemos bem melhor tudo aquilo que esteja organizado de acordo com relações espaciais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Inspirados na mente humana os mapas imperativos darão uma dimensão real às informações apresentadas.Como a mente humana esses mapas farão o papel de um guia onde com alguns cliques será possível que uma pessoa consiga estar em lugares distantes&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;tudo isso virtualmente com a possibilidade de conhecê-lo.Isso ocorre por que como em um cérebro humano esses programas utilizam da associação para seus fins, como o pensamento ele une informações e até mesmo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;lugares reais dando informações como localização e noção de espaço.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;RÉQUEM PARA UMA PÁGINA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Os volumes da Britânnica ou da Universalis são muito pesados, inertes, imóveis. O hipertexto é dinâmico, está perpetuamente em movimento. Com um ou dois cliques, obedecendo por assim dizer ao olho, ele mostra ao leitor uma de suas faces, depois outra, ou certo detalhe ampliado, uma estrutura complexa e esquematizada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Esse trecho explica o dinamismo com que um leitor pode deleitar-se em um hipertexto, e como as pessoas sofriam com os volumes gigantes e pesados com todas as exegeses contidas em únicos e imensos livros de manuseio e entendimento muito parcial ou às vezes bastante complexo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;III – SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;O COMPUTADOR PESSOAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Desordem e caos: Silicon Valley&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;No início dos anos 60, na universidade de Stanford tinham sido implantadas, entre a NASA, Hewlet, Packard, Atari e Intel.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Entre os estudantes destacavam-se:&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Steve Jobs; Steve Wozniac&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;: Inventores do &lt;i style=""&gt;Blue Box (Home computer club).&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Em Berkeley existiam idéias sobre o desvio da alta tecnologia em proveito da “contra-cultura” e a slogans tais como Computers for the people (computadores para o povo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Define se a luta de jovens para que o acesso de pessoa à tecnologia fosse viável. Já que isso era restrito à grandes empresas e ao exercito.Porém é importante ressaltar que esses jovens não faziam idéia de que esses esforços renderiam tanto nos dias atuais. E como o autor disse devemos perdoar esses tais por não perceberem que isso que pra eles não passava de “simples” porém complexos experimentos, já que nessa época era visto apenas como entretenimento brilhante ( para eles apenas o fazer o protótipo funcionar é o que era interessante ).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;O CEGO E O PARALÍTICO, OU O ENGENHEIRO E O SOCIÓLOGO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O fracasso de uma informatização pode estar relacionado a detalhes mínimos, dissimulados entre as complexidades de um programa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Como foi visto, no caso da interface informática.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Esse trecho fala de que modo devem ser guiados os profissionais técnicos. (É importante que haja uma preocupação do mesmo no conforto do usuário) levando sempre em consideração as suas críticas e necessidades.Para ele não existe erro de programação e sim erro de quem a fez.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Separar o conhecimento da máquina da competência cognitiva e social é o mesmo que fabricar artificialmente um cego (o informata“puro” ) e um paralítico (o especialista “puro” em ciências humanas), que se tentará associar em seguida; mais será tarde demais,pois, os danos já terão sido feitos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Ele argumentou que hoje não se fazem informatas visando apenas a parte teórica, mecanizada e objetiva, pelo contrário, esse técnicos “intervêm sobre a comunicação, a percepção e as estratégias cognitivas de indivíduos e de grupos de trabalho...” Ou seja, eles se preocupam em adaptar a máquina ao mundo dos homens e não o contrário.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;MÁQUINAS DESEJÁVEIS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“A informática não intervém apenas na ecologia cognitiva, mas também nos processos de subjetivação individuais e coletivos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O computador (como qualquer outra máquina) pode ocasionar sentimento de desejo a um indivíduo. “Da mesma forma que ficamos apaixonados por um computador, um programa ou uma linguagem de programação”. O que é observado é que a informática está tão inserida no cotidiano da humanidade e tão disposto à atender suas necessidades que já é possível olhar o computador como um objeto mais subjetivo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;SOBRE O USO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Os críticos da informática acreditaram, ingenuamente, nos informatas que sustentavam, até cerca de 1975, que a ‘máquina’ era binária, rígida, restritiva, centralizadora, que não poderia ser de outra forma”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Formava-se uma idealização errônea de uma essência da informática, através dessas críticas. Douglas Engelbart (já nessa época ‘anos 60’) produzia um outro pensamento fundamentado em pesquisas sobre uma interação amigável. (Informática da comunicação).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Toda criação equivale a utilizar de maneira original elementos preexistentes. Todo uso criativo, ao descobrir novas possibilidades, atinge o plano da criação.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Em 1979, Daniel Bricklin e Robert Frankston lançam a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;primeira planilha, O Visicalc, usando o Apple 2.&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O visicalc permitia que pequenos empresários fizessem previsões (calculáveis) sem que precisasse programá-las.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;TECNOPOLÍTICA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Um programa resulta de uma utilização específica de um computador e uma linguagem de programação”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Cada programa segue um principio lógico de utilização e programação, de uma forma que jamais se ache um fato inicial ou final, que já não é uma interpretação.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A discursão sobre o valor da informática existiu em forma de artigos ou de livros como os de Vannevar Bush, Theodore Nelson ou Nobert Wiener. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Abertamente ou não, a questão do bom ou mau uso se coloca de maneira singular a cada instante de um processo técnico.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;V – O GROUPWARE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O usuário destes programas para equipes é explicitamente um coletivo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O trabalho em equipe significa uma promissora aplicação dos hipertextos, em relação à argumentação, discursão, organização e planejamento.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Ninguém faz absolutamente nada sozinho.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O groupware que acaba de ser citado está em uso atualmente em Austin, Texas, em uma versão um pouco menos completa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;AS REDES DE CONVERSAÇÕES DE WINOGRAD E FLORES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A finalidade dessas redes é exatamente manter um canal aberto entre as pessoas para que seja possível uma conversação e com ela a “resolução de problemas” ou a tentativa de “tomar decisões” em grupo para um melhor aproveitamento. “Ele anima e mantém a rede de conversação onde são trocados os compromissos”.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;As redes de conversações foram extraídas da obra de Terry Winograd e Fernando Flores, publicada em 1986.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 35.4pt; text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;ARGUMENTAÇÃO AUXILIADA POR COMPUTADOR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Os groupwares de auxílio à concepção e a discursão coletiva...”&lt;/b&gt;como já foi explicado, é utilizado como um captador de idéias e organizador das mesmas de forma que se possa perceber com bases argumentativas, totalmente sistematizadas a melhor decisão (Já argumentada). Há também uma ajuda perceptiva, que permite que os utilizadores do programa percebam a conversação como um todo e não vise apenas a sua ideologia.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;O HIPERTEXTO, MATERIALIZAÇÃO DO SABER COMUM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“O groupware elaborado pela equipe de Douglas Engelbart no Stanford Institute era mais do que um simples programa de auxílio à argumentação e ao diálogo cooperativo”.&lt;/b&gt; Ele possuía outros utilitários&lt;b style=""&gt;, &lt;/b&gt;entre eles um processamento de textos que permitia que fossem lidos e anotados. Um “journal” , estrutura hipertextual que permitia ao usuário uma visualização mais apurada e profunda do assunto citado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;VI – A METÁFORA DO HIPERTEXTO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;COMO O PENSAMENTI ATINGE AS COISAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;“As experiências que temos sobre as coisas misturam-se com imagens em demasia, ligam-se por um número excessivo de fios ao inextricável emaranhado das vivências ou à indizível qualidade do instante: não nos é possível ordená-las, compará-las, dominá-las. Uma vez que as entidades singulares e móveis do concreto tenham sido descoloridas e aplainadas, quando a lava espessa do futuro tiver sido planejada sobre poucos estados possíveis de um sistema simples e maleável, então nossa consciência míope e débil, em vez de perder-se nas coisas, poderá finalmente dominar, mas apenas através destas sombras minúsculas que são os signos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 108pt; text-align: justify; text-indent: -18pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;color:#000000;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Þ&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A realidade é formada por pensamentos inventados e representados pela nossa memória. O nosso entendimento sobre o futuro e seu resultado exteriormente, provém, de utilização da experiência acumulada.&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Nosso pensamento é explicado pela manipulação e a imaginação, fatores que explicam idealizações com o auxílio de metáforas, de pequenos modelos concretos de origem às vezes originados da técnica.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 54pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2522201730833764269?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2522201730833764269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2522201730833764269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2522201730833764269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2522201730833764269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/fichamento-do-1-captulo-do-livro.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2959064232981457232</id><published>2008-04-15T08:33:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T08:35:09.494-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Aluno: Afonso Augusto M. Ferraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manoel Castells, aborda em seu texto, as influências que as inovações tecnológicas tiveram nas vidas das pessoas, reestruturando as bases da sociedade e suas relações. Vemos aí, a integração global dos mercados financeiros, o surgimento da globalização.&lt;br /&gt;Passa a haver uma redefinição fundamental de relações entre homens, mulheres, da família, sexualidade, personalidade. A sociedade passa por mudanças tão drásticas que as pessoas passam a correr desesperadamente em busca de uma identidade, um significado para suas vidas. “Cada vez mais, as pessoas organizam seu significado não em torno do que fazem, mas com base no que elas são ou acreditam que são. Enquanto isso, as redes globais de intercâmbios instrumentais conectam e desconectam indivíduos, grupos, regiões e ate países, de acordo com sua pertinência na realização dos objetivos processados na rede, em um fluxo continuo de decisões estratégias. Segue-se uma divisão fundamental entre o instrumentalismo universal abstrato e as identidades particularistas historicamente enraizadas. Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre a Rede e o Ser.”&lt;br /&gt;Castells diz que a sociedade, embora não possa determinar a tecnologia, pode, por intermédio do estado, impedir o seu crescimento. Ele afirma que o que traça o destino de uma sociedade, isso é, se ela prosperará ou não, é a sua habilidade ou inabilidade de se utilizar de suas tecnologias. A tecnologia incorpora a capacidade de transformação das sociedades. Como exemplo ele cita a China e a Europa. A China, por volta de 1400, época em que o renascimento europeu plantava as sementes intelectuais da sua transformação tecnológica, era a civilização mais avançada em termos tecnológicos do mundo, porém ainda assim, nas Guerras do Ópio, em 1842, já havia sido subjugada pelas imposições coloniais da Grã-Bretanha e sua superioridade tecnológica.&lt;br /&gt;Castells fala também da relação entre Estado e inovação tecnológica quando cita o surgimento do Minitel, na França em 1978. O Estado se comprometeu na criação de um programa em que cada casa receberia gratuitamente a instalação do Minitel no lugar de uma linha telefônica convencional. Mesmo com sua tecnologia primitiva, o Minitel foi muito bem aceito nos lares francês, graças à competência do Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2959064232981457232?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2959064232981457232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2959064232981457232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2959064232981457232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2959064232981457232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/universidade-estadual-de-santa-cruz.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-8150769621592204761</id><published>2008-04-15T08:12:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T08:13:43.195-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: A rede e o Ser</title><content type='html'>UESC   Comunicação Social (rádio e tv)&lt;br /&gt;Disciplina: Oficina de Telemática e Informática   prof.: Otávio&lt;br /&gt;Aluna: Laiz Nascimento Dias I semestre de 2008   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Uma intensa dinâmica tecnológica voltada para informação, envolve uma vasta rede global e dessa forma, economias mundiais passaram a manter uma maior interdependência mais globalizada, produzindo novos formatos sempre relacionados entre a economia, o Estado e a sociedade.&lt;br /&gt;           Diante das diversas mudanças vistas no século XX, torna-se necessário destacar uma das principais, que foi a revisão geral do sistema capitalista caracterizado por maior flexibilidade de gerenciamento. Basicamente resultou na integração global dos mercados financeiros, intervenção estatal para desregular os mercados de forma seletiva, novo sistema de comunicação com uma linguagem digital universal, mudanças fundamentais na sociedade, entre outros.&lt;br /&gt;           Um bom exemplo da intervenção estatal relacionado ao sistema informacional, encontra-se no primeiro sistema de vídeo-textos denominado de Minitel, projetado em 1984 na França que obteve grande aceitação dos lares franceses. O comprometimento do Estado francês com esse experimento e a acessibilidade do cidadão comum ao produto garantiu um surpreendente sucesso. Na década de 90, o Minitel mudou seu antigo papel, devido ao apelo sexual que passou a ocorrer na linha, transformou-se então em um sistema de serviços empresariais em rede e uma nova entrada no auxílio da Internet.&lt;br /&gt;          Porém, nem todos os momentos em que o Estado interveio garantiram sucesso no aparato tecnológico, tomamos como exemplos a China. A trajetória da tecnologia seguira nesse país por muitos séculos e o mais incrível era que esse rumo foi tomado sob a orientação estatal. Mas, no momento em que a Europa embarca na era das descobertas e posteriormente, da Revolução Industrial. Surgiram várias análises de historiadores como Needham, Qian, Jones e Mokyr para explicar essa intervenção estatal que direcionou de outra forma a tecnologia chinesa.&lt;br /&gt;           Então, o interessante agora a partir desses dois exemplos acima é analisar os distintos resultados obtidos pela intervenção estatal (e por sua falta) como no caso da China e podemos também destacar a União Soviética em relação ao Japão, como também já mostrado o caso do Minitel na França e entre outros países. O que deve ser compreendido é que o papel do Estado, seja interrompendo, seja promovendo, seja liderando a inovação tecnológica, é um fator decisivo no processo geral.       &lt;br /&gt;           A tecnologia expressa a habilidade de uma sociedade para impulsionar seu domínio tecnológico por intermédio das instituições sociais podem entrar num processo acelerado de modernização tecnológica modificando o destino das economias, do poder militar e do bem estar social. Se há habilidade ou inabilidade de as sociedades dominarem a tecnologia pode-se destacar que a tecnologia (ou sua falta) incorpora a capacidade de transformação social, apesar de não determinar a evolução histórica e a transformação social.     &lt;br /&gt;           A Revolução tecnológica atual originou-se de um cenário histórico onde ocorria a reestruturação global do capitalismo, nesse contexto o desenvolvimento e as manifestações dessa revolução foram moldados pelas lógicas e interesses capitalistas.Portando, a nova sociedade envolvida nesse processo de transformação é capitalista e informacional, apresentando variações em diferentes países.&lt;br /&gt;           Essa nova estrutura social está envolvida com o novo modo de desenvolvimento, o informacionalismo, historicamente moldado, pela reestruturação do modo capitalista de produção, no final do século XX. As sociedades nesse contexto, são organizadas em processos estruturados por relações historicamente determinada de produção, experiência e poder. Basta destacar que o produto desse processo produtivo é usado pelos atores sociais de duas formas: consumo e excedente.&lt;br /&gt;           O princípio  estrutural de apropriação e controle do excedente caracteriza um modo de produção, que no século XX dois principais modos tornaram-se predominantes: o capitalismo e o estatismo. O capitalismo visa a maximização do lucro, no estatismo visa a maximização da produção, o informacionalismo visa o desenvolvimento tecnológico, isto é, a acumulação de conhecimento tecnológico, isto é, a acumulação de conhecimentos e maiores níveis de complexidade do processamento da informação. Esses modos de desenvolvimento modelam toda a esfera de comportamento social, inclusive a comunicação simbólica.&lt;br /&gt;           Nesse novo quadro de princípios e estruturação social, do encaminhamento e formação de paradigma da tecnologia da informação em um processo de reestruturação e a difusão do informacionalismo fossem processos inseparáveis, deve-se acentuar a diversidade cultural e institucional das diversas sociedades informacionais apesar, de todas capitalistas.&lt;br /&gt;           No mundo de mudanças confusas e incontroladas as pessoas tendem a reagrupar-se em torno de identidades primárias: religiosas, étnicas, territorias, nacionais. Os primeiros passos históricos das sociedades informacionais parecem caracterizá-la pela preeminência da identidade como seu princípio organizacional, ou seja, em um mundo de fluxos globais de riqueza, poder e imagens, a busca pela identidade, coletiva ou individual atribuída ou construída, torna-se a fonte básica de significado social. As redes globais possuem um fluxo contínuo de decisões estretégicas que vão de “encontro” com a busca de identidade social. No trecho do prólogo Castellus destaca “Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre : a Rede e o Ser”, ou seja, há uma divisão essa rede universal abstrata e as identidades particulares.&lt;br /&gt;           Ao analisar esse contexto, Raymond Bargolow destacou que “A mudança histórica das tecnologias mecânicas para as tecnologias de informação ajuda a subverter as noções de soberania e auto suficiência que serviam de âncora ideológica à identidade individual...”,  a partir dessa informação pode-se concluir de forma paradoxal que a tecnologia está ajudando a desfazer a cosmovisão por ela promovida no passado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-8150769621592204761?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/8150769621592204761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=8150769621592204761' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8150769621592204761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8150769621592204761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_9241.html' title='Prólogo: A rede e o Ser'/><author><name>Laiz Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05605020904190668467</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_1tqp_Km__rQ/TSAibEFI78I/AAAAAAAAAfE/hf1VbG1nLfA/S220/PC290732.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2551524485220135905</id><published>2008-04-15T07:46:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T07:47:00.529-07:00</updated><title type='text'>Comentários sobre o texto: “ Prólogo: a Rede e o Ser”</title><content type='html'>Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Nome: Ítala Santana Santos&lt;br /&gt;2008.1-Comunicação Social&lt;br /&gt;                       Disciplina: Informática e Telemática&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo “Prólogo a Rede e o Ser” de Manuel Castells retrata a nova estrutura social associada ao surgimento de um novo modo de desenvolvimento, o informacionalismo, que historicamente foi moldado pela reestruturação do capitalismo.&lt;br /&gt;Nele podemos ver claramente o comportamento do mundo após o surgimento destas novas tecnologias, que mudaram as relações: políticas com o surgimento de uma nova geopolítica, econômicas já que agora economias de todo o mundo matem uma interdependência, sociais com uma reformulação nas relações mulher, homem,crianças, enfim a família, a sexualidade e personalidade.E alem disso mudança na estrutura já que ouve um desenvolvimento desigual que resultou no aumento da pobreza em alguns lugares e em outros a riqueza cresce de forma gradativa como na Europa.&lt;br /&gt;Castells também quis retratar o relacionamento do Estado com o surgimento destas novas tecnologias seja para reprimir o seu surgimento como no caso dos chineses que foram pioneiros  em vários setores mais optaram  por  parar seus avanços, ou  para colaborar como no caso do Japão que se tornou uma potência tecnológica com o grande apoio que o Estado ofereceu, outro exemplo de colaboração é o ocorrido na França que teve uma experiência com um produto denominado minitel que mesmo sendo de baixa resolução,pouca velocidade e não oferecer uma variedade de serviço se tornou popular graças a intervenção do Estado, em fim o Estado usa a tecnologia conforme seu interesses  indicam sempre levando em conta que não pode ocorre a quebra de seu domínio com qualquer nova descoberta tecnológica. Assim ele procura mostrar as mudanças sofridas por uma sociedade que mesmo configurada de forma global é cada vez mais individualista  e tem relações muito complexa e que as mudanças ocorridas, sejam elas culturais ou sociais agride de certa forma a sociedade que fica dividida entre a Rede e o Ser ,e com isso não sabendo como se comportar na era da informação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2551524485220135905?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2551524485220135905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2551524485220135905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2551524485220135905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2551524485220135905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/comentrios-sobre-o-texto-prlogo-rede-e.html' title='Comentários sobre o texto: “ Prólogo: a Rede e o Ser”'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-513269991980524610</id><published>2008-04-15T07:45:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T07:51:13.422-07:00</updated><title type='text'>RESUMO: PRÓLOGO: A REDE E O SER ( A sociedade em rede_ Manuel Castells)</title><content type='html'>UESC- UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ&lt;br /&gt;COMUNICAÇÃO SOCIAL (RÁDIO E TV)DISCIPLINA: INFORMÁTICA E TELEMÁTICA&lt;br /&gt;TURMA: 2008.1&lt;br /&gt;ACADÊMICA: Dayane F Leal Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO: PRÓLOGO: A REDE E O SER ( A sociedade em rede_ Manuel Castells)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                               “E como uma segunda pele,  um calo, uma casca,Uma cápsula protetora...&lt;br /&gt;Pela janela do quarto,pela janela do carro,pela tela, pela janela(quem é ela, quem é ela?)Eu vejo tudo enquadrado,remoto controle....”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram demasiados os acontecimentos relevantes que afetaram significantemente a sociedade no século passado. No entanto, não seria exagero conceber a eminente revolução tecnológica ocorrida nesse período como o fato de maior importância, já que essa revolução, concentrada nas tecnologias da informação, remodelou ( remodela ) a base material da sociedade num ritmo jamais visto.Surge uma nova forma de relação entre a economia, o Estado e a sociedade, na qual esses elementos se manifestam de forma simétrica.Por conseguinte, outra importante relação surgida nesse contexto foi a interdependência das sociedades, tendo destaque a área econômica que deixou de ser local.&lt;br /&gt;.Nesse cenário, ou em função dele, o Capitalismo, segundo Manuel Castells,passa por um processo de reestruturação, reestruturando, por sua vez, as próprias sociedades nas quais esse sistema está presente ( e onde ele não está também). Tal metamorfose pode ser vista em vários âmbitos: surgem novos sistemas de comunicação que falam uma língua universal digital ( distribuição e personalização de sons, palavras, imagens); redes de computador e canais de comunicação moldam a vida e são moldados por ela; há uma notável transformação da condição feminina e do relacionamento ente sexos, bem como a redefinição das relações da própria família; movimentos sociais se fragmentam... Tudo isso, somado ao fato de que existe um desenvolvimento desigual das sociedades ( o que é facilmente percebido!), nos faz ter uma noção do papel que as inovações tecnológicas exerce em nosso cotidiano.&lt;br /&gt;E, o que estrutura ou determina esse papel?? Em partes, o próprio Estado. “Em grande parte, a tecnologia expressa a habilidade de uma sociedade para impulsionar seu domínio tecnológico por intermédio das instituições sociais, inclusive o Estado”. Um caso a exemplificar essa afirmação é o da China que, antes era tida como modelo de nação de descobertas técnicas e científicas, e tão logo passou por um período de estagnação tecnológica, com o amparo de seu próprio Estado, que estabeleceu essa retaliação.&lt;br /&gt;Outro exemplo de como o Estado pode influenciar na difusão e penetração de tecnologias em uma sociedade pode ser observado na França com o invento denominado MINITEL ( dispositivo precursor da internet francesa). O Minitel foi o primeiro experimento em larga escala, juntamente com o Arpanet nos EUA, introduzido pelo Estado, na década de 1980, e foi tido como um mecanismo estratégico para levar a França à sociedade da informação. O que, certa forma o fez, não obstante com inúmeras limitações. Logo, por tais limitações, ficou restrito ao território francês, não se decompondo com fez a INTERNET. Apesar disso, analisando o Minitel, percebe-se que ele, como instrumento tecnológico incorporado pelos cidadãos de uma sociedade, modificou a rotina destes, quando passou a fazer parte da própria vida francesa.&lt;br /&gt;As inovações tecnológicas, como está pautado no prólogo da “Sociedade em Rede” de Castells, não influem apenas no ambiente externo _sociedade_ de um indivíduo. Também infuenciam na maneira de (re)pensar o mundo. Nesse ambiente de mudanças confusas e incontroladas, as pessoas tendem a reagrupar-se em torno de IDENTIDADES primárias ( religiosas, étnicas, territoriais, nacionais), sendo a religião_ ou o fundamentalismo religioso_ a maior força de identificação pessoal nesses tempos conturbados. Castells enfatiza que “em um mundo de fluxos globais de riqueza, poder e imagens, a busca de identidades, coletiva ou individual, atribuída ou construída, torna-se a fonte básica de significado social. Com base no que são ou no que acreditam que são, e não mais, como outrora, em torno do que fazem,as pessoas organizam seu significado.Enquanto isso, as redes globais conectam e desconectam indivíduos, grupos, regiões e até países. Há uma perceptível divisão entre o instrumental abstrato (REDE) e as identidades particulares ( SER). “Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre a REDE e o SER”. Vida vazia, mundo abarrotado!. Então, seriam essas identidades uma forma de se protegem dessa “confusão” tecnológica, desse ambiente onde o “simultâneo” é o meio de se enxergar com clareza a vida???Seriam essas identidades uma forma de segurança pessoal???Esse medo da internet_ a mais expressiva inovação do tecnológico???? São essas e demais questões que o sociólogo espanhol nos elucida em seu brilhante trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-513269991980524610?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/513269991980524610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=513269991980524610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/513269991980524610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/513269991980524610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/resumo-prlogo-rede-e-o-ser-sociedade-em.html' title='RESUMO: PRÓLOGO: A REDE E O SER ( A sociedade em rede_ Manuel Castells)'/><author><name>Gestão "Movimente-se" -CAJAM</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-1785741664208150916</id><published>2008-04-15T07:42:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T08:04:53.811-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manuel castells'/><title type='text'>[A Rede e o Ser - Manuel Castells] por Héber Brandão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        Através de um estudo cuidadoso e detlhista, o autor visa analisar a sociedade após uma série de transformações tecnológicas, as quais reestruturaram toda uma sociedade. Num primeiro instante, a dinâmica socioeconômica global foi alterada, provocando uma maior interação entre os diversos mercados financeiros, ao passo que, aqueles que não se adequam a essa nova geopolítica são postos à parte desta sociedade, acentuando este desenvolvimento desigual. A comunicação também foi objeto de mudança neste contexto. Uma linguagem, cada vez mais universalizada, foi tomando espaço, a fim de promover uma maior integração e interação entre os povos.&lt;br /&gt;    É visto que as mudanças puramente sociais são as mais afetadas neste âmbito de transformações. As relações entre os sexos opostos, a família, a personalidade foram redefinidas neste domínio de disputas. A identidade, ou melhor, a busca da identidade tornou-se o objeto primordial para a significação social. O homem tem sido subjulgado a um posto de automatização, ao evidenciar que a teoria tem tomado o lugar da razão, renunciando, assim, a capacidade de o homem entender, analisar e encontrar sentido naquilo o que faz.&lt;br /&gt;      Castells rejeita as idéias de que a sociedade implementa as tecnologias ou as tecnologias alteram a sociedade, ele afirma que a tecnologia é a sociedade. A partir deste momento, explica a relação entre o papel do Estado e o desenvolvimento de uma tecnologia. A internet, por exemplo, foi fruto de uma tentativa militar com o objetivo de proteger a rede de comunicação norte-americana. Em seus primórdios se chamava ARPANET, sendo que era uma rede, que não possuia um centro, cujas informações não fossem perdidas no caso de uma base ser destruída. A fim de reforçar seu argumento, Castells ainda nos conta a história da China e do Japão que, através do modo como o Estado interferiu no desenvolvimento tecnológico, colaborou ou prejudicou na organização das forças sociais dominantes.&lt;br /&gt;          Ao estudar a atual estrutura social, somos contemplados com a teoria do informacionalismo, a qual está associada ao atual modo de desenvolvimento. Dentro disto, as relações de poder são constituídas em cada período histórico. Tento como base o Estado, o poder se estabelece e é difundido por toda sociedade através do que é proposto por Foucault. No informacionalismo, a produção se encontra na geração de conhecimentos e processamento de informação.  A busca por conhecimentos e informação caracteriza o informacionalismo. Surge, então, o capitalismo informacional, e com ele, uma sociedade informacional.&lt;br /&gt;        Pensou-se a respeito de como se comportaria esta sociedade; se de modo integrado com outras identidades culturais, a fim de que a informação fosse capaz de circular; ou de modo individual, pelo fato de se estar inserido num contexto cada vez mais global, correndo o risco de haver uma perda de identidade. Ao mesmo tempo que o informacionalismo aumenta a capacidade humana de organização e integração, promoveu o surgimento de um sujeito separado, independente.&lt;br /&gt;               Dispositivos foram criados a fim de impulsionar a comunicação no mundo. Na França, um sistema de videotexto foi criado, o qual se chamava Minitel. O Minitel era um aparato que permitia inúmeras ações &lt;span style="font-style: italic;"&gt;online&lt;/span&gt; através da linha telefônica, se tornando bem sucedido na França por 15 anos. Apesar de ser limitado quanto à sua velocidade de transmissão, o Minitel foi bem recebido devido ao investimento governamental e a simplicidade de uso. Cada cidadão recebeu um Minitel gratuíto no lugar de receber a lista telefônica, como forma de impulsionar a comunicação. Dentre muitos usos, ele foi utilizado para promover o entretenimento sexual, o que fez o governo tomar algumas restrições administrativas quanto ao uso do Minitel. O fracasso dessa tecnologia deu-se pela sua limitação informacional, pois não era capaz de processar informações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-1785741664208150916?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/1785741664208150916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=1785741664208150916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1785741664208150916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1785741664208150916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/rede-e-o-ser-manuel-castells-por-hber.html' title='[A Rede e o Ser - Manuel Castells] por Héber Brandão'/><author><name>Héber Brandão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16023199788855540739</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_8IUVthktk-Y/R-g4XgDHqVI/AAAAAAAAAAU/Jj86FAgaNkA/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4919580320927542344</id><published>2008-04-15T07:28:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T07:30:54.959-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: a Rede e o Ser</title><content type='html'>Aluna: Natália Sampaio da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;      Manuel Castells em seu texto Prólogo afirma que a revolução tecnológica transformou a vida em sociedade. Economia, estado e capitalismo passam por profundas reestruturações fazendo com que ocorra uma descentralização das empresas e um aumento na concorrência global. Essas transformações acentuaram o desenvolvimento desigual ocorrendo também, na esfera social. São alteradas as relações familiares, os movimentos sociais passam a ser fragmentados, as pessoas tendem a reagrupar-se em torno de identidades primárias: religiosas, étnicas, territoriais e nacionais. A busca pela identidade coletivo ou individual torna-se a fonte básica de significado social, as pessoas cada vez mais organizam seus significados não em torno do que fazem, mas no que elas são ou acreditam que são. Quando função e significado entram em colapso os padrões de comunicação social ficam sob tensão. E quando a comunicação se rompe ou quando já não existe nem de forma conflituosa surge uma alienação, os indivíduos passam a considerar o outro como um estranho.&lt;br /&gt;       Nesse processo a fragmentação social se propaga a medida que as identidades ficam mais especificas e mais difíceis de compartilhar.  Segundo Castells a tecnologia não determina a sociedade nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica, pois o resultado final depende de um complexo padrão interativo. A revolução tecnológica ampliou o desenvolvimento na década de 60, um exemplo disso é a criação da ARPANET, estabelecida  pelo Departamento de Defesa dos EUA, tornou-se a base principal da comunicação global que com o tempo tornou-se  a internet.&lt;br /&gt;        Apesar de não determinar a tecnologia, o estado pode sufocar seu desenvolvimento ou então pela intervenção estatal, a sociedade pode entrar no processo acelerado de modernização tecnológica capaz de mudar o destino das economias, do poder militar e do bem estar social em poucos anos. Exemplo disso é o surgimento ocorrido na França com o apoio do Estado, o Minitel que consiste num sistema organizado que liga servidores através de terminais e possui uma estrutura homogênea na questão tarifária como na rede de computadores.&lt;br /&gt;Sem dúvida a habilidade ou inabilidade das sociedades dominarem as tecnologias em cada período histórico, traça seu destino, embora não determine a transformação social, a tecnologia ou a falta da mesma incorpora a capacidade de transformação da sociedade.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4919580320927542344?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4919580320927542344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4919580320927542344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4919580320927542344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4919580320927542344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_4616.html' title='Prólogo: a Rede e o Ser'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-660717471901839654</id><published>2008-04-15T06:47:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T07:43:07.037-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: a Rede e o Ser</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;     A revolução tecnológica concentrada nas tecnologias da informação foi um fato marcante na história e a cada dia altera a estrutura econômica, social, política e mudam também a condição de vida das pessoas e as rotinas do seu cotidiano. A tecnologia promove o crescimento da produção, acentua as divisões do trabalho, favorece a concentração de lucros que é o principal objetivo do capitalismo, e conecta a economia de todo o planeta.&lt;br /&gt;   O colapso do estatismo soviético enfraqueceu o desafio histórico do capitalismo, o qual passa por uma reestruturação, caracterizada pela individualização e diversificação das relações de trabalho, descentralização e organização das empresas, incorporação feminina ao mercado de trabalho, intervenção estatal pra desregular os mercados e o crescimento da concorrência econômica mundial.&lt;br /&gt;   Segundo Castells a tecnologia não determina a sociedade, incorpora-a, ou seja, a sociedade adapta-se a tecnologia. Para ele, a tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas. A Internet é um exemplo de interação tecnológica do dia a dia, surgiu a partir de um esquema imaginado pelo Departamento de defesa norte-americano no intuito de proteger os sistemas de comunicação dos Estados Unidos de possíveis ataques soviéticos, e hoje tornou –se uma imensa rede que não pode ser controlada.&lt;br /&gt;   Embora não determine a tecnologia, a sociedade pode sufocar seu desenvolvimento principalmente por intermédio do Estado, como aconteceu na China, ou a sociedade pode entrar em rápido processo de modernização também por intervenção estatal, assim como no Japão. Em outra obra de Castells, “A cultura da virtualidade real”, ele apresenta outro exemplo de relação entre o Estado e a tecnologia, o Minitel, que foi um sistema de videotextos projetado em 1978, sucesso na França porque proporcionava a população simplicidade de uso e a objetividade do sistema de faturamento bem - organizado que o tornaram acessível e confiável ao cidadão comum e pelo comprometimento do governo francês com o experimento. Com uma tecnologia primitiva o Minitel fornecia a principio o mesmo serviço que na comunicação telefônica tradicional, depois passou a oferecer novos serviços que popularizou o sistema, entre eles as linhas eróticas. Mais tarde o Minitel começa a cair devido as limitação de seu sistema e a solução encontrada foi tornar o serviço pago, para mantê-lo em funcionamento.&lt;br /&gt;   A tecnologia da informação influencia na comunicação das pessoas, promove a interação de diferentes culturas, integra o mundo em redes globais e estabelece o surgimento de uma nova estrutura social baseada principalmente por um interação virtual. Devido a essas constantes mudanças, as pessoas estão se reagrupando em identidades primárias (religiosas, étnicas e nacionalistas) em busca de novas identidades coletivas.    &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;      Aluna: Marília Gabriela Morais Borges&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-660717471901839654?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/660717471901839654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=660717471901839654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/660717471901839654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/660717471901839654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_5267.html' title='Prólogo: a Rede e o Ser'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7514818632508769620</id><published>2008-04-15T06:37:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T17:34:15.107-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: A rede e o ser</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Nos finais do segundo milênio, uma revolução tecnológica concentrada nas tecnologias da informação remodelou a base material da sociedade em ritmo acelerado. Economias do mundo passaram a manter interdependência global, uma nova relação entre Estado, sociedade e economia. O declínio do socialismo e a ascensão do capitalismo em várias vertentes da sociedade, com maior flexibilidade de gerenciamento, descentralização das empresas e sua organização em rede; individualização e diversificação cada vez maior das relações do trabalho; penetração de grande escala das mulheres na força de trabalho remunerada, geralmente em fatores discriminatórios e aumentos da competitividade econômica global. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Em decorrência disso, observa-se as transformações mundiais, como a integração global dos mercados financeiros, a difícil unificação econômica da Europa, o desenvolvimento da região do Pacífico asiático.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Além de todos esses acontecimentos, um novo sistema de comunicação que fala cada vez mais uma língua universal digital, tanto está promovendo a integração global da produção e distribuição de palavras, sons e imagens de nossa cultura como personalizando-os ao gosto das identidades e humores do indivíduos .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Contudo, pode- se analisar que as mudanças sociais são tão drásticas quanto os processos de trasformação tecnológica e econômica. Está ocorrendo uma constante reconfiguração da sociedade, nesse mundo de mudanças confusas e incontroladas, de fluxos globais de riqueza, poder e imagens. Com isso, a busca pela identidade coletiva ou individual, atribuída ou contruída, torna- se fonte básica de significado social. Cada vez mais as pessoas organizam seu significado não em torno do que fazem, mas com base no que elas são ou acreditam que são. Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre a Rede e o Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;A tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas. O grande processo tecnológico que se deu no início dos anos 70 pode, de certa forma, ser relacionado a cultura de liberdade, inovação individual e iniciativa empreendedora. Produzindo inovações tecnológicas, um exemplo é a Internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;No entanto, embora não determine a tecnologia, a sociedade pode sufocar seu desenvolvimento principalmente por intermédio do Estado. Contudo, a dependência exclusiva do Estado tem um preço, e o preço à exemplo da China, foi o atraso, fome, epidemias, dominação colonial e guerra civil, até pelo menos meados dos séculos XX. Além desse, observa-se o estatismo soviético e o período de isolamento histórico do Japão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;E se tratando de tecnologia tem- se a história do Minitel. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Um sistema de videotextos projetado em 1978 pela Companhia Telefônica Francesa, o Teletel alimentava os terminais do Minitel. Conseguiu-se esse êxito apesar da limitada tecnologia de vídeo e transmissão. Atrás desse sucesso do Minitel havia duas razões fundamentais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;a primeira era o comprometimento do governo francês com o experimento;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;a segunda era a simplicidade de uso e a objetividade do sistema de faturamento bem-organizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;No entanto as pessoas precisavam de um incentivo extra para usá-lo. Cada casa recebeu a opção da entrega do terminal Minitel gratuito no lugar da lista telefônica normal. Era um modo de estimular o uso das telecomunicações, de promover a familiaridade tanto das empresas como das pessoas em geral com o novo meio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Os primeiros serviços oferecidos pelo Minitel eram os mesmos que estavam disponíveis na comunicação telefônica tradicional: lista telefônica, reservas de transporte, entre outros. A medida que o sistema e as pessoas foram ficando mais sofisticadas outros serviços sociais começaram a ser oferecidos via Minitel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;O sistema "pegou fogo" com a introdução das linhas de bate-papo ou messageries, cuja maior parte logo se especializou em oferecimento de sexo ou conversas sobre sexo. Essa fascinação pelo uso íntimo do Minitel foi decisiva para assegurar sua rápida difusão entre o povo francês, apesar dos protestos solenes de puritanos pudicos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Quando na década de 90, o Minitel enfatizou seu papel como provedor de serviços também deixou suas limitações naturais como meio de comunicação. Sob o aspecto tecnológico, o Minitel contava com uma tecnologia de transmissão e vídeo muito antiga. Sob o aspecto constitucional, era muito inflexível para uma sociedade culturalmente sofisticada como a francesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;A solução clara adotada pelo sistema francês foi oferecer a opção, paga, de ligar-se à Internet em âmbito mundial. Com isso, o Minitel ficou dividido internamente entre um serviço burocrático de informação, um sistema de serviços empresarias em rede e uma estrada subsidiária para vasto sistema de comunicação da constelção da Internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Aluna: Égila Passos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1° Semestre de Com. Social &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Disciplina: Infomática e Telemática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7514818632508769620?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7514818632508769620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7514818632508769620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7514818632508769620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7514818632508769620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-o-ser.html' title='Prólogo: A rede e o ser'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-8480357359111740013</id><published>2008-04-15T05:15:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T05:21:28.923-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: a Rede e o Ser</title><content type='html'>Aluna: Tailane Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu texto Prólogo: a Rede e o Ser, Manuel Castells afirma que vários acontecimentos históricos vêm dando uma nova forma ao cotidiano social humano.As tecnologias da informação estão reformando a base material da sociedade.&lt;br /&gt;Esses processos de transformação tecnológicos e econômicos refletem nas mudanças sociais e todas essas mudanças tornam-se confusas e incontroladas, e as pessoas acabam se reagrupando em torno de identidades primárias: religiosas, étnicas, territoriais e nacionais.Elas se firmam num fundamentalismo religioso (seja ele qual for) como uma segurança pessoal.A identidade religiosa e étnica tem sido a base do significado desde os primórdios da sociedade humana.A identidade está se tornando a principal e até a única fonte de significado em um período histórico com tantas mudanças.Cada vez mais as pessoas atribuem seu significado, não pelo que fazem, mas pelo que são ou que acham que são.&lt;br /&gt;“Nossas sociedades estão cada vez mais estruturadas em uma oposição bipolar entre a Rede e o Ser”.&lt;br /&gt;Segundo Castells, a tecnologia não determina a sociedade e nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica.Na verdade, o dilema do determinismo tecnológico é, provavelmente, um problema infundado, dado que a tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas.&lt;br /&gt;Ainda que a sociedade não determine a tecnologia, ela pode retardar seu desenvolvimento por intermédio do Estado.Se o Estado não segue as tendências de tais mudanças, acaba deixando o país passos atrás em comparação aos outros que as seguem.&lt;br /&gt; A China, considerada avançada até mesmo em séculos passados, se viu “atrasada” em relação aos outros países, devido à restrição do Estado em aplicar essas mudanças tecnológicas.Essa dependência da China com o Estado a fez passar por dificuldades até meados do século XX.&lt;br /&gt; Outro exemplo de relação Estado e tecnologia é o da França que teve total apoio do Estado.A Companhia Telefônica Francesa projetou em 1978 um sistema de videotextos, a Teletel, a rede alimentadora dos terminais do MINETEL, introduzido no mercado em 1984.Foi o primeiro e maior desses sistemas em âmbito mundial apesar de sua tecnologia primitiva, conquistando grande aceitação dos lares franceses crescendo em proporções fundamentais.&lt;br /&gt;Todo esse sucesso do MINETEL foi devido ao comprometimento do governo francês com o experimento e a simplicidade de uso e a objetividade do sistema de faturamento bem organizado que tornaram acessível e confiável ao cidadão comum.O governo francês se comprometeu veemente para fazer com que cada casa tivesse acesso a um terminal do MINETEL de forma gratuita.&lt;br /&gt;O que deve ser guardado para o entendimento da relação entre a tecnologia e a sociedade é que o papel do Estado seja interrompendo, seja promovendo, seja liderando a inovação tecnológica, é um fator decisivo no processo geral, á medida que expressa e organiza as forças sociais dominantes em um espaço e uma época determinada.Em grande parte, a tecnologia expressa a habilidade de uma sociedade para impulsionar seu domínio tecnológico por intermédio das instituições sociais, inclusive o Estado.O processo histórico em que esse desenvolvimento de forças produtivas ocorre assinala as características da tecnologia e seus entrelaçamentos com as relações sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-8480357359111740013?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/8480357359111740013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=8480357359111740013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8480357359111740013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8480357359111740013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_15.html' title='Prólogo: a Rede e o Ser'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4527352521147342034</id><published>2008-04-14T20:44:00.000-07:00</published><updated>2008-04-14T20:46:43.709-07:00</updated><title type='text'>Prólogo a Rede e o Ser</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Aluno: Erlo Barbosa Souza&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Manuel Castells, cientista social, começa o seu texto Prólogo: a Rede e o Ser, abordando a recente reformulação da sociedade, em função de certas inovações tecnológicas e da velocidade das mesmas. Segundo ele, tais avanços em tecnologias da informação, reestruturam as bases da sociedade de forma geral e criam o que nós podemos chamar de globalização. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No que tange a economia global, podemos perceber uma certa interdependência entre os países e uma reestruturação na geopolítica mundial. Observa-se, por exemplo, a ascensão da região do pacífico e a acentuação de um desenvolvimento desigual. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As inovações tecnológicas, porém, não influem apenas na economia, mas também nos processos sociais. O que se vê, é um enfraquecimento de estruturas tradicionais, como o patriarcalismo, o que redefiniu as relações familiares. As conseqüências de tal fato, é que os indivíduos passaram a ter uma sensação de perda de identidade. Rapidamente, as culturas foram se transformando de locais, para globais. Essa abrangência da sociedade em forma de rede, estimula o indivíduo a buscar novas formas de se sentirem únicos, de se diferenciarem na sociedade. Com isso as pessoas tendem a se apegar a grupos de identidades primárias comuns. Quando as diferenças chegam ao limite de tensão na comunicação, há uma tendência a considerar o outro como estranho, e até como inimigo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O autor também afirma que a tecnologia não determina a sociedade, nem a sociedade a encaminha para onde bem entender. Para ele há uma relação muito íntima entre tais conceitos e a sociedade não pode ser vista sem suas ferramentas tecnológicas. A partir da cultura de inovação difundida nos anos 60, houve uma aceleração na velocidade das transformações tecnológicas para todos os fins e aplicações. Um exemplo disso, foi o Arpanet norte-americano, que a priori seria um instrumento de defesa norte-americano na guerra-fria e acabou se tornando uma grande rede de computadores, que posteriormente, viria a originar a Internet. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porém, a sociedade apesar de não determinar o curso tecnológico, tem o poder de, através principalmente do Estado, sufocar o seu desenvolvimento. O Estado tem também, o poder de Impulsionar tais transformações. Um ótimo exemplo de uso do poder estatal para sufocar as novas tecnologias, foi o que ocorreu na China após o período de 1400. Isso talvez tenha ocorrido, pela visão conservadora dos governantes, que temiam conseqüências tragicamente destrutivas das inovações tecnológicas. Já no Japão, o Estado exerceu um papel fundamental para o desenvolvimento tecnológico do país, investindo nas novas tecnologias no momento certo, mesmo tendo passado por um período de isolamento histórico até maior do que o da China. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Outra relação interessante entre Estado e inovação tecnológica, pode ser observada, com o ocorrido na França com o surgimento do Minitel, um sistema de vídeotextos projetados em 1978. Mesmo com a restrita tecnologia, o Minitel alcançou, com o apoio do Estado, grande aceitação nos lares franceses. O comprometimento do governo, fez-se notório ao lançar um programa, em que cada casa receberia gratuitamente a instalação do Minitel no lugar de uma lista telefônica comum. Além disso, outros fatores influenciaram para a ascensão do Minitel. O mais marcante e curioso deles, foi o fato de o Minitel ter sido nacionalmente utilizado como instrumento para incitação ao erotismo. Seja em forma de bate-papo ou nas conversas pornográficas comerciais, o fato é que essa novidade foi deveras importante para a popularização do Minitel, que mais tarde viria a cair devido a sua tecnologia primitiva.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A revolução tecnológica atual, foi uma ferramenta básica para a reestruturação do capitalismo global. Surgiu portanto uma nova forma de desenvolvimento capitalista e informacional, embora apresente uma desigualdade entre alguns países, que pode ser explicada por fatores históricos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4527352521147342034?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4527352521147342034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4527352521147342034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4527352521147342034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4527352521147342034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser_14.html' title='Prólogo a Rede e o Ser'/><author><name>Erlo Barbosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08361002492086713801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_07MpCaAQbI0/SL_7b1HdRqI/AAAAAAAAAC4/lEHwBKszJwY/S220/orkut.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-8369285525468285662</id><published>2008-04-14T05:51:00.000-07:00</published><updated>2008-04-14T05:52:34.223-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: A Rede e o Ser (texto)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;color:#cc66cc;"&gt;Aluna: Larissa Sobral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No texto o prólogo, é enfatizado diversos acontecimentos ao longo da história que transformou o cenário social. O ponto inicial dessas mudanças, foi uma revolução tecnológica centralizada nas tecnologias de informação, que mostrou uma nova forma de relação entre a economia, a sociedade e o Estado, notando-se também lados paralelos entre a força produtiva e a miséria humana em escala global.&lt;br /&gt;     As redes de computadores estão criando cada vez mais, novas formas de comunicação e interação de várias culturas, mas em um mundo de constantes mudanças, riquezas e poder, as pessoas buscam pela identidade coletiva ou individual e quando não existe comunicação, o homem considera o próximo como um estranho, mostrando um obstáculo entre a rede e o ser.&lt;br /&gt;     A tecnologia é fundamental numa sociedade, visto que ela influencia em diversos aspectos, mas não a determina em um modo geral. Já a sociedade não indica o rumo das transformações tecnológicas, embora possa impedir seu desenvolvimento principalmente através do Estado.&lt;br /&gt;     O Estado intervém no avanço tecnológico mediante interesses. Em 1400 a China era a civilização mais avançada em relação às demais, foi o berço de importantes invenções, até ocorrer a interferência do Estado que resultou no atraso tecnológico nos tempos modernos.Por outro lado no Japão, o Estado contribuiu para o desenvolvimento e uma rápida modernização em pouco tempo.&lt;br /&gt;     Ainda em relação do Estado ligado diretamente com a tecnologia, cita-se um exemplo ocorrido na França, que com o apoio do governo, o Minitel teve notável crescimento devido a seus serviços e investimentos, promovendo de uma certa forma seu marketing. Com o tempo o Minitel precisou atualizar-se e dessa forma acabaria com seus serviços gratuitos, então ligou-se a internet promovendo uma divisão internamente.&lt;br /&gt;     As relações de produção, experiência e poder são essenciais na organização do meio social, nesse processo envolve-se trabalho e matéria, ressaltando que o homem modifica a natureza e a incorpora na sociedade. O capitalismo e o Estatismo são frutos desses modos de produção, gerando progresso baseados no conhecimento e informação.&lt;br /&gt;   A reestruturação capitalista que foi um fator importante para a tecnologia de informação, após sucessivas reformas afetou diversos países, proporcionando para uns sistemas positivos como o aumento da produtividade no Japão, e para outros conseqüências graves como elevado índice de desemprego na União Européia.&lt;br /&gt;    As relações sociais são fundamentadas na afirmação da identidade, mediante ao fortalecimento e diversidade cultural. A tecnologia por ter marcado sua presença em vários acontecimentos históricos  e continuar em ritmo de crescimento, ajuda a promover o compartilhamento dessas identidades, ao mesmo tempo que indivíduos buscam através de manifestos, mostrar para a sociedade seus objetivos como meio de integração social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-8369285525468285662?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/8369285525468285662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=8369285525468285662' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8369285525468285662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8369285525468285662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser-texto_14.html' title='Prólogo: A Rede e o Ser (texto)'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2328402441420985571</id><published>2008-04-14T05:47:00.000-07:00</published><updated>2008-04-14T06:57:41.290-07:00</updated><title type='text'>Prólogo: A Rede e o Ser</title><content type='html'>UESC- Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Comunicação Social (Rádio e tv)&lt;br /&gt;Disciplina: Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Acadêmica:&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Raphael Silva Rios Nascimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Turma: 2008.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manoel Castells mostra em seu texto como essa revolução tecnológica baseada nas atuais tecnologias da informação está reformulando a sociedade. Essa revolução informacional acabou por redefinir o capitalismo, que estava prestes a atingir seu declínio, após o fim da União Soviética e seu estatismo. A partir de então começa a surgir uma maior interdependência global e uma nova divisão do globo: os locais que são forças produtivas e aqueles que são verdadeiros redutos da miséria humana.&lt;br /&gt;Essa revolução tecnológica, além de apenas influenciar na economia, acabou também a promover mudanças no caráter social. Com isso, as pessoas passaram a buscar por uma identidade coletiva ou individual que as diferenciassse na sociedade. Essas identidades acabaram por gerar uma fragmentação social, pois foram se tornando mais específicas e portanto mais difíceis de se compartilhar.&lt;br /&gt;Um jeito de visualizar a sociedade como um todo é através de suas tecnologias. Um bom jeito de exemplificar isso é através dos novos paradigamas tecnológicos da década de 70, e que ocorreram principalmente nos EUA e que pode ser relacionado com a cultura de liberdade, inovação individual e iniciativa empreendedora difundida nos anos 60.&lt;br /&gt;Essas tecnologias de informação criadas nesse período, foram em pouco tempo apropriadas por outros países o que permitiu que esta se expandisse nos mais diferentes objetivos, produzindo mais e mais inovações tecnológicas. Um exemplo é a rede ARPANET, criada pelo Departamento de Defesa norte-americano e que tornou-se a base da comunicação global, em que viria se estabelecer a Internet.&lt;br /&gt;Nesse exemplo também pudemos ver a relação entre o Estado e o desenvolvimento tecnológico. Através dele, a sociedade pode sufocar ou impulsionar os rumos da tecnologia. A China, berço de grandes revoluções, decidiu por impedir seus próprios avanços e fez com houvesse uma estagnação em sua tecnologia. O Japão, por sua vez, depois de anos de isolamento, decidiu investir em tecnologia e hoje se tornou um pólo tecnológico. A França e o seu Minitel representam bem esse comprometimento do Estado com os avanços tecnológicos, pois o governo francês buscando uma informatização da sociedade, buscou levar a dispositivo ao máximo de lares possíveis, porém, devido ao seu caráter local e não global, uma verdadeira heresia diante da nova era informacional, o Minitel tornou-se algo restrito e obsoleto para a sociedade.&lt;br /&gt;A revolução tecnológica atual ocorreu num período de reestruturação do capitalismo, em que surge uma nova forma de desenvolvimento, o informacionalismo moldado nas ações do conhecimento sobre os próprios conhecimentos, e que acabou por formar uma nova sociedade, capitalista e também informacional, mas que obteu respostas diferentes em cada cultura.&lt;br /&gt;Esses modos de desenvolvimento modelam toda a esfera de comportamento social, pois estes difundem-se por todo o conjunto de relações sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2328402441420985571?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2328402441420985571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2328402441420985571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2328402441420985571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2328402441420985571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogo-rede-e-o-ser.html' title='Prólogo: A Rede e o Ser'/><author><name>Raphael Rios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17369849755209332329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://www.winajuda.com/wp-content/uploads/2007/06/free-fire-screensaver-icon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-5779251293445732580</id><published>2008-04-13T13:43:00.000-07:00</published><updated>2008-04-13T14:20:44.228-07:00</updated><title type='text'>PRÒLOGO:A REDE E O SER</title><content type='html'>O TEXTO DE MANOEL CASTELLS MOSTRA DE QUE FORMA A REVOLUÇÂO TECNOLÓGICA ATUOU SOBRE O NOVO MUNDO,QUE ESTAVA SENDO RECONSTRUÍDO.COM A REVOLUÇÂO TECNOLÓGICA OCORRE UMA ESPÈCIE DE CONCENTRAÇÂO EM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÂO E UMA FORTE INTERDEPENDÊNCIA ECONÔMICA QUE TINHA COMO BASE O CAPITALISMO .COM O CAPITALISMO NASCE A  DESCENTRALIZAÇÂO DAS EMPRESAS E CONSEQUENTEMENTE A CONCORRÊNCIA . &lt;br /&gt;  AS REVOLUÇÔES TECNOLOGICAS NÂO ATINGEM SOMENTE A ÁREA ECONÔNICA ,MAS TAMBEM A QUE DIZ RESPEITO A VIDA EM SOCIEDADE ,POR EXEMPLO A INDIVIDUALIDADE FICA MAIS VISÍVEL POR CONTA DESSA CONCORRÊNCIA EM TODOS OS CAMPOS DA SOCIEDADE ,HÁ UMA RECONFIGURAÇÂO ,TUDO MUDA TUDO TRANSFORMA-SE DE LOCAL PARA GLOBAL ,E POR ISSO AS PESSOAS COMEÇÂO A PERDER SUAS VERDADEIRAS ORIGENS ,A SUA IDENTIDADE.COMO FORAMA DE PROCURAR SUA "ESSÊNCIA" ELAS TENDEM A ESTRUTURAR-SE MUITAS VEZES DE FORMA EXTREMA ,COM QUEM COMPARTILHA DOS MESMOS GOSTOS OU OPINIÔES ,ASSIM QUEM NÂO PARTICIPA DESSES CHAMADOS GRUPOS SÂO VISTOS COMO ESTRANHOS POR ELES E REPRESENTAM UMA AMEAÇA.&lt;br /&gt;  TENDO COMO BASE A SOCIEDADE ,O AUTOR DIZ ACREDITAR NA VERDADEIRA IDENTIDADE SEM PRECISAR RECORRER A SUA INDIVIDUALIZAÇÂO,E QUE OBSERVAR,ANALIZAR E CRIAR TEORIAS É UM MEIO DE MELHORAR O QUE NÂO ESTÁ INDO MUITO BEM.UM JEITO DE TENTAR MELHORAR E ENTENDER O NOSSO NOVO MUNDO COMEÇA COM A TECNOLOGIA.&lt;br /&gt; A TECNOLOGIA E A SOCIEDADE INTERAGEM,E NESSES NOVOS TEMPOS UMA NÂO PODE SER LEVADA EM CONSIDERAÇÂO SEM ANTES SABER ATÉ QUE PONTO A OUTRA ESTÁ INTERFERINDO.A TECNOLOGIA REFLETE ESTÁGIODA SOCIEDADE EM UM DADO MOMENTO ,POR EXEMPLO,A REVOLUÇÂO TECNOLÒGICA DIFUNDIU O ESPÍRITO INOVADOR DOS ANOS 60.A SOCIEDADE TEM TODO O PODER DE SUFOCAR O DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA SE ISSO LHE CONVÊM E A TECNOLOGIA INCORPORA A CAPACIDADE D TRANSFORMAÇAO DAS SOCIEDADES .UM MODO DE EXPLICAR O QUE ACABOU DE SER DITO É O MINITEL ,QUE É UM TIPO DE DISPOSITIVO QUE TEM A INTENÇÂO DE LEVAR A FRANÇA Á SOCIEDADE DA INFORMAÇÂO,MAS COMO OS SEUS TERMINAIS TEM POUCA CAPACIDADE DE MEMÒRIA AINDA NÂO PÔDE ULTRAPASAR AS FRONTEIRAS NACIONAIS,ESSE É UM EXEMPLO DA INFLUÊAAAANCIA DO ESTADO SOBRE A TECNOLOGIA.O MINITEL NÃO CONSEGUIU DIFUNDIR-SE POR CONTA DO SEU AMBIENTE SOCIAL QUE DESFAVORECE O SEU DESENVOLVIMENTO.&lt;br /&gt;  O DESENVOLVIMENTO DA REVOLUÇÂO COMERCIAL E INFORMACIONAL FOI MOLDADO DE ACORDO COM OS INTERESSES DO CAPITALISMO ,POR ISSO QUE CHAMA-SE CAPITALISMO INFORMACIONAL ,ELE INFLUÊNCIA TODAS AS ÁREAS DA SOCIEDADE CONFORME DESEJA ,E SEUS REFLEXOS PODEM SER VISTOS EM TODAS AS PARTES DO MUNDO DE FORMAS MUITAS VEZES NÂO MUITO IGUALITÁRIAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;EMILLY FRANCIELLE NOGUEIRA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-5779251293445732580?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/5779251293445732580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=5779251293445732580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/5779251293445732580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/5779251293445732580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/prlogoa-rede-e-o-ser.html' title='PRÒLOGO:A REDE E O SER'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-1090924199323930048</id><published>2008-04-13T12:10:00.000-07:00</published><updated>2008-04-13T12:49:44.657-07:00</updated><title type='text'>RESUMO: PRÓLOGO: A REDE E O SER</title><content type='html'>UESC- Universidade Estadual de Santa Cruz&lt;br /&gt;Comunicação Social (Rádio e tv)&lt;br /&gt;Disciplina: Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Acadêmica:Islani Almeida da Silva &lt;br /&gt;Turma: 2008.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Prólogo: A Rede e o Ser&lt;br /&gt;             Manuel Castells&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O texto enfatiza que uma revolução tecnológica da informação está reconfigurando a base da sociedade aceleradamente, e não por acaso, originou-se e fundou-se em um período histórico de reestruturaçaõ global que o capitalismo está passando, para o qual foi uma ferramenta básica. Sendo assim, a nova sociedade emergente é capitalista e também informacional. Por outro lado, simultâneo a todas as transformações, observa-se que o desenvolvimento ocorreu de forma desigual, e que as redes interativas de computadores, além de integrar globalmente a produção, está proporcionando a perda do significado do ser. Logo, a busca por identidades primárias (religiosa, étnica, etc) é a maior força de segurança pessoal num mundo conturbado, contudo ocorre uma fragmentação social, à medida que as identidades tornam mais específicas, e portanto mais difíceis de compartilhar.&lt;br /&gt;  As "tecnologias da liberdade" explodiram em todos os tipos de aplicações e usos que, por sua vez produziram inovações tecnológicas, exemplos disso é o Arpanet norte-americano, predecessora da internet que tem por função criar um clube mundial de usuários de computadores e bancos de dados. E também, o Minitel dispositivo induzido pelo Estado Francês para conduzir a sociedade à informação, via Transpec, o minitel liga centros de servidores que podem ser questionados por terminais com pouca capacidade de memória. O Minitel , é portanto um sistema organizado que possibilita a existência de tarifas homogêneas e participação transparente nos rendimentos.&lt;br /&gt;  Com sua penetrabilidade em várias esferas da atividade humana, a revolução da tecnologia da informação possibilita analisar a relação entre tecnologia e sociedade que está eminentemente vinculado ao papel do Estado, seja interrompendo (no caso da China que liderou o mundo por milhares de anos, e de repente têm sua tecnologia estagnada), seja promovendo e liderando a inovação tecnológica ( exemplo, Japão).&lt;br /&gt;  O aparecimento de um novo modo de desenvolvimento, o informacional baseado na tecnologia da informação, modela toda a esfera de comportamento social, inclusive a comunicação simbólica. Há portanto, uma íntima ligação entre cultura e forças produtivas e entre espírito e matéria nesse processo de tecnologia da informação.&lt;br /&gt;  Portanto, a inovação tecnológica garante a velocidade e a eficiência da reestruturação capitalista, sem a nova tecnologia, o capitalismo teria sido uma realidade muito limitada. Além do mais, as tecnologias da informação estão integrando o mundo em redes globais de instrumentalidade, proporcionando uma distância crescente entre globalização e identidade, entre a Rede e o Ser. A tecnologia, embora aumente a capacidade humana de organização e integração, ao mesmo tempo os sistemas de informação e formação de redes subvertem o conceito ocidental tradicional de um sujeito separado, independente. Em resumo, Prólogo mostra a manifestação paradoxal do ser na sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-1090924199323930048?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/1090924199323930048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=1090924199323930048' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1090924199323930048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1090924199323930048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/resumo-prlogo-rede-e-o-ser.html' title='RESUMO: PRÓLOGO: A REDE E O SER'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-8071630216746343230</id><published>2008-04-13T09:21:00.000-07:00</published><updated>2008-04-14T16:42:48.212-07:00</updated><title type='text'>FICHAMENTO: Prólogo: A Rede e o Ser</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;UESC- UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ&lt;br /&gt;COMUNICAÇÃO SOCIAL (RÁDIO E TV)&lt;br /&gt;DISCIPLINA: INFORMÁTICA E TELEMÁTICA&lt;br /&gt;TURMA: 2008.1&lt;br /&gt;ACADÊMICA: DANIELLE BARROS SILVA FORTUNA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A SOCIEDADE EM REDE &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prólogo: A Rede e o Ser&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Manuel Castells&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Castells, cientista social. É professor na universidade de Berkeley. Seu foco de estudo está voltado no desenvolvimento tecnológico da sociedade. Escreveu vários livros, entre eles a trilogia "A era da informação; economia, sociedade e cultura"; volume 1 "Sociedade em rede", volume 2 "O poder da identidade" e volume 3 "Fim de milênio".&lt;br /&gt;"A sociedade em rede" busca esclarecer a dinâmica econômica e social da nova era da informação. Baseado em suas pesquisas, ele formula uma teoria que englobe os efeitos fundamentais da tecnologia da informação no mundo contemporâneo. Cada parte da obra, ele aborda um tema específico. evidenciando sua preocupação de interdisciplinaridade, contudo, buscando agregar as diversas dimensões. Sua análise busca identificar uma nova estrutura social influenciada pelos sistemas de redes interligados, uma sociedade globalizada e centrada no uso e aplicação da informação.&lt;br /&gt;Informacionalismo e capitalismo, produtividade e lucratividade &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A produtividade, a longo prazo, é a fonte da riqueza das nações. E a tecnologia é o principal fator que induz a produtividade. Mas esta não é um objeto em si. E o investimento em tecnologia também não é feito por causa da inovação tecnológica. Empresas e nações são os verdadeiros agentes do crescimento econômico. Comportam-se em um determinado contexto histórico, conforme as regras de um sistema econômico. Assim, as empresas estão motivadas não pela produtividade, e sim pela lucratividade. E as instituições políticas estarão voltadas para a maximização da competitividade de suas economias, A lucratividade e a competitividade são os verdadeiros determinantes da inovação tecnológica e do crescimento da produtividade.&lt;br /&gt;O processo de globalização realimenta o crescimento da produtividade, visto que as empresas melhoram seu desempenho quando encaram maior concorrência mundial. A via que conecta a tecnologia da informação, as mudanças organizacionais e o crescimento da produtividade passa pela concorrência global.&lt;br /&gt;Foi desse modo que a busca da lucratividade pelas empresas e a mobilização das nações a favor da competitividade induziram arranjos variáveis na nova equação histórica entre a tecnologia e a produtividade. No processo, foi criada e moldada uma nova economia global que pode ser considerada o traço mais típico e importante do capitalismo informacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUNS TÓPICOS RELEVANTES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Revolução Tecnológica concentrada nas Tecnologias da inteligência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Interdependência Global das economias de todo o mundo.&lt;br /&gt;• Nova relação entre Economia, o Estado e a Sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crise estrutural de legitimidade dos sistemas políticos; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• fragmentação dos movimentos sociais;&lt;br /&gt;• oposição bipolar entre a A Rede e o Ser&lt;br /&gt;• uma esquizofrenia estrutural entre a função e o significado;&lt;br /&gt;• uma alienação entre os grupos sociais e indivíduos;&lt;br /&gt;• individualização do comportamento e impotência da sociedade ante seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia, Sociedade e Transformação Histórica.&lt;br /&gt;Revolução da Tecnologia da Informação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Tecnologia não determina a sociedade e nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica.&lt;br /&gt;• Conseqüências sociais involuntárias da tecnologia: Intenet - Arpanet.&lt;br /&gt;• A sociedade pode sufocar ou acelerar o desenvolvimento tecnológico: China, Rússia e Japão.&lt;br /&gt;• Interação entre sociedade, história e tecnologia.&lt;br /&gt;•  energia, conhecimentos e informação. A tecnologia é a forma específica dessa relação.&lt;br /&gt;• Conhecimentos e informação são elementos cruciais em todos os modos de desenvolvimento.&lt;br /&gt;• Fonte de produtividade: o conhecimento = PODER&lt;br /&gt;• Estamos vivendo o início de uma nova era, o começo de uma nova existência, a ERA DA INFORMAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A história do Minitel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Castells diz o porque do Minitel ter feito tanto sucesso. Atrás do sucesso do Minitel havia duas razões fundamentais: a primeira era o comprometimento do governo francês com o experimento. A segunda era a simplicidade de uso e a objetividade do sistema de faturamento bem-organizado que o tornaram acessível e confiável ao cidadão comum. Os serviços oferecidos pelo Minitel eram os mesmos que estavam disponíveis na comunicação telefônica tradicional: lista telefônica, previsões do tempo, informações e reservas de transportes, compra antecipada de entradas para eventos culturais e de entretenimento etc.A partir dai começaram a surgir milhares de anúncios publicitários no Minitel. Depois veio as linhas eróticas usados no minitel o que vez o mercado crescer bastante. Depois de toda essa evolução o sistema começa a cair devido as limitações naturais como meio de comunicação. Sob o aspecto tecnológico o Minitel contava com uma tecnologia de transmissão e vídeo muito antiga, cuja revisão poria um fim a seu apelo básico como um dispositivo eletrônico gratuito. Além disso não se baseava em computadores pessoais mas em terminais burros, dessa forma limitando substancialmente a capacidade autônoma de processamento de informação. Sob o aspecto institucional, sua arquitetura, organizada em torno de uma hierarquia de redes de servidores, com pouca capacidade de comunicação horizontal, era muito inflexível para uma sociedade culturalmente sofisticada como a francesa, visto que havia novas esferas de comunicações alem da Minitel. A solução obvia adotada pelo sistema francês foi oferecer a opção paga de ligar-se a internet em âmbito mundial. Com isso, o Minitel ficou dividido internamente entre um serviço de burocrático de informação, um sistema de serviços empresariais em rede e uma entrada subsidiaria para o vasto sistema de comunicação da constelação da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-8071630216746343230?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/8071630216746343230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=8071630216746343230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8071630216746343230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8071630216746343230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/fichamento-prlogo-rede-e-o-ser.html' title='FICHAMENTO: Prólogo: A Rede e o Ser'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3465395898084440169</id><published>2008-04-09T12:20:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T13:05:30.379-07:00</updated><title type='text'>FICHAMENTO DO CAP.I-A METÁFORA DO HIPERTEXTO (AS TECNOLOGIAS DA INTELIGËNCIA-PIERRE LÉVI) ÉRIKA PASSOS</title><content type='html'>1.Imagens do sentido&lt;br /&gt;1.1-Produzir o contexto,&lt;br /&gt;.O contexto interliga as partes de um todo,&lt;br /&gt;.O contexto dá sentido às mensagens tranmitidas,&lt;br /&gt;.A prioridade da comunicaçao é a informaçao,&lt;br /&gt;.A interpretaçao de mensagens anteriores influi no sentido da seguinte,&lt;br /&gt;.Cada mensagem transmitida reorganiza o contexto da comunicaçao,&lt;br /&gt;1.2-Seis características do hipertexto&lt;br /&gt;1.2.1-Príncipio de metamorfose&lt;br /&gt;.O hipertexto está  modificaçoes contínuas,&lt;br /&gt;.O hipertexto é um  texto vivo e modável,há possiilidade de alterá-lo em qualquer momento&lt;br /&gt;1.2.2-Princípio de heterogeneidade&lt;br /&gt;.O hipertexto possibilita uma multiplicidade de sentidos,é uma mistura de imagens,sons,etc,&lt;br /&gt;1.2.3-Principio de multiplicidade e de encaixe das escalas&lt;br /&gt;.O hipertexto organiza-se de forma subdivididas que sao partes de um todo,&lt;br /&gt;.Um elemento simples da escrita,pode modificar um meio social,por várias escalas,&lt;br /&gt;1.2.4-Príncpio de exterioridade&lt;br /&gt;.A constituiçao do hipertexto dá-se pelas redes externas,adiçao de novos elementos,outras conexoes com outras redes,&lt;br /&gt;1.2.5-Príncipio de topologia&lt;br /&gt;.A rede nao está no espaço,ela é o espaço,&lt;br /&gt;1.2.6-Prícipio de mobilidade dos centros&lt;br /&gt;.A rede nao tem centro ou estrutura,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.O hiperexto&lt;br /&gt;2.1-Memex&lt;br /&gt;.Vannevar Bush,físico e matemático,desenvolveu a primeira idéia de hipertexto em 1945,&lt;br /&gt;.Bush argumenta as teorias do pensamento, a natureza do pensar,&lt;br /&gt;2.2-Algumas intefaces da escrita&lt;br /&gt;.A interface trduz o sentido entre dois meios,&lt;br /&gt;.A interface trouxe-nos a facilidade da leitura,livros campactos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;em&gt;Gropware&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.O groupware é um trabalho coletivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;4.1-Como o pensamento atinge as coisas&lt;br /&gt;.O dom de manipulaçao e a imaginaçao,combinando-se pode explicar o fato de que quase sempre pensamo com o auxilio de metáfora,&lt;br /&gt;.As tecnologias intelectuais  misturam-se à inteligëncia do homem pela leitura e  pela escrita,&lt;br /&gt;4.2-Esboço de uma teoria hermenëutica da comunicaçao&lt;br /&gt;.O papel do groupware ´de reunir textos,redes de associaçoes,anotaçoes e comentários as quais eles sao vinculados pelas pessoas,&lt;br /&gt;.O objativo da hermenëutica da comunicaçao é o hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3465395898084440169?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3465395898084440169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3465395898084440169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3465395898084440169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3465395898084440169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/fichamento-do-capi-metfora-do.html' title='&lt;strong&gt;FICHAMENTO DO CAP.I-A METÁFORA DO HIPERTEXTO (AS TECNOLOGIAS DA INTELIGËNCIA-PIERRE LÉVI) ÉRIKA PASSOS&lt;/strong&gt;'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7734692707254190385</id><published>2008-04-01T05:54:00.000-07:00</published><updated>2008-04-01T05:59:29.943-07:00</updated><title type='text'>Fichamento - Primeira parte do livro As Tecnologias da Inteligência</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC&lt;br /&gt;Comunicação Social/2008.1&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Prof. Otávio Filho&lt;br /&gt;Aluno: Erlo Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;1.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Capítulo de Introdução: Face à Técnica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1.1 A dependência da informática e da técnica na comunicação e nas relações humanas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O autor inicia a obra com um breve comentário sobre como as novidades na informática são fundamentais para as relações entre os homens e o trabalho. Ele afirma que não se pode mais conceber pesquisa científica, por exemplo, sem o uso de material informatizado. Mais adiante, ele demonstra como essas relações se modificam tão rapidamente e como isso é diretamente e indiretamente notório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1.2 A informática como objeto de discussão filosófica e cultural&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) não há uma informática em geral nem essência congelado do computador, mas sim um campo de novas tecnologias intelectuais, aberto, conflituoso e parcialmente indeterminado.” (pág 9) Existe uma série de implicações causadas pelos mínimos detalhes técnicos de uma nova tecnologia da inteligência. É óbvio que um debate sobre tais inovações perpassa o âmbito tecno-científico, e inclui uma série de argumentos de cunho filosófico e cultural. O livro, portanto, não se trata de um determinismo tecnológico pessimista, e sim de um como as tecnologias (mais especificamente a informática) influenciarão e já influenciam no modo de agir, pensar e de se comunicar dos seres humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1.3 O mau uso da abstração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O autor também cita alguns teóricos que têm uma visão errônea, por assim dizer, sobre a técnica. Entre eles estão Jacques Ellul, Gilbert Hottois, Michel Henry e Dominique Janicaud. Ele afirma que esses autores possuem uma visão em comum de que a técnica e a ciência estariam separadas do social coletivo humano. Tratam da tecnologia em si como uma forma contemporânea do mal. Segundo Lèvy, esse pensamento além de obsoleto e deveras equivocado, é em si, catastrófico. Segundo ele esta concepção vai contra os conceitos de tecnodemocracia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1.4 As inovações técnicas e as mudanças&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mais adiante o autor faz uma explanação sobre como as mudanças técnicas promovem uma re-configuração na vida social e nas relações na comunicação. “(...) a mudança técnica é uma das principais forças que intervêm na dinâmica da ecologia transcendental.” (pág 16) Segundo ele uma mudança técnica desestabiliza alguns conceitos e levanta outros, renovando assim constantemente o equilíbrio das forças e representações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;2.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Capítulo 1: Imagens do sentido&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“O jogo da comunicação consiste em, através de mensagens precisar, ajustar, transformar o contexto compartilhado pelos parceiros.”(pág 22) A essa altura, o autor propõe que o contexto não é apenas uma função da linguagem, e sim é o próprio alvo dos atos de comunicação. O objetivo da comunicação é ir modelando o contexto que influi sobre o significado das mensagens correntes. “O sentido emerge e se constrói no texto, é sempre local, datado, transitório.”(pág 22) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.2 Idéia de sentido&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Para Lèvy, o conceito de sentido é o de imagens, palavras e sons a que se remete tal coisa em determinado contexto. O contexto portanto, designa essa grande rede semântica, que é o sentido. Segundo ele, o objetivo de todo o texto é o de provocar no leitor uma espécie de excitação dessa grande rede semântica, orientando assim, o texto para o seu sentido, ou referente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Em termos gerais, cada vez que um caminho de ativação é percorrido, algumas conexões são reforçadas, ao passo que outras caem aos poucos em desuso. A imensa rede associativa que constitui nosso universo mental, encontra-se em metamorfose permanente.” (pág 24) O autor sugere que a nossa rede associativa vai se modificando com o tempo, através das vivências na comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3 Seis Características do Hipertexto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O autor caracteriza o hipertexto como sendo uma espécie de mundo de significação. E cita os seis princípios abstratos do mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3.1 Princípio da metamorfose: “A rede hipertextual está em constante construção e renegociação. Ela pode permanecer estável durante um certo tempo, mas estabilidade é em si mesma fruto de um trabalho.” (pág 25) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3.2 Princípio da heterogeneidade: “Os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneas.(...) Na comunicação, as mensagens serão multimeios, multimodais, analógicos, digitais, etc.” (pág 25)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3.3 Princípio da multiplicidade e de encaixe das escalas: “A rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e sua diminuição, sua composição e sua recomposição dependem de um exterior indeterminado.” (pág 26) Ou seja, quando se tem uma palavra de certa rede semântica, a dinâmica dos estados da ativação é resultado de palavras e imagens externos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3.5 Princípio de Topologia: “Tudo que se desloca deve utilizar-se da rede hipertextual tal como ela se encontra, ou então será obrigado a modificá-la. A rede não está no espaço, ela é o espaço.” (pág 26)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2.3.6 Princípio de mobilidade dos centros: “A rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros” (pág 26)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Capítulo 2: O hipertexto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.1 MEMEX&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Bush reconhece que certamente não seria possível duplicar o processo reticular que embasa o exercício da inteligência. Ele propõe apenas que nos inspiremos nele. Imagina então, um dispositivo denominado &lt;i style=""&gt;Memex&lt;/i&gt;, para mecanizar a classificação e a seleção por associação paralelamente ao princípio da indexação clássica.” (pág 28)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nesse ponto do livro, o autor faz referência a Vannevar Bush, o primeiro a enunciar o hipertexto. Bush teria idealizado um projeto, denominado &lt;i style=""&gt;Memex&lt;/i&gt;, que seria como uma expansão da memória humana, um imenso reservatório multimídia, abrangendo ao mesmo tempo imagens,sons e texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.2 XANADU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) uma imensa rede acessível em tempo real, contendo todos os tesouros literários e científicos do mundo, uma espécie de biblioteca de Alexandria dos nossos dias” (pág 29) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Pierre Lèvy, faz nesse ponto, referencia a Theodore Nelson, criador do conceito de &lt;i style=""&gt;Xanadu&lt;/i&gt;, que seria, um local virtual em comum para as pessoas interagirem on-line.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.3 MOTOR! e CÍCERO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“Um aprendiz de mecânico vê surgir na tela à sua frente o esquema tridimensional de um motor. Com ajuda de um cursor comandado por um mouse, ele seleciona uma determinada peça do motor.” (pág 30)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em “motor!” o autor faz uma ilustração de como poderia ser o projetado um sistema hipertextual multimídia, para auxiliar em um aprendizado de mecânica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Já em “Cícero”, ele demonstra outro educativo multimídia capaz de mapear determinado local, e a partir de cliques com o mouse em áreas específicas, aproximar as imagens e/ou obter informações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.4 Algumas Interfaces da Escrita&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“O hipertexto retoma e transforma antigas interfaces da escrita. A noção de interface, na sociedade, não deve ser limitada às técnicas de comunicação contemporâneas.” (pág 34)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Como o computador, o livro só se tornou uma mídia de massa quando as variáveis de interface, ‘tamanho’ e ‘massa’ atingiram um valor suficientemente baixo.” (pág 35)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.5 O suporte informático do Hipertexto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O autor apresenta tópicos de o que poderia ser chamado de princípios básicos da interação com a informática: O uso do mouse, os ‘menus’ e a tela gráfica são exemplos deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.6 Navegar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) o hipertexto constitui , portanto, uma rede original de interfaces Algumas particularidades do hipertexto (seu aspecto dinâmico e multimídia) devem-se a seu suporte de inscrição ótica ou magnética e a seu ambiente de consulta do tipo ‘interface amigável’” (pág 37)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nesse ponto do livro, o autor explana a dinamicidade de se navegar em uma rede hipertextual multimídia. A leitura não linear (através de links) e a velocidade das associações de nós são características que dinamizam essa interação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.7 Mapas interativos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“O hipertexto e a multimídia interativa se adequam particularmente aos usos educativos. (...) Quanto mais ativamente uma pessoa participar da aquisição de um conhecimento, mais ela irá integrar e reter aquilo que aprender.” (pág 40)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3.8 Réquiem para uma página&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“O hipertexto é dinâmico, está perpetuamente em movimento(...) Não é apenas uma rede de microtextos, mas sim um grande metatexto, de geometria variável, com gavetas, com dobras.” (pág 41)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O autor faz uma breve comparação sobre a interface do hipertexto, dinâmica, veloz e não linear, com a linearidade das leituras de enciclopédias e semelhantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Capítulo 3: Sobre a técnica enquanto hipertexto; o computador pessoal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4.1 Desordem e caos: Silicon Valley&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Na metade da década de setenta, uma pitoresca comunidade de jovens californianos à margem do sistema inventou o computador pessoal.” (pág 43)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Esse tópico demonstra de que forma os jovens Steve Jobs e Steve Wozniac inventaram sua primeira máquina, a Blue Box, uma espécie de auxílio à pirataria. Tratava-se de um dispositivo para telefonar sem pagar. Assim, vários outros jovens seguiam seu exemplo e, de forma geral, faziam a tecno-ciência dar um grande salto. Era o primeiro passo para a criação do computador pessoal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4.2 Uma interface após outra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) veremos que o computador pessoal foi sendo construído progressivamente, interface por interface, uma camada após outra, cada elemento suplementar dando um sentido novo aos que o precediam, permitindo conexões com outras redes cada vez mais externas, introduzindo pouco a pouco agenciamentos inéditos de significação e uso, seguindo o próprio processo de construção de um hipertexto”. (pág 45)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4.3 Ícones &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“ (...) ideogramas (ícones) que representavam documentos, pastas, instrumentos de desenho, ou partes de textos e gráficos.”(pág 49)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Encontra-se neste tópico, uma narrativa dos desenvolvimentos de interfaces, a ponto de se criarem&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ícones, que funcionavam como pequenas representações de mídias, pastas e arquivos em geral. A facilitação e a independência do teclado, são apenas algumas das vantagens a que é atribuída a criação dos ícones.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Capítulo 4: Sobre a técnica enquanto Hipertexto; A política das interfaces&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.1 Douglas Engelbart ou a engenharia da coletividade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“O objetivo de Douglas Engelbart era o de articular entre si dois sistemas cognitivos humanos através de dispositivos eletrônicos inteligentes. A coerência das interfaces, uma espécie de característica da interface elevada ao quadrado, representa um princípio estratégico essencial em relação a esta visão ao longo prazo. Ela seduz o usuário em potencial e o liga cada vez mais ao sistema.” (pág 52)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ao iniciar o capítulo, Pierre Lèvy mostra idéias do Augmentation Research Center (ARC) que eram coordenadas por Douglas Engelbart:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- A tela com múltiplas janelas de trabalho;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Conexões hipertextuais em bancos de dados;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- A manipulação através do mouse de complexos informacionais gráficos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Os grafos dinâmicos para representar estruturas de idéias (conceituais);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Os sistemas de ajuda ao usuário integrados aos programas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.2 Os equipamentos da inteligência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Durante muito tempo, os informatas consideraram-se especialistas em máquinas. Apesar da extraordinária penetração dos computadores pessoais e da progressiva transformação da informática em mídia universal, grande número de informatas ainda mantém essa concepção.” (pág 53-54)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nesta parte do livro, o autor concorda com Engelbart ao dizer que o conceito de um criador envolvido com os equipamentos coletivos da inteligências difere da de um especialista em computadores. Para ele a vertente humana e a vertente da informática não devem ser vistas separadamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.3 O cego e o paralítico, ou o engenheiro e o sociólogo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) o sucesso de alguns microcomputadores deveu-se a certas intuições muito profundas sobre como deveria ser a interface como usuário para determinado uso” (pág 55) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Neste tópico, Lèvy faz uma comparação do engenheiro e do sociólogo com cegos e paralíticos.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A conclusão que se faz é que um deve estar disponível para o outro, devem trabalhar juntos para construir uma realidade técnica inteligente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.4 Máquinas Desejáveis&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“A informática não intervém apenas na ecologia cognitiva, mas também nos processos de subjetivação individuais e coletivos. Algumas pessoas ou grupos construíram uma parte de suas vidas ao redor de sistemas de trocas de mensagens, de certos programas de ajuda à criação musical ou gráfica, da programação ou da pirataria nas redes.” (pág 56-57)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.5 Sobre o uso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“A verdadeira crítica não opôs o homem e a máquina, em um face a face raivoso, cada um dos dois termos congelado em sua pretensa essência, mas antes se situou no próprio terreno técnico, transformando a substâncias das coisas: quer dizer, tanto os computadores quanto as ecologias cognitivas onde estão sendo inseridos.” (pág 58)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;5.6 Tecnopolítica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Muitas vezes ouvimos dizer que a técnica em si mesma não é nem boa nem má, e que tudo que conta é o uso que fazemos dela.Ora, ao repetir isso, não percebemos que um circuito impresso já é um ‘uso’(...)” (Pág 59)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“O debate a respeito da natureza opressiva, anti-social, ou ao contrário benéfica e amigável da informática, nunca ficou confinado ao círculo de sociólogos, dos filósofos, dos jornalistas ou dos sindicalistas(...) Ele começa com os cientistas, os engenheiros, os técnicos, com os assim chamados profissionais das relações entre as coisas, aqueles que supostamente cuidaram apenas dos meios, das ferramentas.” (pág 59)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;6.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Capítulo 5: O groupware&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;6.1 Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“A elaboração de tecnologias intelectuais não pode ser dissociada da pesquisa empírica em ecologia cognitiva. Conhecemos muito pouco a forma pela qual são realmente trocadas informações no interior dos grupos, porque idéias de pessoas diferentes podem combinar-se de maneira eficaz e criativa, ou pelo contrário, bloquearem-se mutuamente.” (pág 64)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;6.2 As redes de conversações de Winograd e Flores&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“(...) não são meras informações que transitam na rede de conversação, mas sim atos de linguagem, que comprometem aqueles que o efetuam frente a si mesmos e aos outros.” (pág 65)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;6.3 A argumentação auxiliada por um computador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Durante uma conversa normal, nós não dispomos de recursos externos para armazenar e reorganizar a vontade as representações verbais e gráficas.”(pág 66)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;“Os hipertextos de auxílio à inteligência cooperativa garantem o desdobramento da rede de questões, posições e argumentos, ao invés de valorizar os discursos das pessoas tomado como um todo” (pág 66)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Este tópico deixa clara a diferença entre a capacidade de assimilar informações em uma conversa normal e em uma interação hipertextual, sendo essa última mais concreta e eficaz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Referências Bibliográficas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;LÈVY, Pierre. &lt;u&gt;As tecnologias da inteligência.&lt;/u&gt;1ª edição.SÃO PAULO: ed 34, 1993, 7-69&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7734692707254190385?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7734692707254190385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7734692707254190385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7734692707254190385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7734692707254190385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/04/fichamento-primeira-parte-do-livro-as.html' title='Fichamento - Primeira parte do livro As Tecnologias da Inteligência'/><author><name>Erlo Barbosa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08361002492086713801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_07MpCaAQbI0/SL_7b1HdRqI/AAAAAAAAAC4/lEHwBKszJwY/S220/orkut.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3907002046038936451</id><published>2008-03-31T15:35:00.000-07:00</published><updated>2008-03-31T16:35:09.516-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='as tecnologias da inteligência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pierre lévy'/><title type='text'>Fichamento do primeiro Capítulo do livro: "As tecnologias da inteligencia"</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;Aluna: Emilly Nogueira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fechamento focalizado no primeiro capítulo:&lt;br /&gt;"A metáfora do hipertexto."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Produzir o Contexto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contexto é o principal alvo da comunicação, é a partir dele que compreendemos a mensagem de forma gradual. Por que gradual? Porque a cada momento uma mensagem nova é inseria no contexto, então ele sempre está sendo reconstruído. Com base nisso podemos falar que não existe ou são insuficientes os modelos sistêmicos, pois, eles põesm a comunicação como se fosse unidirecional e sem interrupcções. Cada palavra constrói o contexto, dando-lhe sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;HIPERTEXTO&lt;/span&gt; - é o mundo de significação que é colocado no texto para um melhor entendimento, ele é instável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - O Hipertexto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;MEMEX&lt;/span&gt; - proposto por Vannevar Bush, é uma espécie de dispositivo para auxiliar na memória dos cientistas, uma extensão da memória, porém não tão rápido como a mente humana.&lt;br /&gt;Theodore Nelson que inventou o termo hipertexto, ele propunha o Xanadu que é um tipo de biblioteca em que as pessoas poderiam comentar, escrever, resumindo interagir com os outros.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;INTERFACE&lt;/span&gt; - tem a natureza de tradução do que está do outro lado, por exemplo, o índice quer mostar o que vem por aí no livro ou trabalho, é uma espécie de amostra que que está por vim.&lt;br /&gt;Um exemplo de hipertexto é a Wikipedia que atráves de palavras-chaves levam a um mundo de informaçãoes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Sobre a técnica enquanto Hipertexto: O Computador Pessoal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Silicon Valley na déaca de 70 uma comunidade de jovens hippies loucos por eletrônica inventaram o computador, eles se divertiam fabricando aparelhos eletrônicos.&lt;br /&gt;Primeiramente comprova-se o computador só pra montá-lo, era uma espécie de quebra-cabeça, só depois, mais precisamente em 1975 é que resolveram usá-lo. Os primeiros informatas não viam que a lógica do computador era realmente a informática, só depois perceberam que o computador pessoas era um avançado jogo publicitário.&lt;br /&gt;O surgimento da Apple permitiu a generalização do hipertexto e da multimídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - A Política das Interfaces&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;GROUPWARES&lt;/span&gt; - grupos de comunicação de trabalho, que foram defendidos nos anos 70, mas não foram muito bem aceitos porque a informática ainda não era vista como uma rede de entretenimento e sim uma arte de automatizar cálculos.&lt;br /&gt;Engellbart queria estreitar essa relação homem x máquina ele "...seduz o usuário em potencial e o liga cada vez mais do sistema". Ele queria estreitar o funcionamento dos grupos para instalar as tecnologias entre eles. Esse foi o primeiro passo para a tecnologia intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - O Groupware&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defende que aja uma comunicação entre os grupos, uma ajuda ao trabalho em equipe. è uma espécie de auxílio para entender a rede de discussão e seus argumentos. Assim, um pensamento ou idéia era compartilhado por todos era uma divisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - A Metáfora do Hipertexto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escrita tem por função reduzir de forma simplificada os grandes novelos confusos da linguagem, como temos muita informação de ordem manual, sensorial, visual e etc. Essa mistura faz com que nos embolemos e uma forma de simplificação disso  é a escrita.&lt;br /&gt;Como o ser humano tem a capacidade de imaginar o futuro e desenvolver o mundo a partir disso, além de acumular experiência, isso fez com que tivéssemos o dom de demonstrar nossas experiências através de metáforas.&lt;br /&gt;A escrita serviu para exterminar a palavra passageiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3907002046038936451?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3907002046038936451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3907002046038936451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3907002046038936451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3907002046038936451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-primeiro-captulo-do-livro_31.html' title='Fichamento do primeiro Capítulo do livro: &quot;As tecnologias da inteligencia&quot;'/><author><name>Raphael Rios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17369849755209332329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://www.winajuda.com/wp-content/uploads/2007/06/free-fire-screensaver-icon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4674445267912252368</id><published>2008-03-30T23:54:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T23:55:27.490-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC&lt;br /&gt;Comunicação Social/2008.1&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Prof. Otávio Filho&lt;br /&gt;Acadêmica: Dayane F Leal &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fichamento Livro de Pierre Lévy:&lt;br /&gt;Tecnologias da Inteligência – O futuro do pensamento na era da informática&lt;br /&gt;Fichamento direcionado para o primeiro capítulo do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – A metáfora do hipertexto:&lt;br /&gt;Levy privilegia as técnicas de transmissão e de tratamento das mensagens.&lt;br /&gt;“A estrutura do hipertexto não dá conta somente da comunicação; o hipertexto é uma metáfora válida para todas as esferas da realidade em que significações estejam em jogo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. IMAGENS DO SENTIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1. Produzir o contexto&lt;br /&gt;*Contexto: não é apenas auxiliar à compreensão das mensagens; é o próprio ALVO dos atos de comunicação. O contexto é um objeto “reconstruível e negociado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O SENTIDO emerge e se constrói no contexto, o que sugere que uma nova interpretação pode modificar o contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2. Clarões &lt;br /&gt;       *Interação das palavras: rede de significações transitórias na mente.&lt;br /&gt;       *Sentido de uma palavra: conceito e imagens que brilham por um instante ao seu redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     1.3.Características do Hipertexto&lt;br /&gt;       *Princípio de metamorfose: a rede hipertextual está em constante construção e renegociação. Tudo ( extensão e composição) está em permanentemente jogo.&lt;br /&gt;       *Princípio da heterogeneidade: as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneas na memória, imagens, sons, palavras. Na comunicação, conexões  diferentes, associações discrepantes.&lt;br /&gt;        *Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas: há efeitos que podem propagar-se de uma rede à outra; interpretações podem ter efeitos globais e de impacto.&lt;br /&gt;       *Princípio da exterioridade: a rede não possui unidade orgânica, nem motor externo. Suas ações dependem de um exterior indeterminado.&lt;br /&gt;       *Princípio de topologia: a rede não está no espaço, ela é o espaço.&lt;br /&gt;       *Princípio de mobilidade dos centros: a rede não possui centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros que são como pontas móveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O HIPERTEXTO&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt; *Memex: imenso reservatório multimídia de documentos.&lt;br /&gt; *Xanadu: uma biblioteca interativa?? Horizonte ideal do hipertexto.&lt;br /&gt; *Motor: como um banco de dados interativo poderia nos ser útil em todos os campos do conhecimento.&lt;br /&gt;  *Cícero: Funcionalmente, o hipertexto é um tipo de programa  para a organização de conhecimentos ou dados. Tecnicamente, é um conjunto ligado por nós ou conexões .&lt;br /&gt;  *Algumas interfaces da escrita: as mutações do saber estão em detalhes, em pequenos dispositivos, em determinados modos de se registrar.&lt;br /&gt;  * Suporte informático do Hipertexto: a interface do computador oferece a representação figurática, diagramática, enquanto livros ou revistas são representações codificadas.&lt;br /&gt;Navegar: um novo sistema da escrita é criado, uma metamorfose da leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO_ O computador pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    *Desordem e caos_ Silicon Valley: jovens estudantes revolucionários criam o “pc”, instituindo novas bases para a informática. Foi de um turbilhão de pessoas idéias e paixões sobre a informática que nasceu o PC. A potência arrancada do Estado e restituída ao individuo. &lt;br /&gt;    *Uma interface após a outra: o microcomputador foi composto por interfaces sucessivas.Integrações de novas tecnologias à máquina. Surgem mais usuários.Começa então a revolução da informática.&lt;br /&gt;   *Ícones: Surgem novas características de interfaces; o mouse, o ícone....Simular o ambiente do escritório, com representações de documentos, pastas e textos é um dos objetivos das novas interfaces .O surgimento do Aplle Macintosh, em 1984, acelerou a integração da informática ao mundo da comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. SOBRE A TECNICA ENQUANTO HIPERTEXTO_ A política das interfaces&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       * Douglas Engelbart ou a Engenharia da coletividade:Desde a metade dos anos 1950, imaginava programas para comunicação e trabalho coletivo ( Groupware). &lt;br /&gt;       * Coerência  das interfaces: “essas camadas teóricas tornaram os sistemas informáticos mais amáveis e mais próximos do sistema cognitivo humano.Humanizar a máquina.Usos sociais da informática . O destino da informática? A futura disciplina estria encarregada dos equipamento coletivos da inteligência .&lt;br /&gt;      *Os equipamentos coletivos da inteligência: os programas desempenham um papel de tecnologia intelectual; eles reorganizam a visão de mundo dos seus usuários e modificam seus reflexos mentais.&lt;br /&gt;      * O cego e o paralítico, ou o engenheiro e o sociólogo: relação homem X máquina . Informatas X arquitetos. Os informatas não são somente técnicos puros, mas sim “homens políticos” participantes da revolução da informática . São engenheiros do conhecimento. Eles intervêm sobre a comunicação e a percepção do individuo.&lt;br /&gt;     *Máquinas desejáveis: desejo e subjetividade ligados à técnica informática . As maquinas criam ambientes operacionais desejáveis.&lt;br /&gt;     * Sobre o uso: o computador emprega o sentido do hipertexto quando quando transforma o funcionamento e o significado do conjunto. O uso dos computadores constituem conexões suplementares, estendendo o hipertexto, reinventado o significado dos elementos. O que é o uso??O prolongamento do caminho e a construção de novos caminhos.&lt;br /&gt;   *Tecnopolítica: o que fazemos da técnica??As coisas e suas significações e seus efeitos, mediatizam as relações, logo também se incluem as atividades técnicas  e políticas, ou antes, cosmopolitas&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;5. O GOUPWARE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Trabalho em equipe: programas para equipe &lt;br /&gt;*Trabalho colaborativo: a inteligência dos grupos, troca de informações&lt;br /&gt;*Sujeito cognitivo coletivo: programas de auxilio à argumentação e ao dialogo cooperativo.&lt;br /&gt;      * A argumentação auxiliada por computador: Os programas ajudam na argumentação. Torna-se mais lógico que uma conversa oral. Ao Grupwares de auxilio à discussão coletiva ajudam o interlocutor a situar-se dentro da estrutura lógica da discussão, permite também ligações com documentos, fotos, que formarão o contexto .Torna-se possível organizar a linha geral de um argumento.&lt;br /&gt;     * O hipertexto, materialização do saber comum: dividir o conjunto de documentos e atualizá-los .Objetivação do saber comum  era tema de discussões. Manual eletrônico: fotografia do saber. Integração entre membros. Propriedade de disseminação e generalização do conhecimento: COMUNDADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A METÁFORA DO HIPERTEXTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Como o pensamento atinge as coisas: as experiências misturam-se com as imagens. O próprio pensar nos dá a experiência. O conceito de conceito foi desviando-se da técnica. O pensamento faz sempre menção à modelos técnicos .As tecnologias intelectuais misturam-se à inteligência humana pela escrita, sistematizando a palavra. PENSAMENTO= METÁFORA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4674445267912252368?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4674445267912252368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4674445267912252368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4674445267912252368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4674445267912252368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/universidade-estadual-de-santa-cruz_30.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4489761671821620340</id><published>2008-03-30T23:35:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T23:40:15.882-07:00</updated><title type='text'>Fichamento do primeiro Capítulo  do livro: "As tecnologias da inteligencia"</title><content type='html'>Aluna: Ítala Santana Santos&lt;br /&gt;Fechamento focalizado no primeiro capítulo:&lt;br /&gt;“A metáfora do hipertexto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Imagens do sentido:&lt;br /&gt;1.1 Produzir o contexto&lt;br /&gt;1.1.1 A circulação de informação é, muitas vezes, apenas um pretexto para a confirmação recíproca do estado de uma relação.&lt;br /&gt;1.1.2 Através dos seus gestos a pessoa informa a sua forma de ser para os outros&lt;br /&gt;1.1.3 Ao dizer que o sentido de uma mensagem é o contexto não se explica nada,já que o contexto não é um dado estável.&lt;br /&gt;1.1.4 Os diagramas sistêmicos descrevem a comunicação como meio de trasnporte e decodificação.&lt;br /&gt;1.2 Clarões:&lt;br /&gt;1.2.1 Os atores da comunicação produzem continuamente o universo de sentido que o espera&lt;br /&gt;1.2.2 Apenas uma palavra é capaz de fazer surgi várias associações realizadas pelo nosso cérebro.&lt;br /&gt;1.2.3 O contexto é o responsável pela ativação de uma grande rede semântica em um dado momento;&lt;br /&gt;1.2.4 Em termos gerais cada vez que um caminho de ativação é percorrido algumas conexões são reforçadas e outras esquecidas&lt;br /&gt;1.2.5 O sentido de uma palavra não é outro senão a de uma guirlanda cintilante de conceitos e imagens que brilham ao seu redor&lt;br /&gt;1.3 Seis características do hipertexto:&lt;br /&gt;1.3.1 Cada um em sua escala,os atores da comunicação ou os elementos de uma mensagem constroem e remodela universos de sentidos&lt;br /&gt;1.3.2 O hipertexto não da conta somente da comunicação  mais de vários outros fatores&lt;br /&gt;1.3.3 A rede de hipertexto esta em constante mudança,e mesmo que permaneça estável durante um tempo esta estabilidade é em si mesma fruto de um trabalho.&lt;br /&gt;1.3.4 O nós e as conexões de uma rede de hipertexto é heterogênea, e com o processo societécnico não importando se realizado pela memória ou na comunicação se irá fazer todos os tipos de associação possível.&lt;br /&gt;1.3.5 O hipertexto se organiza de modo quebrado, ou seja, qualquer nó ou conexão pode revelar toda uma rede por trás.&lt;br /&gt;1.3.6 A rede não possui unidade orgânica nem motor interno, suas modificações dependem de um exterior indeterminado.&lt;br /&gt;1.3.7 Não há espaço universal homogêneo onde haja forças de ligação e separação,&lt;br /&gt;Onde as mensagens podem circular livremente,a rede não esta no espaço, ela é o espaço.&lt;br /&gt;1.3.8 A rede não tem centro,ou melhor possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas sempre em movimento&lt;br /&gt;2. Hipertexto:&lt;br /&gt;2.1 Memex&lt;br /&gt;2.1.1 Idéia de hipertexto criada por Vanevar bush&lt;br /&gt;2.1.2 Vanevar imaginou um dispositivo que segui se a mesma linha de associação realizada pela inteligência chamada de memex.&lt;br /&gt;2.1.2 Para isso necessário criar um imenso reservatório multimídia de documentos, abrangendo ao mesmo tempo imagens, sons e textos.&lt;br /&gt;2.1.3 Assim um comando simples permitiria ao feliz proprietário de um memex criar ligações interdependentes hierárquicas entre uma dada informação e outra.&lt;br /&gt;2.2 Xadau&lt;br /&gt;2.2.1 Inicio dos anos sessenta primeiros sistemas militares de teleinformática,porem os computadores não emboçavam os bancos de dados e muito menos os processadores de texto.&lt;br /&gt;2.2.2 Surgi uma nova teoria sobre o hipertexto com Theodore Nelson para exprimir a idéia de escrita/leitura não linear em um sistema de informática.&lt;br /&gt;2.2.3 Theodore sonha com a criação de uma biblioteca de dados capaz de fornecer todos os tesouros literários e cientifico do mundo; a biblioteca de Alexandria.&lt;br /&gt;2.2.4 Utilização do Xanadu para manter uma relação com outras pessoas e discutir sobre vários temas através de uma rede que funcionaria em tempo real.&lt;br /&gt; 2.2.5 Apesar do grande numero de hipertexto até o momento não há nenhum igual o imaginado por Vannevar bush e Theodore Nelson.&lt;br /&gt;2.2.6 Isto não foi possível por: não se sabe programar dados acima de uma ordem de grandeza, os algoritmos não são capazes de tratar uma gigantesca massa de dados implicadas em projetos como Xanadu e Memex.&lt;br /&gt;2.2.7 Hoje portanto não encontramos hipertextos universais, mais sim sistemas de porte modesto, voltados para domínios bem particulares.&lt;br /&gt;2.3 Motor&lt;br /&gt;2.3.1 Exemplo sobre a utilização de CD-ROM que lhe auxiliaria para aprender o vários oficios&lt;br /&gt;2.4 Cícero&lt;br /&gt;2.4.1 Explica a utilização de um programa interativo por uma estudante&lt;br /&gt;2.4.2 Tecnicamente um hipertexto é um conjunto de “nós” ligados por conexões.&lt;br /&gt; 2.4.3 Navegar em um hipertexto significa, portanto desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível.&lt;br /&gt;2.4.4 O hipertexto é um programa utilizado para armazenamento ou a aquisição  de dados, e para comunicação.&lt;br /&gt;2.5 Algumas interfaces da escrita&lt;br /&gt;2.5.1 As noções de interface não devem ser limitadas as técnicas de comunicação contemporâneas.&lt;br /&gt;2.5.2 O interface permite acessos as a tudo que a no texto, ou seja uma compreensão&lt;br /&gt;Maior do que se era permitido na época dos pergaminhos.&lt;br /&gt;2.5.3 O livro e o computador só se tornaram a cessível a todos quando a sua interface se tornou oculta aos olhos de seus usuários&lt;br /&gt;2.5.4 A interface informática nos coloca diretamente acessível em um mesmo instante&lt;br /&gt;2.6  O suporte informático do hipertexto&lt;br /&gt;2.6.1 Sonho de Vannevar Bush realizado, mas com técnicas deferentes das pensadas em 1945,&lt;br /&gt;2.6.2 Com a invenção dos compact disc a uma facilitação para realizar edições e distribuições de grandes quantidades de informação sobre a forma de hipertexto.&lt;br /&gt;2.7 Navegar&lt;br /&gt; 2.7.1 O hipertexto constitui uma rede de interfaces&lt;br /&gt;2.7.2  A rapidez do hipertexto é uma característica de um novo sistema de escrever ,uma metamorfose da leitura ,chamada navegação.&lt;br /&gt;2.8 mapas interativos&lt;br /&gt;2.8.1 Podemos representar de várias maneiras e conectividade de um hipertexto, sendo o meio mais intuitivo a visualização gráfica ou diagramática.&lt;br /&gt;2.8.2 Podemos também construir mapas globais em duas dimensões,mas que mostram os caminhos disponíveis em um único nó,assim não havendo complicação.&lt;br /&gt;2.8.3 Já existem geradores de sistemas especialistas capazes de se conectar de forma simples em hipertexto para microcomputador.&lt;br /&gt;2.8.4 Os esquemas, mapas ou diagramas interativos estão entre as interfaces mais importantes das tecnologias intelectuais de suporte informático.&lt;br /&gt;2.9 Réquiem para uma pagina&lt;br /&gt;2.9.1 Quando um leitor se desloca na rede de microtexto de uma imagem para uma enciclopédia.&lt;br /&gt;2.9.2 O hipertexto é dinâmico, esta perpetuamente em movimento.&lt;br /&gt;2.9.3 Na interface da escrita que se tornou estável no século XV foi sendo lentamente aperfeiçoado, depois a pagina se tornou a unidade de dobrar elementar do texto.&lt;br /&gt;3. Sobre a técnica enquanto o hipertexto. O computador pessoal.&lt;br /&gt;3.1 Desordem e caos: Silicon Walley.&lt;br /&gt;3.1.1 Metade da década de sessenta jovens californianos inventa o computador pessoal.&lt;br /&gt;3.1.2 Abundancia e variedade de componentes eletrônicos se resumia a um pequeno círculo ao redor da universidade de Stanford.&lt;br /&gt;3.1.3 Construção de computadores sem teclado nem tela,estes computadores não serviam para quase nada, o prazer  era construí-lo.&lt;br /&gt;3.1.4 Foi através de turbilhões de coisas, idéias e paixões que saiu o computado pessoal.&lt;br /&gt;3.2 Uma interface após a outra&lt;br /&gt;3.2.1 O computador pessoal sendo construído interface por interface&lt;br /&gt;3.2.2 Após a abertura da primeira loja de informática pessoal,e assim iniciando com os novos usuários  de  computadores.&lt;br /&gt;3.2.3  Necessário na primeira versão o apple 1digitar a linguagem de programação a mão.&lt;br /&gt;3.2.4 Para compensar as desvantagens de APPLE Jols e Wozniac resolveram criar o novo APPLE&lt;br /&gt;3.2.5 No APPLE 1ª linguagem de programação era algo que tinha que ser carrega em um gravador&lt;br /&gt;3.2.6No APPLE a linguagem de programação era gravada na memória rom&lt;br /&gt;3.2.7 Havia uma conexão que permitia usar uma televisão como monitor&lt;br /&gt;3.2.8 Criação de uma unidade de disquete que deixou o computador mais rápido&lt;br /&gt;3.2.9 EM 1979 surgimento dos processadores de texto e das planilhas&lt;br /&gt;3.3 Ícones&lt;br /&gt;3.3.1 Surgimento de apple macitosh em 1984 acelerou a integração do mundo da informática mundo da comunicação, edição e do áudio visual.&lt;br /&gt;3.3.2 Criação de um aparelho capaz de selecionar na tela programas ou ícones para ter  acesso a qualquer tipo de programa no computador;o mause&lt;br /&gt;3.3.3 Utilização da mesma interface de forma que todos os aplicativos ficassem na mesma interface&lt;br /&gt;4.Sobre a técnica enquanto hipertexto.a política das interfaces&lt;br /&gt;4.1 Douglas Engelbart ou Engenharia da coletividade&lt;br /&gt;4.1.1 Desde a década de 50 Douglas Engelbart tinha imaginado programas para comunicação e trabalho;chamado de Groupware.&lt;br /&gt;4.1.2 Fim dos anos 60 informática vista como arte de automatizar  cálculos,não como tecnologia intelectual&lt;br /&gt;4.1.3 Idéia de homens diante de uma tela interagindo com a maquina&lt;br /&gt;4.1.4 Objetivo de Douglas era de articular entre si dois sistema cognitivos humanos através de dispositivos eletrônicos inteligentes&lt;br /&gt;4.1.5 Transformar as interfaces do computador em mais amáveis e mais imbricados ao sistema cognitivo humano&lt;br /&gt;4.1.6 Relação do homem e da maquina intensa&lt;br /&gt;4.2 Os equipamentos coletivos da inteligência&lt;br /&gt;4.2.1È preciso descolar a ênfase do objeto para objeto&lt;br /&gt;4.2.2 As redes informáticas atuais modificam seus circuitos de comunicação e a decisões  nas organizações&lt;br /&gt;4.2.3 Cada grande inovação abriu a possibilidade de novas relações entre homem computador&lt;br /&gt;4.3 O cego e  paralítico,ou o engenheiro  e o sociólogo&lt;br /&gt;4.3.1 Fracasso de uma informatização pode esta relacionada a detalhes mínimos&lt;br /&gt;4.3.2  O sucesso de alguns programas de computadores permitem a interface com o usuário para determinado uso&lt;br /&gt;4.3.3 o Virtuoso técnico só produz seu efeito completo quando consegue deslocar os eixos e os pontos&lt;br /&gt;De contato da relações homem mulher&lt;br /&gt;4.3.4 Contrariamente ao que geralmente pensamos, os agenciadores de inovação técnica não estão interessados apenas nas engrenagens complicadas das coisa&lt;br /&gt;4.3.5 Somos forçados a contatar que o ensino superior produz hoje,na maioria da vezes especialistas em maquinas&lt;br /&gt;4.3.6 O engenheiro de conhecimento não traz sua solução racional totalmente pronta para os empregados de uma empresa&lt;br /&gt;4.4 Maquinas desejáveis&lt;br /&gt;4.4.1 A informática não entrevem apenas na ecologia cognitiva,mas também nos processos de subjetivos individuais e coletivos.&lt;br /&gt;4.4.2Há toda uma dimensão  estética  ou artística na concepção das maquinas ou dos programas&lt;br /&gt;4.4.3 Em meados da década de 80 um ambiente operacional aberto as explorações começar a ser alcançado&lt;br /&gt;4.4 sobre o uso&lt;br /&gt;4.4.1 Começo dos anos 80 cientistas e engenheiros com Douglas Engelbart conduziam pesquisas para criação de uma informática de comunicação,trabalho,e interação amigável.&lt;br /&gt;4.4.2 Todo uso criativo,ao descobrir novas oportunidades  atinge o plano de criação&lt;br /&gt;4.4.3Criação e uso são,na verdade,dimensões complementares de uma mesma operação elementar de conexões, com seu efeitos de reinterpretarão e construção de novos conceitos.&lt;br /&gt;4.5 Tecnopolitica&lt;br /&gt;4.5.1 Muitas vezes ouvimos dizer que a técnica em si mesma não é nem boa nem má, e tudo é o uso que fazemos dela.&lt;br /&gt;4.5.2 Um programa resulta de uma utilização especifica de um computador e uma linguagem de programação.&lt;br /&gt;4.5.3 Não há,então a técnica de um lado e o uso de outro, mas um único hipertexto,uma imensa rede flutuante complicada de usos,e a técnica consiste exatamente nisto.&lt;br /&gt;5.O groupware&lt;br /&gt;5.1 O groupware trabalha para um grupo,lhes oferecendo uma troca de informação&lt;br /&gt;5.2 Auxilia nas programáticas de comunicação nos grupos considerando a linguagem semântica&lt;br /&gt;5.3 O graupware inaugurou uma nova geometria da comunicação&lt;br /&gt;5.4 Os groupwares de auxilio a concepção e a discussão coletivo.&lt;br /&gt;6 A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;6.1 A evolução biológica fez com que desenvolvêssemos a faculdade de imaginar nossas ações futuras e seu resultado sobre o meio externo&lt;br /&gt;6.2 As tecnologias intelectuais  misturam-se á inteligência dos homens por duas vias&lt;br /&gt;6.3 O grroupware ou o hipertexto, alem de ser uma ferramenta eficaz para a comunicação e a inteligência coletiva,podem também servir como metáfora esclarecedora&lt;br /&gt;6.4 O papel do groupware exatamente o de reunir ,não apenas textos,mas também as redes associações,anotações e comentários as quais eles  são vinculados pelas pessoas&lt;br /&gt;6.5 A metáfora do hipertexto da conta da estrutura indefinitamente recursiva do sentido, pois já que ele conecta palavras e frase cujos significados remetem se um ao outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4489761671821620340?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4489761671821620340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4489761671821620340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4489761671821620340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4489761671821620340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-primeiro-captulo-do-livro.html' title='Fichamento do primeiro Capítulo  do livro: &quot;As tecnologias da inteligencia&quot;'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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porque visa mais diretamente ao plano de representações.&lt;br /&gt;Na abordagem clássica dos fenômenos de  comunicação, os interlocutores fazem intervir o contexto para interpretar as mensagens que lhes são dirigidas.&lt;br /&gt;O jogo da comunicação consiste em através de mensagem,precisar,ajustar transformar os preceitos pelo contexto compartilhado pelos parceiros.&lt;br /&gt;Os atores da comunicação produzem portanto continuamente o universo de sentido que os une ou que os separa.Ora a mesma operação de construção de contexto se repete na escala de uma micropolítica interna às mensagens.&lt;br /&gt;O objetivo de todo texto é o de provocar em seu leitor um certo estado de excitação para uma certa zona de seu mundo interior, ou ainda disparar a projeção de um espetáculo multimídia na tela de sua imaginação.&lt;br /&gt;O hipertexto é talvez uma metáfora valida para todas as esferas de realidade em que significações estão em jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O HIPERTEXTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        O hipertexto retorna e transforma  antigas interfaces da escrita a noção de interface, na verdade, não deve ser limitada às técnicas de comunicação contemporânea.&lt;br /&gt;·        A impressão por sua vez , se estrutura sobre um grande numero de características de interface estabilizadas antes do século XV e que não são óbvias.&lt;br /&gt;·        A mutação da impressão em si foi completada por uma transformação do tamanho e peso dos incunábulos.&lt;br /&gt;·        Partindo de traços tomados de empréstimo de várias outras mídias, o hipertexto constitui , portanto,uma rede original de interfaces&lt;br /&gt;·        O hipertexto ou a multimídia  interativa adequam-se particularmente aos usos educativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Sobre a técnica enquanto hipertexto o computador pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa característica da interface implicava uma modificação no significado da maquina:o importante não era mais monta-la e sim usa-la&lt;br /&gt;Uma maquina é constituída de  camadas sucessivas, aparentemente cada vez menos “técnicas”, cada vê z menos “duras”, e que se assemelham cada vez mais a jogadas publicitárias, a uma serie de operações de relações publicas com os clientes potenciais.&lt;br /&gt;Podemos considerar um objeto peécnico-no caso do computador pessoal-como uma serie dde jogadas publicitárias mais ou menos bem articuladas umas com as outras, sedimentadas, retificadas endurecidas em um objeto.&lt;br /&gt;O microcomputador fora composto por interfaces sucessivas, em um processo de pesquisa cega, no qual foram negociados, aos poucos, acessos e redes cada vez mais vastas, até que me um limite fosse rompido e a conexão fosse estabelecida  com os circuitos sociotécnicos  da educação  e do escritório .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sobre a técnica enquanto hipertexto a política das interfaces&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas tiveram uma recepção muito fraca na época entre os construtoras e vendedores.A informática ainda era tida como tecnologia intelectual .&lt;br /&gt;A coerência das interfaces, uma espécie de característica de interface elevada ao quadrado, representa um principio estratégico essencial em relação a esta visão a longo prazo.&lt;br /&gt;Ou seja, essa interfaces, essa camadas técnicas suplementares tornaram os complexos agenciamentos de tecnologias intelectuais  e mídias de comunicação, também chamados de sistemas informáticos, mais amáveis e mais imbricados ao sistema cognitivo  humano.&lt;br /&gt;Mas para que haja um verdadeiro ”aumento”, é preciso acompanhar e dirigir com brandura, passo a passo, a co-evolução dos humanos e da ferramentas.&lt;br /&gt;Na medida em que a informatização avança, certas funções são eliminadas, novas habilidades aparecem, a ecologia cognitiva se transforma.&lt;br /&gt;O fracasso de uma informatização pode estar relacionado a detalhes mínimas, dissimulados entre as complexidades de um programa.&lt;br /&gt;Por outro lado, o sucesso de alguns programas de microcomputadores deveu-se a certas intuições  muito profundas sobre como deveria ser a interface com o usuário para determinado uso.&lt;br /&gt;Os engenheiros , agenciadores e visionários que ligam seu destino  determinada técnica são movidos por verdadeiros projetos políticos&lt;br /&gt;Em vez de o espaço físico das relações humanas e d a vida cotidiana, o informata organização espaço das funções cognitivas.&lt;br /&gt;5. O  Groupware&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ajuda ao trabalho em equipe representa uma aplicação particularmente  promissora dos hipertextos:ajuda ao raciocínio, à argumentação,à discussão. À criação.à organização, ao planejamento, etc.&lt;br /&gt;A elaboração de tecnologia intelectuais não pode ser dissociada da pesquisa empírica em ecologia cognitiva.&lt;br /&gt;Não são meras informações que circulam nas redes de informação , mas sim atos de linguagem, que comprometem aqueles que o efetuam frente a si mesmos e a outros.&lt;br /&gt;Foi observado que os assuntos abordados nas conversas cotidianas possuem muito menos estrutura , sendo sistematicamente mais hierarquizados e organizados do que os textos escritos&lt;br /&gt;Os groupweres de auxilio e à discussão coletiva, ajudam cada interlocutor a se  a situar-se dentro da estrutura lógica da discussão em anda mento.&lt;br /&gt;Em um discussão comum , cada intervenção aparece como um micro acontecimento, ao qual outros iram responder sucessivamente ,como é num drama teatral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O groupwere ou o hipertexto, além de ser uma ferramenta eficaz para a comunicação e inteligência coletiva, poderia também servir como metáfora esclarecedora&lt;br /&gt;A psicologia usa maciçamente os modelos computacionais e de processamento de dados fornecidos pela informática&lt;br /&gt;A metáfora do hipertexto da conta da estrutura  indefinidamente recursivo do sentido, pois já que ele conecta palavras e frases cujos significados remetem-se uns aos outros  dialogam e ecoam mutuamente para alem da linearidade do discurso um texto já é sempre um hipertexto, uma rede de associações.&lt;br /&gt;O objeto principal de uma teoria hermenêutica  da comunicação na será, nem a mensagem, nem o emissor,nem o receptor, mas sim o hipertexto que é como a reserva ecológica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2482807568591449857?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2482807568591449857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2482807568591449857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2482807568591449857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2482807568591449857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro.html' title='Fichamento do livro'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7944254303704876257</id><published>2008-03-30T12:38:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T12:43:09.532-07:00</updated><title type='text'>Fichamento</title><content type='html'>As tecnologias da inteligência : O futuro do pensameto na era da informática. ( Pierre Lévy)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo Pierre Lévy, a revolução industrial foi um grande passo para o desenvolvimento tecnológico. Hoje, com a globalização, as inovações tecnológicas tornaram-se constantes, influenciando diretamente a sociedade contemporânea.    &lt;br /&gt;   Lévy, em seu livro nos apresenta o hipertexto, que teve sua idéia enunciada pela primeira vez por Vannevar Bush em 1945, em um artigo intitulado " As We May Think", e ainda imagina um dispositivo, chamado Memex( uma espécie de memória auxiliar).&lt;br /&gt;   Os hipertextos que são abordados constantemente na primeira parte do livro, são textos que utilizam outras citações para explicar o texto. O livro apresenta também as interfaces que são interconexões entre dois equipamentos que possuem diferentes funções e que não poderiam se conectar diretamente e que facilitaram a compreensão dos seres humanos.&lt;br /&gt;   O autor afirma que com o surgimento de novas habilidades, outras funções são eliminadas, sendo assim o pensamento chamado de ecologia cognitiva se transforma.&lt;br /&gt;   O groupware é um trabalho para um grupo. O seu papel é reunir, os textos e as redes de associação e comentários às quais eles são vinculados pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Marília Gabriela Morais Borges&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7944254303704876257?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7944254303704876257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7944254303704876257' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7944254303704876257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7944254303704876257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento_30.html' title='Fichamento'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7807817986025145653</id><published>2008-03-30T12:06:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T14:06:25.224-07:00</updated><title type='text'>Fichamento [As Tecnologias da inteligência -Pierre Lévy ] Aluna :Ingrid Bárbara</title><content type='html'>1º capítulo -&lt;strong&gt; &lt;em&gt;A metáfora do Hipertexto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Imagens do sentido&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;A circulação de informações é,muitas vezes ,apenas um pretexto para a confirmação recíproca do estado de uma relação ;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;Longe de ser apenas um auxiliar útil à compreensão das mensagens ,o contexto é o próprio alvo dos atos de comunicaão ;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;O jogo da comunicação consiste em,através de mensagens ,precisar , ajustar ,transformar o contexto compartilhado pelos parceiros;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;O sentido emerge e se constrói  no contexto ,é sempre local , datado , transitório.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;A imensa rede associativa que constitui nosso universo mental encontra-se em matamorfose permanente;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;Seis características do Hipertexto:Princípio de metamorfose;princípio de heterogeneidade ;princípio da multiplicidade e de encaixe das escalas;princípio de exterioridade;princípio de topologia;princípio de mobilidade dos centros;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;2.&lt;strong&gt;O Hipertexto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A idéia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vannevar Bush em 1945,em um célebre artigo intitulado de " As we  may  think" ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Memex, espécie de memória auxiliar do cientista ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Theodore Nelson , inventou o termo hipertexto para exprimir a idéia de escrita/ leitura não linear em um sistema de informática;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Xanadu , enquanto horizonte ideal ou absoluto do hipertexto ,seria uma espécie de materialização do diálogo incessante e múltiplo que a humanidade mantém consigo mesma e com o passado ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tecnicamente , um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões .Os nós podem ser palavras,páginas ,imagens,gráficos ou parte de gráficos ,sequências sonoras ,documentos complexos que podem ser hipertextos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Funcionalmente,um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados ,a aquisição de informações e a comunicação ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Partindo de traços tomados de empréstimos de várias outras mídias , o hipertexto constitui  ,portanto ,uma rede original de interfaces ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O hipertexto é dinâmico , está perpetuamente em movimento ;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;3 . &lt;strong&gt;Sobre a técnica enquanto hipertexto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O computador pessoal&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A montagem foi o primeiro princípio de intreface com os usuários dos novos computadores ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É preciso perdoar os internautas ,pois não perceberam de imediato o significado da microinformática ;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;4 .&lt;strong&gt;Sobre a técnica enquanto hipertexto&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A política das interfaces&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Desde a metade dos anos cinqüenta,Douglas Engelbart tinha imaginado programas para comunicação e trabalho coletivo, chamados hoje de Groupwares ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O objetivo de Douglas engelbart era o de articular entre si dois sistemas cognitivos humanos através de sistemas eletrônicos inteligentes ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cada grande inovação na informática abriu a possibilidade de novas relações entre homem e computadores ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A informática não  intervém apenas na ecologia cognitiva ,mas também nos processos de substituição  individuais e coletivas ;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;5. &lt;strong&gt;O Groupware&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A elaboração de tecnologias intelectuais  não pode ser dissociada da pesquisa empírica em ecologia cognitiva ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Groupware visa sobretudo auxiliar a dimensão pragmática da comunicação nos grupos , em detrimento de seu aspecto semântico ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os Groupwares de auxílo a concepção e à discussão coletiva ,ajudam cada interlocutor a situar-se dentro da estrutura lógica da discussão em andamento , pois fornecem -lhe uma representação gráfica da rede de argumentos ;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;6 .&lt;strong&gt;A metáfora do hipertexto &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O Groupware  ou o hipertexto , além de ser uma ferramenta eficaz para a comunicação e a inteligência coletivas , poderia servir como metáfora esclarecedora ; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A metáfora do hipertexto dá conta da estrutura indefinidamente recursiva do sentido ,pois já que ele conecta palavras e frases cujos significados remetem-se uns aos outros dialogam e ecoam mutuamente para além da linearidade do discurso ,um texto já é sempre um hipertexto , uma rede de associações .&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7807817986025145653?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7807817986025145653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7807817986025145653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7807817986025145653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7807817986025145653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-as-tecnologias-da_30.html' title='Fichamento [As Tecnologias da inteligência -Pierre Lévy ] Aluna :Ingrid Bárbara'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-1852247109600758045</id><published>2008-03-30T11:30:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T11:31:59.764-07:00</updated><title type='text'>Fichamento do livro "As tecnologias da inteligência" Pierre Lévy.</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-1852247109600758045?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/1852247109600758045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=1852247109600758045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1852247109600758045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/1852247109600758045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da_818.html' title='Fichamento do livro &quot;As tecnologias da inteligência&quot; Pierre Lévy.'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-9149937297433278588</id><published>2008-03-30T10:58:00.000-07:00</published><updated>2008-03-30T11:04:15.068-07:00</updated><title type='text'>Fichamento do livro as tecnologias da inteligênncia.</title><content type='html'>&lt;p&gt;Fichamento produzido pela aluna Marcela Oliveira Falcão, 1° semestre do curso de Comunicação Social 2008.1.&lt;br /&gt;Tema: As tecnologias da inteligência (Pierre Lévy) – 1° parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O ser humano construiu uma civilização tão complexa que hoje ele precisa mecanizar o registro de suas idéias e suas experiências para poder levar o seu experimento às suas conclusões lógicas...”   &lt;br /&gt;                                                                                                                     Vannevar Bush&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1: A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;1.        Imagens do sentido&lt;br /&gt;         . Jogo da comunicação = Jogo de xadrez, propõe agilidade e inteligência. O da comunicação refere-se às mensagens que interferem no contexto dos interlocutores.&lt;br /&gt;         . A comunicação não deve ser entendida como um processo unidimensional, as mensagens e seus significados se alteram com o tempo, espaço e pessoas. E é nessa “metamorfose” que se baseia o poder instituinte da comunicação porque essas mudanças são “metalances” no jogo da interpretação e da construção das realidades.&lt;br /&gt;         . Uma palavra pode gerar várias redes de conceitos. O contexto em que ela se insere forma uma rede semântica em torno dela.&lt;br /&gt;         . Hipertexto: Possue seis princípios abstratos;&lt;br /&gt;-    De metamorfose;&lt;br /&gt;-    De heterogeneidade: memória diversa (som, imagem,etc.);&lt;br /&gt;-    De multiplicidade e encaixe das escalas: um “nó” ou uma conexão pode transformar-se em uma rede de escalas;&lt;br /&gt;-    De exterioridade;&lt;br /&gt;-    De topologia: tudo funciona por proximidade, a rede não está no espaço ela é o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     2. O hipertexto&lt;br /&gt;             . Hoje não são encontrados hipertextos universais, dificuldades como tempo e custo existem. Os hipertextos não excluem a dimensão audiovisual, não são ligados linearmente.&lt;br /&gt;             . Ele possibilita a interface da escrita (divisão rápida do texto escrito, dispositivo organizacional para padronização). A interface da informática cria em nós a ação da pesquisa, nada de superficial diferentemente do jornal, por exemplo. O hipertexto é, portanto, um conjunto de interfaces que possuem uma característica básica: a velocidade.&lt;br /&gt;              . Redes: conjuntos de modos de representação que utilizam o suporte informático, combinado-se facilmente.&lt;br /&gt;              . Para a formação de um indivíduo, o hipertexto contribui para um domínio mais rápido das técnicas do que formas clássicas de suporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Sobre a técnica enquanto hipertexto – O computador pessoal&lt;br /&gt;           . A montagem foi o primeiro princípio da interface com os usuários dos novos computadores pessoais. A segunda foi o gravador cassete.&lt;br /&gt;            . Computador pessoal = jogada publicitária, a interface material = drives de disquete, interface lógica = os programas.&lt;br /&gt;            . A revolução na informática inicia na década de 70/80 quando os circuitos sociotécnicos passaram a se adequar a uma nova máquina.&lt;br /&gt;            . Informática e o mundo da comunicação: 1984 inicia a integração, vantagens visíveis, mas se não fosse a impressora o conhecimento teria mais uma vez se restringido à tela do computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sobre a técnica enquanto hipertexto – A política das interfaces.&lt;br /&gt;           . Tentativa de aproximar cada vez mais o homem (capacidade cognitiva/sentidos) da máquina (interfaces digitais).&lt;br /&gt;Humanização da máquina – facilitar a aprendizagem, agilidade das atividades empregando seus canais habituais.&lt;br /&gt;           . Evitar “choques brutais” – levar em consideração a evolução humana e seus limites. Cada particularidade de cultura, tempo, espaço, vivência caracteriza o espaço cognitivo do ser humano.&lt;br /&gt;Ecologia cognitiva: formar pensamentos considerando locais e cultura é modificada pela evolução da informação.&lt;br /&gt;           . Informata = engenheiro do conhecimento.&lt;br /&gt;Alguém capaz de não ser apenas técnico e sim de observar a dimensão sociopsicológica da comunicação. Sua capacidade vai além do óbvio, pois a informática não atinge apenas o lado cognitivo humano, mas também processos de subjetivação individuais e coletivos.&lt;br /&gt;           . Não se pode separar a técnica do uso -&gt; formação do hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O Groupware.&lt;br /&gt;          . Trabalho em equipe, fazer para o coletivo(inteligência e particularidade dos grupos), diversas maneiras diferentes de trocar informação.&lt;br /&gt;          . Visa auxiliar a dimensão pragmática da comunicação nos grupos, considerando o aspecto semântico.&lt;br /&gt;Memória humana em curto prazo é deficiente.&lt;br /&gt;          . A logicidade das argumentações nem sempre é privilegiada gerando assim mal-entendidos e falsos debates.&lt;br /&gt;O Groupware inaugurou a nova geometria da comunicação (escrita coletiva, construção de uma rede de argumentação progressiva).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A metáfora do hipertexto.&lt;br /&gt;         . Ser humano – capacidade de imaginação aliada ao dom da manipulação. (utilização de metáforas).&lt;br /&gt;         . Tecnologias intelectuais + inteligência humana = a escrita, por exemplo.&lt;br /&gt;Domínio sobre novas técnicas, novos padrões de conhecimento.&lt;br /&gt;         . A maior dificuldade encontrada na comunicação (hipertexto, groupware, etc.) é a de atingir a todos uniformemente. Cada ser utiliza sua própria maneira de associar, decifrar, interpretar o que provêm da sua parte cognitiva, Compartilhar um contexto é necessário a fim de diminuir os riscos de incompreensão.&lt;br /&gt;         . Metáfora do hipertexto: capacidade de associação&lt;br /&gt;-    conectar palavras e sentidos;&lt;br /&gt;-    não-linearidade do discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-9149937297433278588?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/9149937297433278588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=9149937297433278588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/9149937297433278588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/9149937297433278588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da_30.html' title='Fichamento do livro as tecnologias da inteligênncia.'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3676377931825328900</id><published>2008-03-25T17:49:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T17:50:19.861-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;I capítulo - A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;O livro refere-se a história da própria inteligência. O autor Pierre Lévy, defende a crítica das teorias formais e tecnicistas do pensamento e do cosmo, e deixa explícito também que o seu livro tratará das interfaces na cultura da informática e na sua interação com a vida humana.&lt;br /&gt;No primeiro capítulo - A metáfora do hipertexto- Pierre Lévy chama bastante atenção para a técnica, o hipertexto, a interface e a co-relação existente entre eles.&lt;br /&gt;A técnica seria uma riqueza, uma abundância axiológica, que toma parte plenamente no transcendental histórico.&lt;br /&gt;O computador, um dispositivo técnico, levou o homem a ter uma percepção maior sobre o mundo, em um plano que transcende o limite da razão.&lt;br /&gt;Vannevar Bush, físico norte americano e diretor do Instituto de Investigação Científica e Desenvolvimento, em seu artigo publicado - " As we may think " - anuncia a idéia de hipertexto, de utilizar-se de outros recursos para completar o sentido de um texto. Nesta perspectiva, Bush idealizou o Memex, um dispositivo de registro, uma expansão da memória pessoal, uma técnica metafísica.&lt;br /&gt;Como Pierre Lévy mesmo colocou - Não há, portanto, a técnica de um lado e o uso do outro, mas um único hipertexto, uma imensa rede flutuante e complicada de usos, a técnica consiste nisto.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Égila Passos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3676377931825328900?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3676377931825328900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3676377931825328900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3676377931825328900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3676377931825328900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/i-captulo-metfora-do-hipertexto-o-livro.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3497504813294873473</id><published>2008-03-25T10:25:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T06:31:33.188-07:00</updated><title type='text'>FICHAMENTO DO LIVRO AS TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA ( PIERRE LÉVY)</title><content type='html'>Aluna: Letícia Ribeiro Silva&lt;br /&gt;Fichamento focalizado no primeiro capítulo denominado&lt;br /&gt;" A metáfora do hipertexto"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Imagens do sentido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O jogo da comunicação consiste em através de mensagens, precisar, ajustar, transformar o contexto compartilhados pelos parceiros;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O contexto é o próprio alvo dos atos da comunicação;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A imensa rede associativa que constrói nosso universo mental encontra-se em metamorfose permanente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;2. O Hipertexto&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A mente humana funciona através de associações;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O memex seria uma espécie de memória auxiliar do cientista, uma parte fundamental do próprio processo de pesquisa e elaboraçaõ de novos conhecimentos;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Teodore Nelson inventou o termo hipertexto pra exprimiar a idéia de escrita /leitura não linear em um sistema de informática;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O hipertexto retoma e transforma antigas interfaces da escrita.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;3. A técnica enquanto hipertexto -O computador pessoal&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Milhares de jovens divertiam-se fabricando rádios, amplificadores de alta fidelidade e cada vez mais, dispositivos de telecomunicação e de cálculo eletrônico;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O computador pessoal foi sendo contruído progressivamente, interface por interface.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;4. A técnica enquanto hipertexto - A política das interfaces&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A maior parte dos programas atuais desepenham um papel de tecnologia intelectual;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;As redes de informáticas modificam os circuitos de comunicação e de decisão nas organizações;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O fracasso de uma informatização pode está relacionado a detalhes mínimos, dissimulado entre as complexidades de um programa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;5. Groupware&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Ajuda ao trabalho em equipe, representa uma aplicação particulamente promissora dos hipertextos;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A elaboraçaõ de tecnologias intelectuais não pode ser dissociada da pesquisa impírica em ecologia cognitiva;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O groupware concebido por Winograd e Flores visa sobre tudo auxiliar dimensão pragmática da comunicação nos grupos, em detrimento de seu aspecto semântico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;6. A metáfora do hipertexto&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;As tecnonogias intelectuais misturam-se à inteligência dos homens por duas vias;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O groupware ou o hipertexto, além de ser uma ferramenta eficaz para a comunicação e a inteligência coletiva, poderia também servir como metáfora esclarecedora;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O papel dos groupwares é exatamente o de reunir não apenas os textos, mas também as redes e associações, anotações e comentários as quais eles são vinculados pelas pessoas;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O objeto principal de uma teoria hermenêutica da comunicação não será , nem a mensagem, nem o emissor, nem o receptor, mas sim o hipertexto que é como a reserva ecológica.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3497504813294873473?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3497504813294873473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3497504813294873473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3497504813294873473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3497504813294873473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da_5208.html' title='FICHAMENTO DO LIVRO AS TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA ( PIERRE LÉVY)'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-6577591768167635384</id><published>2008-03-25T09:54:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T05:55:36.373-07:00</updated><title type='text'>FICHAMENTO DO LIVRO AS TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA (PIERRE LÉVY)</title><content type='html'>Aluna: Islani Almeida da Silva&lt;br /&gt;Fichamento focalizado no primeiro capítulo denominado&lt;br /&gt;"A metáfora do Hipertexto"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;1. Imagens do sentido&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O contexto é o alvo do ato da comunicação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sentido se contrói no contexto, é sempre local, transitório;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O poder instituinte da comunicação se baseia nas mudanças periódicas do ambiente e do processo de interpretação coletiva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seis características do hipertexto:Princípio de metamorfose, Princípio da heterogeneidade, Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas, Princípio de exterioridade, Princípio de topologia, Princípio de mobilidade dos centros.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2. O hipertexto&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Anunciado pela primeira vez por Vannevar Bush, em 1945, no artigo "As we may think";&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inventou-se o termo hipertexto, em 1960 por Theodoro Nelson- texto incapaz de passar a multiplicidade de sentidos compostos, sendo assim, utiliza outros recursos, como: leitura, imagem, som, gráfico e etc;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Memex e Xanadu são hipertextos eletrônicos, em que todas informações estariam interligadas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Interfaces: estabelecimentos de contato entre meios heterogêneos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quanto mais ativamente uma pessoa participa da aquisição de conhecimento, mais ele irá integrar e reter aquilo que aprender.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;3. A técnica enquanto hipertexto - O computador pessoal&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Apple2: o grande sucesso da informática;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Douglas Engelbard inventou o mouse, proporcionado uma interação de forma intuitiva e sensoriomotora com o computador;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Em uma rede de sociotécnica ,como o hipertexto, cada nova conexão recompõe a configuração semântica da zona da rede à qual está conectada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;4. A técnica enquanto hipertexto - A política das interfaces&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Groupware: programas para comunicação e trabalho colaborativo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A informática não intervem apenas na ecologia cognitiva, mas também nos processos de subjetivação individuais e coletivos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a maior parte dos programas atuais desempenham um papel de tecnologia intelectual: eles reorganizam, de uma forma ou de outra, a visão de mundo de seus usuários e modificam os seus reflexos mentais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ao se prolongarem reciprocamente, criação e uso contribuem alternadamente para fazer ramificar o hipertexto sociotécnico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;5. O groupware&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Programa que verifica o estado da conversa em andamento, alerta os participantes quanto a data, atrasos e eventuais rupturas de promessas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O usuário deste programa pra equipe é explicitamente um coletivo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O contexto da discussão, ao contrário do que ocorre durante a oralidade, encontra-se agora totalmente explicitado e organizado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;6. A metáfora do hipertexto&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A evolução biológica fez com que se desenvolvesse a faculdade de imaginar ações futuras e seu resultado sobre o meio externo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A psicologia cognitiva usa maciçamente os modelos computacionais e de processamento de dados fornecidos pela infotmática;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Trabalhar, viver, conversar com os outros seres, isto significa, contruir uma bagagem de referências e associações comuns, uma rede hipertextual unificada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-6577591768167635384?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/6577591768167635384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=6577591768167635384' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/6577591768167635384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/6577591768167635384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da_25.html' title='FICHAMENTO DO LIVRO AS TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA (PIERRE LÉVY)'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-7712555465645902423</id><published>2008-03-25T08:10:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T08:14:35.259-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aluno: Afonso Augusto Martins Ferraz&lt;br /&gt;Fichamento do livro "As Tecnologias da Inteligência"(Pierre Lévy)&lt;br /&gt;Capítulo 1: "A metáfora do Hipertexto"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Imagens do sentido &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O contexto é o alvo do ato da comunicação;-Seis características do hipertexto: Princípio da metamorfos, princípio da heterogeneidade, princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas, princípio da exterioridade, principio de topologia, princípio de mobilidade dos centros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Interfaces: estabelecimentos de contato entre meios heterogêneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Sobre a técnica enquanto hipertexto - O Computador pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Douglas Engelbard inventou o mouse, proporcionado uma interação de forma intuitiva e sensoriomotora com o computador;-Em uma rede de sociotécnica ,como o hipertexto, cada nova conexão recompõe a configuração semântica da zona da rede à qual está conectada;-É preciso perdoar os informatas, pois não perceberam de imediato o significado da microinformática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sobre a técnica enquanto hipertexto - A política das interfaces&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Groupware: programas para comunicação e trabalho colaborativo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Groupware&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Representa uma aplicação particularmente promissora dos hipertextos;-O groupware concebido por Winograd e Flores visa sobretudo auxiliar dimensão pragmática da comunicação nos grupos, em detrimento de seu aspecto semântico;-O contexto da discussão, ao contrário do que ocorre durante a oralidade, encontra-se agora totalmente explicitado e organizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A metáfora do hiperxtexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O objeto principal de uma teoria hermenêutica da comunicação não será , nem a mensagem, nem o emissor, nem o receptor, mas sim o hipertexto que é como a reserva ecológica;-Diríamos antes que o efeito de uma mensagem é a de modificar, complexificar, retificar um hipertexto, criar novas associações em uma rede contextual que se encontra sempre anteriormente dada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-7712555465645902423?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/7712555465645902423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=7712555465645902423' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7712555465645902423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/7712555465645902423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/aluno-afonso-augusto-martins-ferraz.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-3337282827395411370</id><published>2008-03-25T07:54:00.001-07:00</published><updated>2008-03-25T08:02:48.875-07:00</updated><title type='text'>FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO - As Tecnologias da Inteligência (LÉVI, Pierre) - Por Mariana Andrade</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;I.A METÁFORA DO HIPERTEXTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. IMAGENS DO SENTIDO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1.1 &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Produzir o contexto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;1.1.1 Seria a transmissão de informações a primeira função da comunicação?&lt;br /&gt;1.1.2 A comunicação só se distingue da ação em geral porque visa mais diretamente ao plano das representações.&lt;br /&gt;1.1.3 Os interlocutores fazem intervir o contexto para interpretar as mensagens que lhes são dirigidas.&lt;br /&gt;1.1.4 Ao dizer que o sentido de uma mensagem é uma “função” do contexto não se define nada, já que o contexto, longe de ser um dado estável, é algo que está em jogo, um objeto perpetuamente reconstruído e negociado.&lt;br /&gt;1.1.5 O sentido emerge e se constrói no contexto, é sempre local, datado, transitório.&lt;br /&gt;1.1.6 Elas (as idéias) consistem quase sempre em designar certo número de agentes de emissão e recepção, e depois em traçar o percurso de fluxos informacionais.&lt;br /&gt;1.1.7 A situação deriva perpetuamente sob o efeito das mudanças no ambiente e de um processo ininterrupto de interpretação coletiva das mudanças.&lt;br /&gt;1.1.8 Nesta metamorfose paralela da organização e de seu ambiente que se baseia o poder instituinte da comunicação.&lt;br /&gt;1.2&lt;strong&gt; &lt;em&gt;Clarões&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1.2.1 A interação das palavras constrói redes de significação transitórias na mente de um ouvinte.&lt;br /&gt;1.2.2 Rede de imagens e conceitos que, de associarão em associação, pode estender-se a toda nossa memória. Mas apenas os nós selecionados pelo contexto serão ativados com força suficiente para emergir em nossa consciência.&lt;br /&gt;1.2.3 O contexto designa, portanto a configuração de uma grande rede semântica em um dado momento.&lt;br /&gt;1.2.4 O objetivo de todo texto é o de provocar em seu leitor certo estado de excitação da grande rede heterogênea de sua memória.&lt;br /&gt;1.2.5 A imensa rede associativa que constitui nosso universo mental encontra-se em metamorfose permanente.&lt;br /&gt;1.3 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;As características do Hipertexto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1.3.1 O hipertexto é talvez uma metáfora válida para todas as esferas da realidade em que significações estejam em jogo.&lt;br /&gt;1.3.2 &lt;em&gt;Princípio da metamorfose&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;1.3.2.1 A rede Hipertextual está em constante construção e renegociação.&lt;br /&gt;1.3.3 &lt;em&gt;Princípio da heterogeneidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;1.3.3.1 Os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneos.&lt;br /&gt;1.3.4 &lt;em&gt;Princípio da multiplicidade e de encaixe das escalas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1.3.4.1 O hipertexto se organiza em um modo “fractal”, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando analisado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede.&lt;br /&gt;1.3.5 &lt;em&gt;Princípio de exterioridade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;1.3.5.1 Seu crescimento (da rede) e sua diminuição dependem de um exterior indeterminado: adição de novos elementos, conexões com outras redes&lt;br /&gt;1.3.6 &lt;em&gt;Princípio da topologia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1.3.6.1 A rede não está no espaço, ela é o espaço.&lt;br /&gt;1.3.7 &lt;em&gt;Princípio de mobilidade dos centros&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas perpetuamente móveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;strong&gt;O HIPERTEXTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;2.1 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Memex&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;2.1.1 A idéia de Hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vanevar Bush em 1945.&lt;br /&gt;2.1.2 A maior parte dos sistemas de indexação e organização de informações em uso na comunidade científica são artificiais. A mente humana não funciona desta forma, mas sim através de associações.&lt;br /&gt;2.1.3 Memex, para mecanizar a classificação e a seleção por associação paralelamente ao princípio da indexação clássica.&lt;br /&gt;2.2. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Xanadu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2.2.1 Theodore Nelson inventou o termo Hipertexto para exprimir a idéia de escrita/leitura não linear em um sistema de informática.&lt;br /&gt;2.2.2 Uma imensa rede acessível em tempo real contendo todos os tesouros literários e científicos do mundo.&lt;br /&gt;2.2.3 Xanadu, enquanto horizonte ideal ou absoluto do hipertexto, seria uma espécie de materialização do diálogo incessante e múltiplo que a humanidade mantém consigo mesma e com seu passado.&lt;br /&gt;2.3 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Motor!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;2.3.1 [nota pessoal: um sistema simulador de dados interativo]&lt;br /&gt;2.4. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cícero&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;2.4.1 Ao entrar em um espaço interativo e reticular de manipulação, de associação e de leitura, a imagem e o som adquirem um estatuto de quase-textos.&lt;br /&gt;2.4.2 Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens ou partes de gráficos, seqüências sonoras.&lt;br /&gt;2.4.3 Funcionalmente, um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.&lt;br /&gt;2.5 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Algumas Interfaces da escrita&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2.5.1 O hipertexto retoma e transforma antigas interfaces da escrita. A noção de interface, na verdade, não deve ser limitada às técnicas da comunicação contemporânea.&lt;br /&gt;2.5.2 Possibilidade de exame rápido do conteúdo, de acesso não-linear e seletivo ao texto, de segmentação do saber em módulos, de conexões múltiplas a uma infinidade de outros livros graças às notas de pé de página e às bibliografias.&lt;br /&gt;2.5.3 Como o computador, o livro só se tornou uma mídia de massa quando as variáveis de interface “tamanho” e “massa” atingiram um valor suficientemente baixo.&lt;br /&gt;2.5.4 A interface informática nos coloca diante de um pacote terrivelmente redobrado, com pouquíssima superfície que seja diretamente acessível em um mesmo instante.&lt;br /&gt;2.6 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O suporte informático do Hipertexto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2.6.1 Estes inconvenientes da consulta através da tela são parcialmente compensados por um certo números de características de interfaces&lt;br /&gt;2.6.2 Princípios básicos da interação amigável&lt;br /&gt;2.6.2.1 O uso do “mouse”&lt;br /&gt;2.6.2.2 Os “menus”&lt;br /&gt;2.6.2.3 A tela gráfica de alta resolução&lt;br /&gt;2.7 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Navegar&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;2.7.1 O hipertexto constitui, portanto, uma rede original de interfaces.&lt;br /&gt;2.7.2 A quase instantaneidade da passagem de um nó a outro permite generalizar e utilizar em toda sua extensão o princípio da não-linearidade. Isto se torna a norma, um novo sistema de escrita, uma metamorfose da leitura, batizada de navegação.&lt;br /&gt;2.7.3 Inventa-se hoje toda uma interface da navegação, feita de uma infinidade de microdispositivos de interface deformados, reutilizados, desviados.&lt;br /&gt;2.8 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mapas interativos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2.8.1 Para ajudar a orientar os que se aventuram nas vias tortuosas dos dispositivos hipertextuais ou multimídias, pensa-se também em colocar módulos inteligentes ou pequenos sistemas especialistas em alguns dos seus desvios.&lt;br /&gt;2.8.2 Os próprios sistemas especialistas podem ser considerados como um tipo particular de hipertexto&lt;br /&gt;2.8.3 O hipertexto ou a multimídia interativa adequam-se particularmente aos usos educativos.&lt;br /&gt;2.8.4 Quanto mais ativamente uma pessoa participar da aquisição de um conhecimento, mais ela irá integrar e reter aquilo que aprender.&lt;br /&gt;2.9 &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Réquiem para uma página&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;2.9.1 Não é apenas uma rede de microtextos, mas sim um grande metatexto de geometria variável.&lt;br /&gt;2.9.2 Na interface escrita a página é a unidade de dobra elementar do texto&lt;br /&gt;2.9.3 O hipertexto informatizado, em compensação, permite todas as dobras imagináveis.&lt;br /&gt;2.9.4 Ao ritmo regular da página se sucede o movimento perpétuo de dobramento e desdobramento de um texto caleidoscópio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO O COMPUTADOR PESSOAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;3.1 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Desordem e caos: Silicon Valley&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;3.1.1 Mo início dos anos setenta, em poucos lugares no mundo havia tamanha abundância e variedade de componentes eletrônivos&lt;br /&gt;3.1.2 Steje Jobs e Steve Wozniac&lt;br /&gt;3.1.3 Basic, Bill Gates e Paul Allen&lt;br /&gt;3.1.4 A paixão pela bricolagem eletrônica se misturava então a idéias sobre o desvio da alta tecnologia em proveito da “contracultura” e a slogans tais como “&lt;em&gt;Computers for the people&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;3.2 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma Interface após a outra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;3.2.1 A montagem foi o primeiro princípio de interface com os usuários do novo computador&lt;br /&gt;3.2.2 A segunda interface era o gravador cassete que permitia carregar o Basic&lt;br /&gt;3.2.3 Terceiro problema de interface, o da compatibilidade.&lt;br /&gt;3.2.4 A interface havia se tornado um componente interno. Resultado: passou a ser possível fazer algo com o computador a partir do momento em que fosse ligado.&lt;br /&gt;3.2.5 O computador estava se tornando uma mídia de massa.&lt;br /&gt;3.3 &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ícones&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;3.3.1 Não podem os conceber mais a informática “amigável” sem “ícones” e “mouses”.&lt;br /&gt;3.3.2 Ideogramas (ícones) que representavam documentos, instrumentos de desenho, ou partes de textos e gráficos.&lt;br /&gt;3.3.3 Cada característica da interface remete ao exterior, desenhando em pontilhado as conexões práticas que poderão ser efetuadas em outras redes sociotécnicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO – A POLÍTICA DAS INTERFACES&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;4.1 &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Douglas Engelbart ou a Engenharia da Coletividade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;4.1.1 ARC, tinha imaginado programas para comunicação e trabalho coletivos, chamados hoje de groupwares.&lt;br /&gt;4.1.1.1 A tela com múltiplas janelas de trabalho.&lt;br /&gt;4.1.1.2 A possibilidade de manipular, com a ajuda do mouse, complexos informacionais representados na tela por um símbolo gráfico.&lt;br /&gt;4.1.1.3 As conexões associativas (hipertextuais) em bancos de dados ou entre documentos escritos por autores diferentes.&lt;br /&gt;4.1.1.4 Os grafos dinâmicos para representar estruturas conceituais (o “processamento de idéias”).&lt;br /&gt;4.1.1.5 Os sistemas de ajuda ao usuário integrado aos programas.&lt;br /&gt;4.1.2 A informática ainda era tida como uma arte de automatizar cálculos, e não como tecnologia intelectual.&lt;br /&gt;4.1.3 A micropolítica das interfaces conecta finalmente, por mil canais diferentes, os construtos heteróclitos que os aparelhos eletrônicos constituem e a rede de módulos díspares que compõem o sistema cognitivo do ser humano.&lt;br /&gt;4.1.4 Nos siste4mas de cooperação as mesmas representações e os mesmos comandos eram sistematicamente usados em várias aplicações.&lt;br /&gt;4.1.5 Articular entre si dois sistemas cognitivos humanos através de dispositivos eletrônicos inteligentes.&lt;br /&gt;4.1.6 A coerência das interfaces representa um princípio estratégico essencial em relação a esta visão a longo prazo.&lt;br /&gt;4.1.7 O princípio que acabamos de enunciar, assim como a crença na necessidade de uma comunicação com o computador que fosse intuitiva, metafórica e sensoriomotora, em vez de abstrata, rigidamente codificada e desprovida de sentido para o usuário, contribuíram para “humanizar a máquina”&lt;br /&gt;4.1.8 Os diversos agenciamentos de mídias condicionam fundamentalmente a maneira de pensar e funcionar em grupo vigente em uma sociedade.&lt;br /&gt;4.1.9 A futura disciplina estaria encarregada dos equipamentos coletivos da inteligência, contribuindo para estruturar os espaços cognitivos dos indivíduos e das organizações.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;**********************************************************************************&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;(by Mel)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;É isso, galera... Não consegui chegar hj até GroupWare, mas amanhã eu posto o resto, ok??&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Aloha!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;P.S.: Poxa, gente... Vamos movimentar isso aqui...Oo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-3337282827395411370?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/3337282827395411370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=3337282827395411370' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3337282827395411370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/3337282827395411370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-bibliogrfico-as-tecnologias.html' title='FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO - As Tecnologias da Inteligência (LÉVI, Pierre) - Por Mariana Andrade'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-6269243165067746189</id><published>2008-03-25T07:30:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T08:09:00.661-07:00</updated><title type='text'>Fichamento</title><content type='html'>Fichamento do livro "As Tecnologias da Inteligência"(Pierre Lévy)&lt;br /&gt;Aluna: Tailane Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Imagens do sentido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O jogo da comunicação consiste em,através de mensagens,precisar,ajustar,transformar o contexto compartilhados pelos parceiros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Ao dizer que o sentido de uma mensagem é uma "função" do contexto,não se define nada,já que o contexto,longe de ser um dado estável,é algo que está em jogo,um objeto reconstruído e negociado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A imensa rede associativa que constitui nosso universo mental encontra-se em metamorfose permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Tecnicamente,um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Funcionalmente,um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos de dados,a aquisição de informações e a comunicação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Os hipertextos podem propor vias de acesso e instrumentos de orientação em domínio de conhecimentos sob forma de diagramas,de redes ou de mapas conceituais manipuláveis e dinâmicos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O hipertexto é dinâmico,está perpetuamente em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Sobre técnica enquanto o hipertexto/O computador pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Na metade da década de setenta,uma pitoresca comunidade de jovens californianos à margem do sistema inventou o computador pessoal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O nec plus ultra era construir seu próprio computador a partir de circuitos de segunda mão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O surgimento da Apple Macintosh,em 1984,acelerou a integração da informática ao mundo da comunicação,da adição e do audiovisual,permitindo a generalização do hipertexto e da multimídia interativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sobre a técnica enquanto hipertexto/ A política das Interfaces&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. As redes informáticas modificam os circuitos de comunicação e de decisão nas organizações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Na medida em que a informática avança,certas funções são eliminadas,novas habilidades aparecem,a ecologia cognitiva  se transforma;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Cada grande inovação em informática abriu a possibilidade de novas relações entre homens  e computadores: códigos de programação cada vez mais intuitivos,comunicação em tempo real,redes,micro,novos princípios de interface.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O Groupware&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A ajuda ao trabalho em equipe representa uma aplicação particularmente promissora dos hipertextos: ajuda ao raciocínio,à argumentação,à discussão,à criação,à organização,ao planejamento,etc;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os groupwares de auxílio à concepção e à discussão coletiva,ajudam cada interlecutor a situar-se dentro da estrutura lógica da discussão em andamento,pois fornecem-lhe uma representação gráfica da rede de argumentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os hipertextos de auxílio à inteligência  cooperativa garatem o desdobramento da rede de questões,posições e argumentos,ao invés de valorizar os discurssos das pessoas tomadas como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A operação elementar da atividade interpretativa é a associação;dar sentido a um texto é o mesmo que construir um hipertexto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O papel dos groupwares é exatamente o de reunir,não apenas os texttos,mas também as redes de associações,anotações  e comentários às quais eles são vinculados pelas pessoas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. O esquema elementar da comunicação não seria mais "A transmite alguma coisa a B",mas sim  "A modifica uma configuração que é comum a  A,B,C,D etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-6269243165067746189?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/6269243165067746189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=6269243165067746189' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/6269243165067746189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/6269243165067746189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento.html' title='Fichamento'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-835350020286483794</id><published>2008-03-25T07:01:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T07:25:13.871-07:00</updated><title type='text'>Fichamento do livro “As tecnologias da inteligência” (Pierre Lévy).</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fichamento direcionado para o primeiro capítulo do livro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Aluno: Dimitri Vasconcelos Santos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;I – A metáfora do hipertexto&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1 - Imagens do sentido&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A comunicação não é só uma troca de informações&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O ato de comunicação define a situação que vai dar sentido às mensagens trocadas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O contexto é o próprio alvo dos atos de comunicação, não é definitivo, está sempre sofrendo alterações.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O sentido emerge e se constrói no contexto.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As mensagens se alteram ao deslocarem-se de um ator a outro na rede, e de um momento a outro do processo de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De acordo com o contexto em que se encontram, os atores da comunicação criam redes de significações para aquele determinado contexto.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O contexto serve para determinar o sentido de uma palavra, cada palavra por sua vez contribui para formação um contexto contendo elementos relativos a si mesma.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seis princípios do hipertexto: Princípio de metamorfose; Principio de heterogeneidade; Principio de multiplicidade e de encaixe das escalas; Principio de exterioridade; Principio da topologia; Princípio da mobilidade dos centros.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2 - O Hipertexto&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vannevar bush foi o primeiro a introduzir a idéia de hipertexto.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Memex foi um aparelho idealizado por bush, inspirado no processo de associação utilizado pela mente humana, para mecanizar a classificação e seleção de informações.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Theodore nelson inventou o termo hipertexto para uma idéia de escrita/leitura não linear.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Xanadu seria o ideal absoluto do hipertexto, tendo todos os textos do mundo disponíveis em uma gigantesca rede hipertextual.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Funcionalmente um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3 - Sobre a técnica enquanto hipertexto o computador pessoal&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É preciso perdoar os informatas, pois não perceberam de imediato o significado da microinformática.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cada característica da interface remete ao exterior, desenhando em pontilhado as conexões práticas que poderão ser efetuadas em outras redes sociotécnicas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4 - Sobre a técnica enquanto hipertexto a política das interfaces&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A informática ainda era tida como a arte de automatizar cálculos, e não como tecnologia intelectual.&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A informática não intervém apenas na ecologia cognitiva, mas também nos processos de subjetivação individuais e coletivos.&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os &lt;i style=""&gt;usos&lt;/i&gt; do computador constituem ainda conexões suplementares, estendendo mais longe o hipertexto, conectando-o a novos agenciamentos, reinventando assim o significado dos elementos conectados.&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5 - O groupware&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A elaboração de tecnologias intelectuais não pode ser dissociada da pesquisa empírica em ecologia cognitiva&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O groupware concebido por Winograd e Flores visa sobretudo auxiliar a dimensão pragmática da comunicação nos grupos, em detrimento de seu aspecto semântico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma comunidade ativa estará constantemente envolvida em um dialogo a respeito do conteúdo de seu manual&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6 - A metáfora do hipertexto.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A abstração ou a teoria, enquanto atividades cognitivas, têm portanto uma origem eminentemente pratica&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As tecnologias intelectuais misturam-se à inteligência dos homens por duas vias&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-835350020286483794?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/835350020286483794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=835350020286483794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/835350020286483794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/835350020286483794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da_4455.html' title='Fichamento do livro “As tecnologias da inteligência” (Pierre Lévy).'/><author><name>Dimitri Vasconcelos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11555630372574437954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-8647997054716901733</id><published>2008-03-25T06:55:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T06:58:06.154-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC&lt;br /&gt;Comunicação Social/2008.1&lt;br /&gt;Oficina de Informática e Telemática&lt;br /&gt;Prof. Otávio Filho&lt;br /&gt;Acadêmica: Danielle Barros Silva Fortuna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fichamento Livro de Pierre Lévy:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Tecnologias da Inteligência – O futuro do pensamento na era da informática&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Tema principal- O papel das tecnologias da informação na constituição das culturas e inteligência dos grupos&lt;br /&gt;Dimensões de análises (abstrações)- ciências, religião, língua, etc- são desprovidos de meio de ação.&lt;br /&gt;Os agentes efetivos são indivíduos situados no tempo e no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução- Face á Técnica:&lt;br /&gt;Para instauração progressiva de uma TECNODEMOCRACIA é indispensável como pré-requisito uma reapropriação mental do fenômeno técnico.&lt;br /&gt;O fato de podermos aprender a usar um computador em 20 minutos ao invés de 40 dias provavelmente contribuiu mais para a reapropriação mental do que mil críticos.&lt;br /&gt;A técnica participa ativamente da ordem cultural, simbólica, ontológica ou axiológica:&lt;br /&gt;O cúmulo da cegueira é atingido quando as antigas técnicas são declaradas culturais e impregnadas de valores enquanto, enquanto que as novas são denunciadas como bárbaras e contrárias à vida.&lt;br /&gt;Alguém que condena a informática não pensaria nunca em criticar a impressão e menos ainda a escrita. Isso porque a impressão e a escrita (que são técnicas!) o constituem em demasia para que ele pense em apontá-las como estrangeiras. Não percebe que sua maneira de pensar e se comunicar com os semelhantes, e mesmo crer em Deus, são condicionados por processos mentais.&lt;br /&gt;A mudança técnica é uma das principais forças que intervêm na dinâmica da ecologia transcendental. A técnica não e sinônimo de esquecimento do ser ou de deserto simbólico, é ao contrario uma cornucópia de abundancia axiológica, ou uma caixa de Pandora metafísica.&lt;br /&gt;Vivemos hoje uma destas épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários, modos de conhecimento e estilos de regulação social ainda pouco estabilizado.&lt;br /&gt;Aprendemos o conhecimento por simulação, típico da cultura informática, com os critérios e os reflexos mentais ligados as tecnologias intelectuais anteriores (oralidade, escrita, impressão, etc...)&lt;br /&gt;SUJEITOS = MEIO AMBIENTE DO PENSAMENTO&lt;br /&gt;A metáfora do hipertexto:&lt;br /&gt;1. Imagens do sentido: Produzir o contexto&lt;br /&gt;O sentido emerge e se constrói no contexto, é sempre local, datado, transitório. A cada instante, um novo comentário, uma nova interpretação, um novo desenvolvimento podem modificar o sentido que havíamos dado a uma proposição (por exemplo) quando ela foi emitida...&lt;br /&gt;Clarões d comunicação&lt;br /&gt;O contexto designa a configuração de ativação de uma grande rede semântica em um dado momento&lt;br /&gt;Seis características do hipertexto:&lt;br /&gt;Princípio d Metamorfose;&lt;br /&gt;Princípio da heterogeneidade;&lt;br /&gt;Princípio d multiplicidade e de encaixe das escadas;&lt;br /&gt;Princípio da exterioridade;&lt;br /&gt;Princípio da topologia&lt;br /&gt;Princípio mobilidade dos centros&lt;br /&gt;Hipertexto: MEMEX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vannevar Bush, em 1945 no artigo “As we may think, para ele a maior parte dos sistemas de indexação e organização das informações em uso na comunidade cientifica são artificiais (ordenação puramente hierárquica (classes, subclasses, etc.) diferente da mente humana, que funciona através de associações.&lt;br /&gt;MEMEX-&gt;espécie de memória auxiliar do cientista, onde poderia ser armazenado e consultado, como parte fundamental do próprio processo de pesquisa e elaboração de novos conhecimentos.&lt;br /&gt;Theodore Nelson, cunhou o termo HIPERTEXTO, e projetou o XANADU, o estado supremo das trocas de mensagens.&lt;br /&gt;Apesar destes pioneiros, nenhum hipertexto teve ate hoje tanta amplitude por 3 razoes:&lt;br /&gt;A indexação, digitalização, e formatação: uniformizar tudo em um suporte homogêneo seria demorado e caro;&lt;br /&gt;Eficácia “informática” para gerir grande quantidade de informação (massa de dados);&lt;br /&gt;Hipertextos gigantes precisam de minucioso trabalho de organização, seleção, contextualização, acompanhamento e orientação do usuário (públicos diversos).&lt;br /&gt;Tecnicamente o hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões (palavras, páginas, imagens, gráficos, etc.)&lt;br /&gt;E funcionalmente, hipertexto é um tipo de programa para organização de conhecimentos ou dados, a aquisição de informação e a comunicação.&lt;br /&gt;HIPERTEXTO É UM ESFORÇO DE EXPLICITAR A MULTIPLICIDADE DE SENTIDOS DO TEXTO.&lt;br /&gt;INTERFACE É A TRADUÇÃO, A LINGUAGEM COMPARTILHADA POR HOMEM E MÁQUINA. (POR OTÁVIO FILHO)&lt;br /&gt;Técnica = uso&lt;br /&gt;Groupware - a ajuda ao trabalho em equipe é uma ajuda promissora dos hipertextos. Ajuda ao raciocínio, a argumentação, a discussão, a criação, a organização, ao planejamento, etc.  Papel dos groupwares- reunir textos, associações, anotações- elaboração coletiva de hipertexto.&lt;br /&gt;Os hipertextos de auxilio a inteligência cooperativa garantem o desdobramento da rede de questões, posições e argumentos, ao invés de valorizar os discursos das pessoas tomados como um todo.&lt;br /&gt;Não é mais cada um na sua vez, ou um após o outro e sim uma espécie lent de escrita coletiva, dessincronizada, expandida, como se crescesse por conta própria.&lt;br /&gt;Metáfora do hipertexto&lt;br /&gt;O dom da manipulação e a imaginação-&gt; explica o que quase sempre pensemos com o auxilio de metáforas, de pequenos modelos concretos, muitas vezes de origem técnica.&lt;br /&gt;A abstração ou teoria, enquanto atividades cognitivas têm uma origem eminentemente prática.&lt;br /&gt;Esboço de uma teoria hermenêutica da comunicação&lt;br /&gt;O que significação atribuir sentido associação - dar sentido a um texto é o mesmo que liga-lo, conecta-lo a outros textos é, portanto, atribuir HIPERTEXTO.&lt;br /&gt;O objetivo principal de uma teoria hermenêutica da comunicação não será, portanto, nem a mensagem, nem o emissor, nem o receptor, mas sim o hipertexto que é como reserva ecológica, o sistema sempre móvel das relações de sentido que os precedentes mantêm. E os principais operadores desta teoria não serão nem a codificação nem a decodificação, nem a luta contra o ruído através da redundância, mas sim estas operações moleculares de associação e desassociação que realizam a metamorfose e perpetua do sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-8647997054716901733?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/8647997054716901733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=8647997054716901733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8647997054716901733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/8647997054716901733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/universidade-estadual-de-santa-cruz.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-4453571690620662446</id><published>2008-03-24T16:26:00.000-07:00</published><updated>2008-03-24T19:08:47.868-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hipertexto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='as tecnologias da inteligência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pierre lévy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>[FICHAMENTO] As Tecnologias da Inteligência de Pierre Lévy - por Héber Brandão</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TEMA: A metáfora do Hipertexto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ao introduzir os primeiros contextos acerca do hipertexto, Pierre Lévy trata a respeito do sentido. Neste instante, é feita uma analogia do sentido com o contexto. Em um segundo momento, as primeiras discussões sobre o que é hipertexto são introduzidas de maneira bem sutis. Compara-se o hipertexto com a nossa mente devido ao pensamento associativo que o homem faz. Pierre Lévy, então, afirma que o contexto designa a configuração de ativação de uma grande rede semântica em um dado momento. O capítulo é concluído com a apresentação das seis características do hipertexto. Vannevar Bush, também, é citado por ser considerado o pai do hipertexto ao publicar o texto &lt;i&gt;As We May Think&lt;/i&gt;. O Hipertexto é definido como uma tecnologia de seleção, organização, ou como Pierre Lévy conceitua, "um conjunto de nós ligados por conexões". Comparado com um modo de leitura "comum", o hipertexto é rápido e dinâmico, levando-o a uma quase instantaneidade de pensamento caracterizado por sua não-linearidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É também mencionada por Lévy, a criação dos primeiros computadores pessoais, sejam eles tendo sido criados por Steve Jobs ou Bill Gates. Colocando todo o sistema operacional de Jobs em foco, a política de interfaces é exemplificada ao ser narrada toda a sua historia, desde o &lt;i&gt;blue box&lt;/i&gt; até o Apple Macintosh. A politica das interfaces se define na capacidade de o homem interagir de maneira fácil e rápida com um computador. Interatividade é a palavra que se pode utilizar para definir a micropolitica das interfaces. Não é o defeito, ou a linguagem de programação, ou o modo como o programa foi criado que deve ser discutido; mas sim, a maneira como uma nova tecnologia se relaciona com o sistema cognitivo do homem através de uma linguagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Um dos principais desafios das tecnologias cognitivas é o desenvolvimento de um modo de pensamento que, ao mesmo tempo é individual e coletivo. Nisto se aplica o conceito de &lt;i&gt;groupware&lt;/i&gt;, que é uma forma eficaz de expor idéias, soluções, discussões de maneira organizada, pelo fato de que no interior de grupos as conversas possuem pouca estrutura e organização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;Lévy encerra a primeira parte de seu livro desenvolvendo a teoria hermenêutica da comunicação que busca esclarecer o pensamento da comunicação através de hipertextos e &lt;i&gt;groupwares.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Citações/Comentários/Anotações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;“o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ato de comunicação define a situação que vai dar sentido às mensagens trocadas”.(pág. 21)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;“Ao dizer que o sentido de uma mensagem é uma ‘função’ do contexto, não de define nada, já que o contexto, longe de ser um dado estável, é algo que está em jogo, um objeto perpetuamente reconstruído e negociado".(pág. 22)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;“Quando ouço uma palavra, isto ativa imediatamente em minha mente uma rede de outras palavras, de conceitos, de modelos, mas também de imagens, sons, odores, sensações proprioceptivas, lembranças, afetos, etc”.(pág.23)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;Pierre Lévy, ao tentar esclarecer o “sentido” e o “contexto”, busca inverter a perspectiva comum de que o sentido depende do contexto; mas sim, o contexto de uma conversação que define o sentido, pois a conseqüência de uma mensagem é o de modificar, esclarecer, retificar, e criar novas associações. Para ele, o contexto é algo altamente negociável, sendo necessário defini-lo para que não haja problemas de interpretação.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-4453571690620662446?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/4453571690620662446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=4453571690620662446' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4453571690620662446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/4453571690620662446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-as-tecnologias-da.html' title='[FICHAMENTO] As Tecnologias da Inteligência de Pierre Lévy - por Héber Brandão'/><author><name>Héber Brandão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16023199788855540739</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_8IUVthktk-Y/R-g4XgDHqVI/AAAAAAAAAAU/Jj86FAgaNkA/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2276878080937635668</id><published>2008-03-24T06:50:00.000-07:00</published><updated>2008-03-24T19:57:01.007-07:00</updated><title type='text'>Fichamento Do Livro As Tecnologias da Inteligência (Pierre Lévy)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Aluna:&lt;/strong&gt;Larissa Sobral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1º semestre de Comunicação Social 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fichamento focalizado na primeira parte do livro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A metáfora do hipertexto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; IMAGENS DO SENTIDO&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Em um nível mais fundamental o ato de comunicação define a situação que vai dar sentido às mensagens trocadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O contexto é o próprio alvo dos atos de comunicação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sentido emerge e se constrói no contexto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A imensa rede associativa que constitui nosso universo mental encontra-se em metamorfose permanete.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seis características do hipertexto:Princípio da metamorfose;Princípio da heterogeneidade;Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas;Princípio da exterioridade;Principio de topologia;Princípio de mobilidade dos centros.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; O HIPERTEXTO&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Memex, espécie de memória auxiliar do cientista,uma parte fundamental do próprio processo de pesquisa e de elaboração de novos conhecimentos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Xanadu,seria uma espécie de materialização do diálogo incessante e múltiplo que a humanidade mantém consigo mesma e com seu passado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Funcionalmente, um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimento ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O hipertexto ou a multimídia interativa adequam-se particularmente aos usos educativos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O COMPUTADOR PESSOAL&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;É preciso perdoar os informatas, pois não perceberam de imediato o significado da microinformática.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A questão é sempre a de estender, por meio de conexões e traduções, a rede sociotécnica que passa pela máquina.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; SOBRE A TÉCNICA ENQUANTO HIPERTEXTO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A POLÍTICA DAS INTERFACES.&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A informática ainda era tida como uma arte de automatizar cálculos, enão como tecnologia intelectual.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O objetivo de Douglas Engelbart era o de articular entre si dois sistemas cognitivos humanos através de dispositivos eletrônicos inteligentes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na medida em que a informatização avança, certas funções são eliminadas, novas habilidades aparecem, a ecologia cognitica se transforma.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A informática não intervém apenas na ecologia cognitiva, mas também nos processos de subjetividade individuais e coletivos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; O GROWPWARE&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A representação hipertextual faz romper a estrutura agonística das argumentações e contra-argumentações.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O growpware elaborado pela equipe de Douglas Engelbart, era mais que um simples programa de auxilio à argumentação e ao diálogo cooperativo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; A METÁFORA DO HIPERTEXTO&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A evolução biológica fez com que desenvolvênssemos a faculdade de imaginar nossas ações futuras e seu resultado sobre o meio externo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As tecnologias intelectuais misturam-se à inteligência dos homens por outras vias.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diríamos antes que o efeito de uma mensagem é a de modificar, complexificar, retificar um hipertexto,criar novas associações em uma rede contextual que se encontra sempre anteriormente dada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2276878080937635668?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2276878080937635668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2276878080937635668' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2276878080937635668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2276878080937635668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-do-livro-as-tecnologias-da.html' title='Fichamento Do Livro As Tecnologias da Inteligência (Pierre Lévy)'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-2627725876306621868</id><published>2008-03-24T04:54:00.000-07:00</published><updated>2008-03-24T05:11:03.236-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hipertexto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologias da inteligencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pierre lévy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Fichamento (Otávio) // Aluna: Laiz Dias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Fichamento orientado pelo professor Otávio da matéria Oficina de  Informática e Telemática, destinado apenas ao primeiro capítulo do livro , Tecnologias da Inteligência (Pierre Lévy)&lt;br /&gt;Aluna Laiz Dias do primeiro semestre do curso de Comunicação Social 2008 da UESC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O tema principal deste livro é, o papel das tecnologias da informação na constituição das culturas e inteligência dos grupos” – Pierre Lévy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Capítulo – A Metáfora do Hipertexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Imagens do Sentido&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Comunicação não é apenas a troca de informação;&lt;br /&gt;• O ato de comunicar é então, uma situação definida que possa dar sentido as mensagens transmitidas ou também, mensagens trocadas que consequentemente constituem um contexto( Nesse momento o autor faz uma analogia a um jogo de Xadrez;&lt;br /&gt;• Os contextos formados não são definitivos, estão periodicamente se redefinindo;&lt;br /&gt;• A má representação da comunicação pelos Diagramas Sistêmicos;&lt;br /&gt;• Em qualquer ato de comunicação há sempre uma seleção designada pelo contexto, seja de conceitos, modelos, imagens, lembranças, etc. Portanto, a configuração de ativação de uma grande rede semântica em um dado momento, é selecionada pelo próprio contexto;&lt;br /&gt;• Seis características do hipertexto: Princípio da metamorfose; Princípio de heterogeneidade; Princípio de exterioridade; Princípio de Topologia; Princípio de mobilidade dos centros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. O Hipertexto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• A idéia de hipertexto foi enunciada por Vannevar Bush em 1945;&lt;br /&gt;• Memex – espécie de memória auxiliar dos cientistas, uma parte fundamental do próprio processo de pesquisa e de elaboração de novos conhecimentos;&lt;br /&gt;• A invenção do termo hipertexto, ocorreu nos anos 70 por Theodore Nelson, com o objetivo de exprimir a idéia de escrita/leitura não linear em um sistema informático;&lt;br /&gt;• Pioneirismo de Vannevar Bush e Theodore Nelson na questão do hipertexto em um ambiente estreito de informática;&lt;br /&gt;• Ao entrar em um espaço interativo, a imagem e o som adquirem um estatuto de quase-textos;&lt;br /&gt;• O conceito técnico do hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Sendo que os itens não são ligados linearmente, como em uma corda com nós;&lt;br /&gt;• E 1990, a maior parte dos usos registrados destes sistemas de hipertextos para computadores pessoais estava relacionada à formação e à educação;&lt;br /&gt;• O hipertexto retoma e transforma antigas interfaces da escrita;&lt;br /&gt;• Como o computador, o livro só se tornou uma mídia de massa quando as variáveis de interfaces “tamanho” e “massa” atingiram um valor suficientemente baixo;&lt;br /&gt;• O hipertexto constitui uma rede original de interfaces;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Sobre a técnica enquanto hipertexto o computador pessoal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Silicon Valley, “mundo” dos adolescentes apaixonados por eletrônica;&lt;br /&gt;• Criação da Apple, o sucesso dos microcomputadores;&lt;br /&gt;• Os microcomputadores foram compostos por interfaces sucessivas mais vastas, até que um limite fosse rompido e a conexão fosse estabelecida com os circuitos sócioténicos da educação e do escritório;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Sobre a técnica enquanto hipertexto a política das interfaces&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Douglas Engelbart foi um participante ativo do debate sobre os usos sociais da informática;&lt;br /&gt;• Engelbart via no computador um instrumento adequado para transformar positivamente, para “aumentar” o funcionamento do povo;&lt;br /&gt;•As redes informáticas modificam os circuitos de comunicação e de decisão nas organizações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. O Groupware&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A ajuda ao trabalho em equipe representa uma aplicação particularmente promissora dos hipertextos;&lt;br /&gt;• O groupware concebido por Winograd e Flores visa sobretudo auxiliar a dimensão pragmática da comunicação nos grupos, em detrimento de seu aspecto semântico;&lt;br /&gt;• Os groupwares ajudam cada interlocutor a situa-se dentro da estrutura lógica da discussão em andamento, pois fornecem-lhe uma representação gráfica da rede de argumentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. A metáfora do hipertexto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Graças a capacidade de simular nossas situações com o mundo através de modelos mentais, podemos antecipar o resultado de nossas intervenções e usar a experiência acumulada;&lt;br /&gt;• O objetivo principal de uma teoria hermenêutica da comunicação é o hipertexto , viso como a reserva ecológica, o sistema sempre móvel das relações de sentidos que os precedentes mantém;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-2627725876306621868?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/2627725876306621868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=2627725876306621868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2627725876306621868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/2627725876306621868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/fichamento-otvio-aluna-laiz-dias.html' title='Fichamento (Otávio) // Aluna: Laiz Dias'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-9048229492279294496</id><published>2008-03-23T05:43:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T05:47:29.847-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>The West Wing - Presidente X Bíblia</title><content type='html'>Ae pessoal o trecho que o professor Otávio exibiu na sala ontem da série The West Wing, pra quem quiser ver de novo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xaiDzynEFQg&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/xaiDzynEFQg&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-9048229492279294496?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/9048229492279294496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=9048229492279294496' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/9048229492279294496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/9048229492279294496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/west-wing-presidente-x-bblia.html' title='The West Wing - Presidente X Bíblia'/><author><name>Raphael Rios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17369849755209332329</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://www.winajuda.com/wp-content/uploads/2007/06/free-fire-screensaver-icon.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-740424934307867698</id><published>2008-03-20T07:04:00.000-07:00</published><updated>2008-03-20T07:05:23.052-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;A comunicação confunde-se com a própria vida. Temos tanta consciência de que comunicamos como de que respiramos ou andamos. Somente percebemos a sua essencial importância quando, por acidente ou uma doença, perdemos a capacidade de nos comunicar. (Bordenave, 1986. p.17-9)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-740424934307867698?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/740424934307867698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=740424934307867698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/740424934307867698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/740424934307867698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/comunicao-confunde-se-com-prpria-vida.html' title=''/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5280940300400595069.post-5640938417861440449</id><published>2008-03-19T17:29:00.001-07:00</published><updated>2008-03-20T07:06:42.037-07:00</updated><title type='text'>Primeiro post (teste)</title><content type='html'>1...2...3 TESTANTO!&lt;br /&gt;CALOUROS CALOUROS&lt;br /&gt;POSTEM LOGO O &lt;strong&gt;FICHAMENTO&lt;/strong&gt; DE ÓTAVINHO!&lt;br /&gt;HAHAHAHA&lt;br /&gt;BEIJOS =*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5280940300400595069-5640938417861440449?l=cs2008-1uesc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/feeds/5640938417861440449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5280940300400595069&amp;postID=5640938417861440449' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/5640938417861440449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5280940300400595069/posts/default/5640938417861440449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cs2008-1uesc.blogspot.com/2008/03/teste.html' title='Primeiro post (teste)'/><author><name>comunicação social-2008.1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15617880878280338132</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_KTou6FV5mvo/R-GxXkIialI/AAAAAAAAAAM/Shb7T2VBI8I/S220/ATgAAAB9cgCyqzHGopsylQzSn0O3fyUIZmUTTej2WmoSYCBBriAQY5AbZa_FwfseAThl8d-tmx77goCvPRiqTrQWcJApAJtU9VBhNxNKo5QWJ9aVvAgFQTOJwvDbig.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
